Meditações – Mês do Sagrado Coração – 30º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Os consoladores do Sagrado Coração de Jesus somos nós que viemos, durante este mês, meditar nos seus terníssimos afetos, e estudar os seus desejos


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 29º Dia

III PARTE

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Os consoladores do Coração de Jesus que estão em 4º lugar são as crianças devotas e inocentes


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 28º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Os consoladores do Coração de Jesus que estão em 3° lugar, são as almas humildes e desconhecidas, que se julgam felizes com este esquecimento


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 27º Dia

III PARTE

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Os segundos consoladores do Coração de Jesus são as almas que sofrem pacientemente


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 26º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Entre os consoladores do Coração de Jesus acham-se primeiramente os zelosos Ministros de Deus e os santos Religiosos e Religiosas


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 25º Dia

III PARTE

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O sexto espinho do Coração de Jesus são as almas que se afastam voluntariamente da sagrada Comunhão


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 24º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O quinto espinho do Coração de Jesus são os que corrompem a infância


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 23º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O quarto espinho do Coração de Jesus são as almas que profanam os sacramentos


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 22º Dia

III PARTE

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O terceiro espinho do Coração de Jesus são as almas frouxas e tíbias


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 21º Dia

III PARTE

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O segundo espinho do Coração de Jesus são as almas indiferentes


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 20º Dia

III PARTE 

OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS

O primeiro espinho do Coração de Jesus são as almas que voluntariamente permanecem em estado de pecado mortal


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 19º Dia

II PARTE 

OS DESEJOS DO SAGRADO CORAÇÃO

O quinto desejo do Coração de Jesus é o triunfo completo da Igreja


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 18º Dia

II PARTE 

OS DESEJOS DO SAGRADO CORAÇÃO

O quarto desejo do Coração de Jesus é o livramento das almas do Purgatório


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 17º Dia

II PARTE 

OS DESEJOS DO SAGRADO CORAÇÃO

O terceiro desejo do Coração de Jesus é a salvação das almas


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 16º Dia

II PARTE 

OS DESEJOS DO SAGRADO CORAÇÃO

O segundo desejo do Coração de Jesus é a honra e glória da SS. Virgem


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 15º Dia

II PARTE 

OS DESEJOS DO SAGRADO CORAÇÃO

O primeiro desejo do Coração de Jesus é a gloria de seu Pai


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 14º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e o bom ladrão


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 13º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus negado por S. Pedro


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 12º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

São João repousando sobre o peito do Salvador


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 11º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e os apóstolos pedindo a punição dos Samaritanos


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 10º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e o povo falto de pão no deserto


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 9º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus defende Madalena


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 8º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e os aflitos


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 7º Dia

I PARTE

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e o leproso


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 6º Dia

I PARTE

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e o paralítico da piscina


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 5º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e o pai aflito que lhe pede a cura de seu filho


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 4º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e a samaritana


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 3º Dia

I PARTE 

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e a pobre viúva de Naim que chora seu filho


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 2º Dia

I PARTE

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus e Lázaro


Meditações – Mês do Sagrado Coração – 1º Dia

I PARTE

OS TERNÍSSIMOS AFETOS DO CORAÇÃO DE JESUS

PRIMEIRO DIA

Jesus e as criancinhas


Junho – Mês do Sagrado Coração de Jesus

Dando continuidade às devoções mensais e a publicação de pias meditações, publicaremos, durante todos os dias de junho, partes da obra Mês do Sagrado Coração, do Pe. José Basílio Pereira, mesmo autor do livro que publicamos em maio, conforme a edição de 1913. O livro completo e digitalizado pode ser encontrado aqui.

Eis o prólogo do livro:

A primeira edição deste opúsculo veio a lume em 1888, e trazia então uma notícia resumida, mas bastante explicativa sobre o Apostolado da Oração.

