[Fotos] Missa da Quinta-feira “In Coena Domini”

Compartilhamos algumas fotos da Missa da Quinta-feira Santa (In Coena Domini), celebrada pelo Revmo. Padre José Leles. Clique aqui e confira.

 

Liturgia Diária- Sexta-feira “In Passione et Morte Domini”

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Cruz de Jerusalém

O Ofício solene de hoje é celebrado na basílica chamada Santa Cruz em Jerusalém. Representa esta basílica a cidade de Jerusalém, e, conservando-se nela uma das principais relíquias do santo Lenho, mais particularmente relembra o lugar em que o Cristo foi crucificado. O imperador Constantino transformou o palácio de Santa Helena em igreja, agradecendo a vitoria que alcançara sobre seu adversário, “no sinal do Cristo”, em 312 .

Sexta-feira da Paixão e Morte do Senhor é o nome deste dia. Nele a Igreja não celebra o Santo Sacrifício da Missa. Em sinal de luto e para realçar mais a morte de Nosso Senhor na Cruz, ela congrega os fiéis em redor do Sumo Sacerdote que se oferece como Vítima pelos pecados do mundo. É dia de luto universal.

A solene ação litúrgica desse dia, que deve ser celebrada à tarde, das 15 horas, não, todavia, depois das 18 horas se divide em quatro partes: 1ª. as Leituras; 2ª. as Orações Solenes; 3ª. a Adoração da Cruz e 4ª. a Comunhão.


Páginas 407 a 435 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Ação Litúrgica às 15 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Quinta-feira “In Coena Domini”

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. João de Latrão

Feria-Quinta in Coena Domini, isto é, Quinta-feira da ceia do Senhor, eis como a Liturgia designa o dia de hoje. Este nome nos indica o grande acontecimento que a santa Igreja comemora: a instituição do Sacrifício e Sacramento da Eucaristia e do Sacramento da Ordem.

Como no domingo de Ramos, reunimo-nos em S . João de Latrão, Mãe de todas as igrejas de Roma e do Universo, a mais nobre e mais antiga basílica, catedral do supremo Pastor da Igreja. Nela se conserva e venera ainda hoje a mesa em que o divino Salvador celebrou a última Ceia. O altar de nossa igreja é uma continuação daquela venerável mesa.

A Missa é festiva, com os paramentos brancos. Canta-se o Glória, durante o qual tocam festivamente os sinos, que depois emudecem até o Glória na Missa da Vigília Pascal.

Poucas passagens há, no ano eclesiástico, tão impressionantes e comovedoras para o coração do crente, quanto esta Missa; em que se mesclam alegria imensa e profunda tristeza.

Hoje só é celebrada uma santa Missa, durante a qual todos os Sacerdotes (e todos os Cristãos assim o deveriam fazer) recebem a sua Comunhão pascal da mão do Celebrante.

O memorável decreto “Maxima redemptionis nostrae mysteria” de 16/11/1955 com que a Sagrada Congregação dos Ritos, obedecendo a um mandado do Santo Padre Pio XII, renovou toda a liturgia da Semana Santa, prescreve que essa Missa in Coena Domini seja celebrada entre as 17 e as 20 horas.

Depois do Evangelho e da Homilia, pode-se realizar a cerimônia do Lava-pés.

A Santa Comunhão só pode ser distribuída durante a Missa ou logo depois dela e deve ser dada com partículas consagradas nessa mesma Missa.

Depois dia Missa, faz-se a solene transladação do SSmo. Sacramento para um altar lateral, que tenha sido ornamentado e preparado para esse fim desse altar se fará a pública adoração da Santa Reserva até meia-noite.


Páginas 392 a 406 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Quarta-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Maria Maior

Não pode a Igreja olvidar nestes dias da Paixão de seu Salvador, a sua Mãe Santíssima, que tão grande parte teve na obra da Redenção. E por isso que nos reunimos no maior santuário ereto em sua honra. Maria acompanha a seu Filho e a nós, nestes dias, e sofre com Ele e conosco. Nos antigos tempos esse dia era de exame para os catecúmenos e ainda hoje se conservam as três Leituras. Jesus Cristo padece como vemos nas Leituras e nos Cânticos, mas o fim dos seus sofrimentos é a glória (Introito).


Páginas 364 a 377 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Terça-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Prisca

Os primeiros Cristãos reuniam-se outrora provavelmente em casa de Santa Prisca, no Monte Aventino (igreja estacionai). Conforme a tradição, era o próprio S. Pedro quem presidia essas reuniões. S. Marcos, o discípulo do primeiro Papa, nos descreve a Paixão de Jesus e fala particularmente da negação de S. Pedro, que assim, humildemente, confessa a sua culpa. A Cruz de Jesus Cristo é para nós motivo de glória (Introito).


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Segunda-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Praxedes

O Salvador se prepara para sua Paixão (Cânticos). Enquanto Judas se resolve a trair Jesus, Maria Madalena unge o Mestre querido “para a sepultura”. Também nós podemos seguir o exemplo de Maria, ungindo os pés do Salvador, o que, no dizer de Santo Agostinho, significa: “Cuidar dos pobres e levar uma vida santa”. A santa Padroeira da igreja estacional é outro exemplo para nós, pois, distribuiu todos os seus bens pelos pobres.


