Liturgia Diária- Domingo de Ramos

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São João do Latrão

(Paramentos vermelhos durante a Procissão e ritos anexos, e roxos para a Missa)

É o domingo que precede à festa da Páscoa e dá início à Semana  Santa. Antes da Missa principal se realiza a bênção dos ramos com a procissão. Desta bênção e desta procissão, já encontramos vestígios claros no século V.

Se deveras queremos compreender a liturgia deste domingo, cumpre colocarmo-nos bem no meio do cenário onde se vai desenrolar o doloroso drama, e, para que possamos atingir esse objetivo, útil será recordarmos os acontecimentos dos últimos dias da vida do Divino Salvador aqui na terra.

Jesus, à frente de . uma romaria, vai de Jericó a Betânia, onde os hospedam com os seus amigos Lázaro, Maria e Marta, que, para O homenagearem, dão um banquete. É nessa ocasião que Maria unge com arômatas a cabeça de Jesus. Indignado com este desperdício, Judas rompe com seu Mestre. Muita gente vem a Betânia para ver a Jesus e a Lázaro ressuscitado: Com estas multidões parte Jesus no dia seguinte em direção a Jerusalém, passando pelo monte das Oliveiras. Festiva é sua entrada, como narra Evangelho. O povo aclama o Messias. Honras dignas ‘de um Rei são-Lhe tributadas, enquanto os fariseus, cada vez mais, se enraivecem. Contemplando a cidade, Jesus chora, lastimando-lhe a infelicidade e a sorte triste que a espera. Entra solenemente no templo, mas nessa mesma tarde regressa a Betânia.

Esses são os principais fatos históricos em que se firma a liturgia deste domingo, que consta de duas partes bem distintas:  Bênção e procissão dos ramos: Alegre e triunfal. Porque nela aclamamos o Cristo, Rei e Vencedor. Paramentos vermelhos. A Santa Missa – Profundamente triste. Porque nela contemplamos o Homem das Dores. Paramentos roxos.


Páginas 326 a 349 do Missal Quotidiano. (Para a Missa: a partir da pág. 336)


Liturgia Diária- Domingo de Ramos

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São João do Latrão

É o domingo que precede à festa da Páscoa e dá início à Semana  Santa. Antes da Missa principal se realiza a bênção dos ramos com a procissão.

Desta bênção e desta procissão, já encontramos vestígios claros no século V.

Se deveras queremos compreender a liturgia deste domingo, cumpre colocarmo-nos bem no meio do cenário onde se vai desenrolar o doloroso drama, e, para que possamos atingir esse objetivo, útil será recordarmos os acontecimentos dos últimos dias da vida do Divino Salvador aqui na terra.

Jesus, à frente de . uma romaria, vai de Jericó a Betânia, onde os hospedam com os seus amigos Lázaro, Maria e Marta, que, para O homenagearem, dão um banquete. É nessa ocasião que Maria unge com arômatas a cabeça de Jesus. Indignado com este desperdício, Judas rompe com seu Mestre. Muita gente vem a Betânia para ver a Jesus e a Lázaro ressuscitado: Com estas multidões parte Jesus no dia seguinte em direção a Jerusalém, passando pelo monte das Oliveiras. Festiva é sua entrada, como narra Evangelho. O povo aclama o Messias. Honras dignas ‘de um Rei são-Lhe tributadas, enquanto os fariseus, cada vez mais, se enraivecem. Contemplando a cidade, Jesus chora, lastimando-lhe a infelicidade e a sorte triste que a espera. Entra solenemente no templo, mas nessa mesma tarde regressa a Betânia.

Esses são os principais fatos históricos em que se firma a liturgia deste domingo, que consta de duas partes bem distintas:  Bênção e procissão dos ramos: Alegre e triunfal. Porque nela aclamamos o Cristo, Rei e Vencedor. Paramentos vermelhos. A Santa Missa – Profundamente triste. Porque nela contemplamos o Homem das Dores. Paramentos roxos.


Páginas 326 a 349 do Missal Quotidiano. (Para a Missa: a partir da pág. 336)


APENAS Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.