Hoje ele é reeditado sem esta segunda parte, mas em seu lugar vêm duas coleções de exemplos para os dias do mês; alguns transcritos quase textualmente do periódico Mensageiro do Coração de Jesus (Edição Francesa), e outros compostos sobre dados que se encontram no dito periódico religioso e noutros, ou em vidas de Santos e biografias de cristãos de todas as classes, que foram fervorosos devotos do Sagrado Coração.

A primeira série de exemplos, que vem junta às meditações, consta de fatos que se deram em tempos e lugares diferentes, e demonstram a utilidade e o poder incalculável da pia devoção: chamar-se-á bem esta série a das — Graças do Coração de Jesus. A outra oferece, a largos traços, o esboço de vidas que se orientaram todas por este culto especial: pode intitular-se a dos – discípulos do Sagrado Coração.

A segunda coleção de exemplos vai colocada no fim do opúsculo, proporcionando, mesmo fora dos exercícios devotos, uma interessante e proveitosa leitura espiritual para cada dia do mês consagrado ao Santíssimo Coração de Jesus.

Bahia, 29 – 3 – 1913.
Padre José Basílio Pereira

MEDITAÇÕES

Novena em honra do Divino Espírito Santo

A Novena em Honra do Divino Espírito Santo, em preparação para a Festa de Pentecostes, foi instituída por decreto de Leão XIII, em 1897, na Encíclica Divinum Illud Múnus, carta dedicada ao Paráclito. 

Embora não haja rito específico, apresenta-se abaixo algumas orações próprias desta devoção, a rezar durante os 9 dias que antecedem a Domingo de Pentecostes, neste ano celebrado em 05/06 entre 27/05 e 04/06: 

Maio – Mês de Maria

A tradição de celebrar, com especial devoção, a Rainha do Céu em Maio é muito antiga: os primeiros resquícios datam do primeiro milênio da Igreja, acentuando-se na Idade Média, mas com período diverso – 15 de agosto a 14 de setembro, na chamada Tricesimum (devoção de trinta dias a Maria). 

Liturgia Diária- Festa de São José Artesão

Festa de 1ª Classe- Missa Própria, com comemoração do II Domingo depois da Páscoa

No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no céu do Justo, que fora escolhido por Deus para guarda de seus maiores tesouros: a Santíssima Virgem Maria e seu Filho Jesus Cristo. Lembram-se, então, sua pureza sem mancha, sua fidelidade indefectível e sua obediência prontíssima.

O segundo dia festeja o operário, que tirou da profissão de carpinteiro o sustento da Sagrada Família, e assim elevou o trabalho manual a uma dignidade inexprimível. O Santo Padre Pio XII, fixou sua data a 1º de maio para que o dia geralmente dedicado ao trabalho e aos trabalhadores seja iluminado pela lição e exemplo de São José.

Sobre o domingo: Tão perto da Páscoa, este domingo é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há neste Tempo. Visão suavíssima! Jesus, o Bom Pastor, no meio de suas ovelhas, pelas quais havia dado a sua vida! Os primeiros Cristãos gostavam de demorar-se nesta contemplação, como provam os desenhos nas catacumbas de Roma. Confiantes, nós nos aproximamos hoje da igreja. É o Bom Pastor mesmo quem nos recebe e nos fala (Evangelho).

Lembrando-nos de tudo que fez por nós, cantamos jubilosos no Introito: Da misericórdia do Senhor está cheia a terra. S. Pedro, que em si próprio experimentou todo o amor misericordioso do Pastor, mostra-nos na Epístola a extensão e as finezas desse amor. E assim esclarecidos, temos a certeza de que o Bom Pastor nos conhece, isto é, que nos vem instruir, fortalecer e iluminar no santo Sacrifício da Missa (Communio).