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 18 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Domingo de Ramos

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São João do Latrão

É o domingo que precede à festa da Páscoa e dá início à Semana  Santa. Antes da Missa principal se realiza a bênção dos ramos com a procissão.

Desta bênção e desta procissão, já encontramos vestígios claros no século V.

Se deveras queremos compreender a liturgia deste domingo, cumpre colocarmo-nos bem no meio do cenário onde se vai desenrolar o doloroso drama, e, para que possamos atingir esse objetivo, útil será recordarmos os acontecimentos dos últimos dias da vida do Divino Salvador aqui na terra.

Jesus, à frente de . uma romaria, vai de Jericó a Betânia, onde os hospedam com os seus amigos Lázaro, Maria e Marta, que, para O homenagearem, dão um banquete. É nessa ocasião que Maria unge com arômatas a cabeça de Jesus. Indignado com este desperdício, Judas rompe com seu Mestre. Muita gente vem a Betânia para ver a Jesus e a Lázaro ressuscitado: Com estas multidões parte Jesus no dia seguinte em direção a Jerusalém, passando pelo monte das Oliveiras. Festiva é sua entrada, como narra Evangelho. O povo aclama o Messias. Honras dignas ‘de um Rei são-Lhe tributadas, enquanto os fariseus, cada vez mais, se enraivecem. Contemplando a cidade, Jesus chora, lastimando-lhe a infelicidade e a sorte triste que a espera. Entra solenemente no templo, mas nessa mesma tarde regressa a Betânia.

Esses são os principais fatos históricos em que se firma a liturgia deste domingo, que consta de duas partes bem distintas:  Bênção e procissão dos ramos: Alegre e triunfal. Porque nela aclamamos o Cristo, Rei e Vencedor. Paramentos vermelhos. A Santa Missa – Profundamente triste. Porque nela contemplamos o Homem das Dores. Paramentos roxos.


Páginas 326 a 349 do Missal Quotidiano. (Para a Missa: a partir da pág. 336)


APENAS Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


[Liturgia] A Semana Santa

Começamos a Semana Santa, durante a qual a Igreja celebra os santos Mistérios de nossa Redenção. É ela a preparação última para a Ressurreição de nosso Divino Salvador. Correspondendo à sua alta significação, distingue-se esta Semana por comoventes cerimônias e atos litúrgicos.

Cada dia é privilegiado, de sorte que nenhuma festa pode ser celebrada durante esta semana. As Orações, os Cânticos, as Leituras nos Ofícios e nas santas Missas relembram os grandes Mistérios de nossa Redenção.

Liturgia Diária- 13/04/2019

SÁBADO DA SEMANA DA PAIXÃO

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. João diante da Porta Latina

Outrora não havia Missa neste dia, que era como uma vigília do Domingo de Ramos. Por isso seus Cânticos são os do dia anterior. Também nas Leituras vemos novamente Jeremias, imagem do Cristo perseguido. Os judeus O odeiam. Os pagãos (catecúmenos) O procuram e a estes fala Jesus de sua morte. Se o grão de trigo (Cristo) morrer, ele dará muitos frutos, que somos todos nós, remidos por seu Sangue preciosíssimo.


SÃO LEÃO I (MAGNO), Papa, Confessor e Doutor

Festa de 3ª Classe- Missa do dia, com Coleta própria e demais orações da Missa “In virtute”

Filho de Leovigildo, rei dos Visigodos, foi convertido do arianismo para o catolicismo por S. Leandro. Não querendo receber a Santa Eucaristia das mãos de um bispo herético foi assassinado por ordem do próprio pai, porém o seu sangue foi semente de novas conversões.


Hoje NÃO HAVERÁ Missa na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Programação – Semana Santa

“Começamos a Semana Santa, durante a qual a Igreja celebra os santos Mistérios de nossa Redenção. É ela a preparação última para a Ressurreição de nosso Divino Salvador. Correspondendo à sua alta significação, distingue-se esta Semana por comoventes cerimônias e atos litúrgicos. 

Cada dia é privilegiado, de sorte que nenhuma festa pode ser celebrada durante esta semana. As Orações, os Cânticos, as Leituras nos Ofícios e nas santas Missas relembram os grandes Mistérios de nossa Redenção. “

Próximas Missas

13/04 (sábado)- NÃO haverá Missa.

14/04 (Domingo)- Domingo de Ramos (II Domingo da Paixão)- APENAS Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Santa Terezinha.


Atendimento de Confissões- Antes e depois das Missas na Capela.

Liturgia Diária- 11/04/2019

QUINTA-FEIRA DA SEMANA DA PAIXÃO

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Apolinário

Com os penitentes, estamos no exílio (Introito, Ofertório). Instantemente pedimos perdão (com Asarias, na Leitura). Na Quinta-feira Santa os penitentes eram recebidos novamente na Comunhão dos fiéis. Hoje, oito dias antes, Jesus se anuncia amigo dos pecadores (Evangelho).


SÃO LEÃO I (MAGNO), Papa, Confessor e Doutor

Festa de 3ª Classe- Missa do dia, com 2ªs orações da missa “Si diligis me”

Desde 440 ocupando o trono pontifício, combateu as heresias (Monofisistas). Salvou Roma das hordas dos bárbaros (452). Por seus muitos méritos e zelo em firmar a autoridade da Sé apostólica, recebeu o título de “Grande”.


Páginas 312 a 315, 1031, 812 a 816 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- 10/04/2019

QUARTA-FEIRA DA SEMANA DA PAIXÃO

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Marcelo

A Leitura se dirige aos catecúmenos. Havia quinze dias que tinham recebido a lei de Deus e hoje deviam repeti-la no escrutínio. No Introito pedimos perdão, com eles, por nossos pecados. Como,  na Leitura, Deus diz: “Eu sou o Senhor”, assim, no Evangelho, Jesus proclama: “Eu sou o Filho de Deus”. Os que ouvem a sua voz, isto é, os que Nele creem e O seguem, terão a vida eterna.


Páginas 307 a 311 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- 09/04/2019

TERÇA-FEIRA DA SEMANA DA PAIXÃO

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Ciríaco

Daniel na cova dos leões (Leitura) é uma figura do Cristo (Evangelho) e de todos os que sofrem por Deus. O Deus de Israel nos salvará de todas as angústias (Communio).


Páginas 303 a 307 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- 08/04/2019

SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA DA PAIXÃO

Féria de 3ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Crisógono

Somente os que se convertem aproveitarão da Paixão de Nosso Senhor (Leitura), e não aqueles que se obstinam como os judeus (Evangelho). O Salvador convida a todos os que têm sede, isto é, vontade de se salvar.


Páginas 300 a 303 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 18 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Próximas Missas: clique aqui.


Liturgia Diária- I Domingo da Paixão

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Pedro

No lugar em que S. Pedro seguiu o exemplo de seu Mestre, morrendo na cruz, quer também a Igreja associar-se à Paixão de Nosso Senhor. Jesus Cristo, o Medianeiro entre Deus e os homens, inocente Ele mesmo e sem mancha, se oferece como o Sacrifício de expiação pelos homens (Epístola). Nestas palavras está expresso o sentido da Missa de hoje, pois nela Jesus repete o mesmo Sacrifício (Communio). Enquanto os judeus blasfemam contra o Senhor, nós dizemos: “Senhor, eu Vos louvarei.” E à palavra de Jesus: “Se alguém guarda a minha palavra não verá a morte para sempre”, nós respondemos: Beneficiai vosso servo, para que viva e observe os vossos preceitos.

Sobre o Tempo da Paixão, leia nota explicativa clicando aqui.


Páginas 295 a 299 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa Rezada às 09:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


O Tempo da Paixão

1. Significação deste Tempo. Com o Domingo da Paixão, iniciamos a terceira fase da preparação para a Páscoa. A Igreja concentra toda a sua atenção no Senhor que padece, e O acompanha em seu caminho de dores, que, pelo ódio e pelas hostilidades dos judeus, conduz até o Calvário. Assistimos ao conflito entre o Salvador e os seus inimigos que Lhe recusam acolhimento. O ódio destes já não procura dissimular-se e, cada vez mais crescente, prorrompe em grosseiras injúrias contra Aquele que, qual bom Samaritano, vai curar-lhes as feridas e libertá-los da morte eterna. O Salvador, às injúrias que Lhe fazem, chamando-O de sedutor, blasfemo, possesso do demônio, responde com toda a calma. Ele bem sabe porque assim o fazem. É vontade de seu Pai que Ele sofra por aqueles que assim O perseguem. Na realização de seus desígnios os adversários do Cristo são apenas instrumentos de que Deus se utiliza para a execução de seus eternos decretos. Sobre o Madeiro da Cruz, Jesus alcança a vitória final (Prefácio da Santa Cruz).

2. Nossos sentimentos durante este Tempo. Embora Deus, Jesus Cristo sofreu todas as atrocidades das dores físicas e morais. A natureza humana padece, geme, procura a salvação. Neste sentido a Igreja compreende os Cânticos das Missas destes quinze dias. E nós, com toda a confiança que temos na vitória final, não deixamos de abismar-nos nas dores de nosso Salvador. Aumente em nós a dor por nossos pecados que Lhe custaram tantos padecimentos. Aumente em nós o amor por nosso Jesus que tanto sofreu por todos os homens!

3. Particularidades deste Tempo. Para bem demonstrar a sua compaixão pelo Esposo, a Igreja omite nestes dias todas as demonstrações de alegria. Não se diz o salmo Judica, ao pé do altar, nem o Glória Patri. São veladas nas igrejas as imagens e os próprios Crucifixos, em sinal de tristeza. Desaparecem, quase por completo, nestes dias, as referências aos catecúmenos e às igrejas estacionais. A Igreja quer que nos concentremos o mais intensamente possível sobre a Paixão de Jesus e gravemos profundamente em nossas almas o Mistério de nossa Redenção.