Páginas 1049 a 1052; 505 a 508 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária – 21/04/2022

QUINTA-FEIRA DE PÁSCOA

Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação na basílica dos Doze Apóstolos

Na igreja estacional de hoje encontra-se a sepultura do Apóstolo S. Filipe. O diácono Filipe (Epístola) e Maria Madalena (Evangelho) são arautos da Ressurreição do Cristo. A estes e aos neófitos, a Sabedoria divina abre a boca, assim como a nós (pelo Batismo), para cantarmos a Deus um cântico novo (Introito, Communio). A igreja dos Apóstolos, construída em Roma em estilo grego, simboliza a união dos povos em Cristo pelo Batismo. (Oração)


Páginas 488 a 492 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária – 20/04/2022

QUARTA-FEIRA DE PÁSCOA

Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Lourenço extra muros

Para, exprimir a sua gratidão, os neófitos se reuniam no dia de hoje na igreja de seu padroeiro que os conduzia através da Quaresma (Setuagésima e III. Domingo). O Filho do Pai eterno convida aos neófitos, assim como o faz a nós, a tomarmos parte no “Reino” (a Igreja e os Sacramentos). Deus ressuscitou seu Filho (Epístola) e no Evangelho, Ele nos aparece e nos alimenta com peixe e pão (símbolos da Eucaristia). E nós comeremos o Pão dos Anjos (Ofertório).


Páginas 485 a 488 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária – 19/04/2022

TERÇA-FEIRA DE PÁSCOA

Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Paulo

Também o Apóstolo das gentes reúne os Cristãos e os instrui sobre as bênçãos que o Batismo comunica, dando sabedoria e firmeza e elevando as almas (Introito). Assim cumpriu Deus as suas promessas, pela Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo (Epístola). No santo Sacrifício da Missa, o Ressuscitado aparece e alimenta com peixe e mel (figura da Eucaristia) aos que se aproximam da Mesa Sagrada (Evangelho). Unidos assim com o Cristo, procuremos o que está acima desta terra, o céu, onde Jesus está à direita de Deus (Communio).


Páginas 481 a 484 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária – 18/04/2022

SEGUNDA-FEIRA DE PÁSCOA

Oitava de 1ª Classe (com Oitava) – Missa Própria – Estação em S. Pedro

Como no Antigo Testamento, Moisés conduziu o povo escolhido pelas águas do Mar Vermelho para a terra prometida, assim, no Novo Testamento, é Pedro a quem Jesus confiou a sua Igreja, quem conduz o povo eleito de Deus, pelas águas batismais, para a terra da graça e da bem-aventurança. Eis que os neófitos se reúnem na Igreja dedicada ao príncipe dos Apóstolos (Statio). Ele os recebe (e a nós) na terra em que corre leite e mel (Introito), e nos dirige a palavra na Epístola. Gratos e alegres, recebemos no Evangelho a notícia de que o Senhor apareceu a Simão (Pedro), e em Pedro aparecerá também a nós (Communio), se formos a seu encontro no Ofertório, oferecendo-nos a nós mesmos.


Páginas 476 a 481 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária – 14/04/2022 – Quinta-feira “In Coena Domini”

Féria de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João de Latrão

Feria-Quinta in Coena Domini, isto é, Quinta-feira da ceia do Senhor, eis como a Liturgia designa o dia de hoje. Este nome nos indica o grande acontecimento que a santa Igreja comemora: a instituição do Sacrifício e Sacramento da Eucaristia e do Sacramento da Ordem.

Como no domingo de Ramos, reunimo-nos em S . João de Latrão, Mãe de todas as igrejas de Roma e do Universo, a mais nobre e mais antiga basílica, catedral do supremo Pastor da Igreja. Nela se conserva e venera ainda hoje a mesa em que o divino Salvador celebrou a última Ceia. O altar de nossa igreja é uma continuação daquela venerável mesa.

A Missa é festiva, com os paramentos brancos. Canta-se o Glória, durante o qual tocam festivamente os sinos, que depois emudecem até o Glória na Missa da Vigília Pascal.

Poucas passagens há, no ano eclesiástico, tão impressionantes e comovedoras para o coração do crente, quanto esta Missa; em que se mesclam alegria imensa e profunda tristeza.

Hoje só é celebrada uma santa Missa, durante a qual todos os Sacerdotes (e todos os Cristãos assim o deveriam fazer) recebem a sua Comunhão pascal da mão do Celebrante.

O memorável decreto “Maxima redemptionis nostrae mysteria” de 16/11/1955 com que a Sagrada Congregação dos Ritos, obedecendo a um mandado do Santo Padre Pio XII, renovou toda a liturgia da Semana Santa, prescreve que essa Missa in Coena Domini seja celebrada entre as 17 e as 20 horas.

Depois do Evangelho e da Homilia, pode-se realizar a cerimônia do Lava-pés.

A Santa Comunhão só pode ser distribuída durante a Missa ou logo depois dela e deve ser dada com partículas consagradas nessa mesma Missa.

Depois dia Missa, faz-se a solene transladação do SSmo. Sacramento para um altar lateral, que tenha sido ornamentado e preparado para esse fim desse altar se fará a pública adoração da Santa Reserva até meia-noite. 

Instrução – O Sacramento do Amor – sobre a instituição da Eucaristia – Pe. Júlio Maria de Lombaerde (clique aqui e leia)


Páginas 392 a 406 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- III Domingo da Quaresma

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Lourenço extra muros

Sete vezes eram os catecúmenos submetidos outrora, a exames sobre os conhecimentos que tinham da doutrina e sobre a sua conduta moral. Com o dia de hoje, começava a primeira semana destes “escrutínios”, feitos ordinariamente, às quartas-feiras e aos sábados. Na mesma ocasião eram-lhes feitas salutares admoestações, rezando-se sobre eles os exorcismos para expulsar o demônio (Evangelho).

Hoje os catecúmenos são apresentados a S. Lourenço, seu padroeiro. Com eles, também nós nos preparamos para receber uma vida nova. Não esqueçamos, que, devendo andar como filhos da luz, ao que nos exorta a Epístola, temos que lutar contra o espírito das trevas. E só com Jesus Cristo venceremos, pois Ele é a Luz do mundo, que ilumina a todos os homens. Só Ele podia vencer o espírito das trevas (Evangelho). Nos Cânticos e na Oração, elevamos a nossa alma ao Pai das luzes, que estenderá a Destra de sua Majestade para nos defender. Reunidos na igreja em que assistimos ao Santo Sacrifício, temos diante de nós o exemplo do santo mártir Lourenço, que, como poucos, soube dominar o espírito das trevas. Por sua intercessão seremos purificados de nossos delitos (Secreta), para a celebração do santo Mistério na terra, e para a participação em uma gloriosa Ressurreição.


Páginas 225 a 229 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa Cantada às 08 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- S. José, Esposo da Ssma. Virgem Maria

Festa de 1ª Classe- Missa Própria – Comemoração da Féria

Como esposo de Nossa Senhora e pai adotivo de Jesus, ele tomou parte intimamente na Redenção. Celebram-se hoje as excelsas virtudes e a santidade que lhe mereceram a predileção de Deus, enquanto a segunda festa visa mais a sua dignidade de Padroeiro da Igreja Universal.

Na santa Missa, depois de o saudarmos com o título de Justo (Introito), imploramos a sua intercessão (Oração), pois Deus ouve as suas orações como ouviu a de Moisés. A esta se referem as palavras da Leitura que são aplicadas a S. José. O Evangelho nos mostra a sua grandeza, chamando-o de Justo, e ao mesmo tempo, nos manifesta a delicadeza de seu pensamento, a sua pureza e a sua fé na palavra de Deus. Embora ornado de tantas virtudes, S. José é modelo de perfeita humildade. Pequeno aos olhos do mundo, foi grande aos olhos de Deus e é grande no Reino dos céus.


Páginas 1009 a 1012 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- 18/03/2022

SEXTA-FEIRA DA 2ª SEMANA DA QUARESMA

Féria de 3ª Classe- Missa Própria, com comemoração de S. Cirilo de Jerusalém, Bispo, Confessor e Doutor – Estação em S. Vital

DIA DE ABSTINÊNCIA

Faltam exatamente quatro semanas para a Sexta-feira Santa. As Leituras, em imagens, anunciam a Paixão de Jesus Cristo. José, vendido pelos irmãos, e o filho do pai de família, assassinado pelos vinhateiros, são figuras do Cristo. O titular da igreja estacionai, S. Vital, foi jogado em uma cisterna (José), e morto a pedradas (o filho do pai de família).

Sobre o santo: É um dos grandes doutores da Igreja oriental. Teve muito que sofrer pelos arianos, que conseguiram três vezes fosse ele desterrado. De seus escritos, restam-nos as célebres “Catequeses”, instruções para catecúmenos, antes e depois do Batismo no Sábado Santo.


Páginas 213 a 217; 1007 a 1008 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- 17/03/2022

QUINTA-FEIRA DA 2ª SEMANA DA QUARESMA

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Maria além Tibre

A igreja da estação deste dia está situada perto no quarteirão dos judeus. Os Cristãos costumavam ver, nestes, a imagem dos ricos, e eles mesmos eram os pobres, como na realidade o eram os Cristãos que habitavam naquela região. A Epístola e o Evangelho mostram o caminho da salvação e da perdição. Podemos escolher, mas não nos enganemos com as aparências deste mundo. Deus “dará a cada um, segundo o caminho que seguir” (Epístola).


Páginas 208 a 212 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- 16/03/2022

QUARTA-FEIRA DA 2ª SEMANA DA QUARESMA

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Cecília

Santa Cecília converteu os dois irmãos Tibúrcio e Valeriano, e os conduziu ao Cristo como o fizera Salomé, a mãe dos dois Apóstolos, S. Tiago e S. João (Evangelho). Salomé e Santa Cecília são figuras da Igreja que neste tempo quaresmal conduz os seus neófitos à participação da Paixão e Ressurreição do Cristo. Com os penitentes imploramos a misericórdia do Senhor (Introito).


Páginas 205 a 208 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Mês de São José – 13º dia

Oremos para que o nosso bom Deus nos inspire desejo de propagar cada vez mais a devoção a Santíssima Virgem.

Mês de São José – 12º dia

Oremos para que as pessoas que temos distinguido com a nossa amizade sejam ou se tornem bem piedosas.

Mês de São José – 11º dia

Oremos a fim de que o bom Deus nos perdoe todo o mal que havemos causado com as nossas murmurações.

Mês de São José – 6º dia

Oremos em união com as pessoas do claustro e do século que se levantam em meio a noite para elevarem suas preces a Deus.

[Liturgia] O Tempo da Quaresma

1. Significação deste Tempo. Durante estes quarenta dias os Cristãos se unem intimamente aos sofrimentos e à morte do Divino Salvador, a fim de ressuscitarem com Ele para uma vida nova, nas grandes solenidades pascais.

Nos primeiros tempos do Cristianismo esta ideia fundamental achava sua aplicação no Batismo dos catecúmenos e na reconciliação dos penitentes. Por toda a liturgia da Quaresma, a Igreja instruía os pagãos que se preparavam para o Batismo. No sábado santo mergulhava-os nas fontes batismais, de onde saíam para uma vida nova, como Cristo do túmulo. Por sua vez os fiéis, gravemente culpados, deviam fazer penitência pública e Cobrir-se de cinzas (Quarta-feira de cinzas), para acharem uma vida nova em Jesus Cristo. Convém reparar nestes dois elementos, para compreender a liturgia da Quaresma e a escolha de muitos textos sagrados.

2. Nossa participação neste Tempo. No ofício das Matinas do I domingo, lemos o sermão que o Papa S. Leão Magno, no século V, dirigiu ao povo, explicando a liturgia da Quaresma: “Sem dúvida, diz ele, os Cristãos nunca deveriam perder de vista estes grandes Mistérios… porém esta virtude é de poucos E preciso contudo que os Cristãos sacudam a poeira do mundo. A sabedoria divina estabeleceu este tempo propício de quarenta dias, a fim de que as nossas almas se pudessem purificar, e por meio de boas obras e jejuns, expiassem as faltas de outros tempos. Inúteis seriam porém os nossos jejuns, se neste tempo os nossos corações se não desapegassem do pecado” .

Lendo estas palavras, parece-nos assistir a abertura de um retiro. Com efeito, a Quaresma é o grande retiro anual de toda a família cristã, sob a direção maternal e segundo o método da Santa Igreja. Este retiro terminará pela confissão e comunhão geral de todos os seus filhos, associados assim, realmente, à Ressurreição do Divino Mestre, e ressurgindo por sua vez a uma vida nova.

As práticas exteriores que devem desenvolver em nós o espírito do Cristo e unir-nos a seus sofrimentos, são o jejum, a oração e a esmola.

O jejum é imposto pela santa Igreja a todos os fiéis, depois de 18 anos¹ completos até atingirem os 60 anos. Seria um engano pernicioso não reconhecer a utilidade desta mortificação corporal. Seria menosprezar o exemplo do próprio Cristo e pecar gravemente contra a autoridade de sua Igreja. O Prefácio da Quaresma nos descreve os efeitos salutares do jejum, e aqueles que por motivos justos são dele dispensados não o estarão do jejum espiritual, isto é, de se privarem de festas, teatros, leituras puramente recreativas, etc.

A oração. Assim como a palavra jejum abrange todas as mortificações corporais, da mesma maneira compreende a palavra oração todos, os exercícios de piedade feitos neste tempo, com um recolhimento particular, como sejam: a assistência à santa Missa, a Comunhão frequente, a leitura de bons livros, a meditação especialmente da Paixão de Jesus Cristo, a Via Sacra e a assistência às pregações quaresmais.

A esmola compreende as obras de misericórdia para com o próximo. Já no Antigo Testamento está dito: “Mais vale a oração acompanhada do jejum e da esmola do que amontoar tesouros” (Tob. 12, 8).

Praticando essas obras, preparavam-se antigamente os catecúmenos , para o Batismo que iam receber no sábado de Aleluia, enquanto os penitentes públicos se submeteram a elas com espírito de dor e arrependimento de coração.

Saibamos também nós que aquele que não faz penitência perecerá para toda a eternidade (Lc 13, 3).

Renovemos em nós a graça do Batismo e façamos dignos frutos de penitência. Os textos das Missas, a cada passo nos exortam a isto.

Convém entretanto evitar que a nossa piedade seja excitada por compaixão sentimental ou tristeza exagerada. Sim, é um combate, uma morte terrível que vamos contemplar, mas é também, e sobretudo, uma vitória, um triunfo. Em verdade assistiremos a uma luta gigantesca do homem novo; ouviremos os seus gemidos, seguiremos os seus passos sangrentos, contaremos todos os seus ossos; mas isto é apenas um episódio de sua vida; o desenlace é um grito de vitória, um canto de triunfo.

3. Particularidades deste Tempo. A cor dos paramentos é a violácea.

Omite-se completamente o Aleluia, e o Glória só se canta nas festas dos Santos. Os altares são despojados dos seus enfeites e o órgão se cala, menos no IV Domingo.

Cada dia deste tempo tem a sua “estação”, com indulgências especiais e uma liturgia própria, cujos Cânticos e Leituras nos incitam à penitência e à conversão, enquanto as Orações imploram para nós o perdão e a graça.


¹ O texto original expõe a idade de 21 anos, como era prescrito à época. No entanto, pelo Código de Direito Canônico de 1983 (Cânon 1251 combinado com o cânon 97), a idade inicial de obrigatoriedade é de 18 anos, razão pela qual fizemos a adaptação textual.


Fonte: Dom Beda Keickeisen. Missal Quotidiano. 23ª edição. Salvador: Editora Beneditina, 1962. p. 149-151.

Liturgia Diária- 28/02/2022

MISSA DA FÉRIA

4ª Classe- Missa do domingo

Por amor da humanidade cega, toma o Salvador, sobre Si, os sofrimentos dela (Evangelho). Por amor de Deus — a Epístola nos ensina qual o verdadeiro — devemos expiar as nossas faltas, fazendo da santa Missa o nosso Calvário e unindo os nossos sofrimentos aos do Filho de Deus. E se na Oração pedimos que o Senhor nos livre de toda adversidade, queremos apenas a isenção dos males que prejudicam a nossa salvação, sabendo que, aos que amam a Deus, todas as coisas cooperam para o seu bem (Rom. 8, 28).


Páginas 130 a 135; 988 a 989 e 836 a 839 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- Domingo da Quinquagésima

Domingo de 2ª Classe- Missa Própria – Estação em São Pedro

Em espírito, nós nos reunimos com toda a santa Igreja junto ao sepulcro do Príncipe dos Apóstolos, S. Pedro. Como ele, devemo-nos curar da cegueira espiritual e nos convencer de que os sofrimentos do Cristo e também os nossos são necessários para conseguirmos a verdadeira vida.

Este domingo é uma preparação próxima para a Quaresma. Por amor da humanidade cega, toma o Salvador, sobre Si, os sofrimentos dela (Evangelho). Por amor de Deus — a Epístola nos ensina qual o verdadeiro — devemos expiar as nossas faltas, fazendo da santa Missa o nosso Calvário e unindo os nossos sofrimentos aos do Filho de Deus. E se na Oração pedimos que o Senhor nos livre de toda adversidade, queremos apenas a isenção dos males que prejudicam a nossa salvação, sabendo que, aos que amam a Deus, todas as coisas cooperam para o seu bem (Rom. 8, 28).


Páginas 130 a 135 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963).


Não haverá Missa neste domingo

Salve Maria!

O Revmo. Pe. José Leles teve alguns sintomas durante a semana e, após exame, testou positivo para a COVID-19. Atualmente, se encontra assintomático, mas, por recomendação médica, deve guardar o isolamento até momento oportuno. Desse modo, não haverá Missa neste domingo.

Posteriormente confirmaremos os horários das próximas Missas.

Liturgia Diária- 26/02/2022

SANCTA MARIA IN SABBATO

Missa Votiva de 4ª Classe- Missa “Salve Sancta Parens”


Páginas 802 a 805 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- 25/02/2022

MISSA DA FÉRIA

4ª Classe- Missa do domingo

Reunidos na basílica de S. Paulo, representada por nossa Igreja, vemos o magnífico exemplo do grande Apóstolo (Epístola).

Com o Cristo devemos morrer, para com Ele ressuscitarmos. Este é o sentido da Quaresma e para isso nos preparamos nos três domingos precedentes. Ele é o semeador (Evangelho). Preparemos nossos corações, afastando os obstáculos, que são: a indiferença — o caminho; a inconstância — as pedras; as paixões — os espinhos. Custe embora à natureza humana, a Igreja o confessa no Introito. Mas não desanimaremos; contra as adversidades podemos contar com a proteção do Doutor das gentes (Oração).


Páginas 119 a 123 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963).


Liturgia Diária- 24/02/2022

S. MATIAS, Apóstolo

Festa de 2ª Classe- Missa própria

Foi um dos 72 discípulos e pela sorte destinado a ocupar o lugar de Judas Iscariotes (Leitura). A tradição diz que pregou na Palestina e mais tarde no Egito, onde recebeu a coroa do martírio. Algumas de suas relíquias acham-se em Roma e outras em Trèves (basílica de S. Matias), onde gozam de grande veneração por parte do povo. 


Páginas 994 a 996; 172 a 177 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)