[Liturgia] A Semana Santa

Começamos a Semana Santa, durante a qual a Igreja celebra os santos Mistérios de nossa Redenção. É ela a preparação última para a Ressurreição de nosso Divino Salvador. Correspondendo à sua alta significação, distingue-se esta Semana por comoventes cerimônias e atos litúrgicos.

Cada dia é privilegiado, de sorte que nenhuma festa pode ser celebrada durante esta semana. As Orações, os Cânticos, as Leituras nos Ofícios e nas santas Missas relembram os grandes Mistérios de nossa Redenção.

O Tempo da Paixão

1. Significação deste Tempo. Com o Domingo da Paixão, iniciamos a terceira fase da preparação para a Páscoa. A Igreja concentra toda a sua atenção no Senhor que padece, e O acompanha em seu caminho de dores, que, pelo ódio e pelas hostilidades dos judeus, conduz até o Calvário. Assistimos ao conflito entre o Salvador e os seus inimigos que Lhe recusam acolhimento. O ódio destes já não procura dissimular-se e, cada vez mais crescente, prorrompe em grosseiras injúrias contra Aquele que, qual bom Samaritano, vai curar-lhes as feridas e libertá-los da morte eterna. O Salvador, às injúrias que Lhe fazem, chamando-O de sedutor, blasfemo, possesso do demônio, responde com toda a calma. Ele bem sabe porque assim o fazem. É vontade de seu Pai que Ele sofra por aqueles que assim O perseguem. Na realização de seus desígnios os adversários do Cristo são apenas instrumentos de que Deus se utiliza para a execução de seus eternos decretos. Sobre o Madeiro da Cruz, Jesus alcança a vitória final (Prefácio da Santa Cruz).

2. Nossos sentimentos durante este Tempo. Embora Deus, Jesus Cristo sofreu todas as atrocidades das dores físicas e morais. A natureza humana padece, geme, procura a salvação. Neste sentido a Igreja compreende os Cânticos das Missas destes quinze dias. E nós, com toda a confiança que temos na vitória final, não deixamos de abismar-nos nas dores de nosso Salvador. Aumente em nós a dor por nossos pecados que Lhe custaram tantos padecimentos. Aumente em nós o amor por nosso Jesus que tanto sofreu por todos os homens!

3. Particularidades deste Tempo. Para bem demonstrar a sua compaixão pelo Esposo, a Igreja omite nestes dias todas as demonstrações de alegria. Não se diz o salmo Judica, ao pé do altar, nem o Glória Patri. São veladas nas igrejas as imagens e os próprios Crucifixos, em sinal de tristeza. Desaparecem, quase por completo, nestes dias, as referências aos catecúmenos e às igrejas estacionais. A Igreja quer que nos concentremos o mais intensamente possível sobre a Paixão de Jesus e gravemos profundamente em nossas almas o Mistério de nossa Redenção.


Fonte: Missal Quotidiano – D. Beda Keickeisen – 1962, p. 285.

II Simpósio Summorum Pontificum- Programação

Confira a Programação do II Simpósio Summorum Pontificum de Uberlândia e Região:


Mais informações, clique aqui. Inscrições, acesse aqui

II Simpósio Summorum Pontificum- Conferencistas



Mais informações, clique aqui. Inscrições, acesse aqui

II Summorum Pontificum de Uberlândia e Região – NOVO FORMATO

Salve Maria!

            É do vosso conhecimento que a Irmandade Nossa Senhora do Carmo agendou para os dias 15, 16 e 17 de novembro, na casa de retiros Oásis, o II Summorum Pontificum de Uberlândia e Região, cujo tema abordado será: A Reforma Litúrgica e a crise na Igreja.

            Devido algumas intempéries, o Simpósio não poderá ser realizado naquele local. Porém, pensando na riqueza do assunto e no preparo dos ilustres professores convidados para abordá-lo em suas conferências, as quais nos trarão, em especial, a compreensão do momento em que vivemos na Igreja e bons frutos para nosso apostolado, decidimos manter o Simpósio, mas sem a estrutura anterior, ou seja, sem hospedagem, sem almoço e jantar e, não mais três dias, mas sim dois dias, a saber: 15 e 16 de novembro no Santuário Nossa Senhora Aparecida, Sala Esperança, localizado na Praça Nossa Senhora Aparecida, 100, Bairro Nossa Senhora Aparecida, em Uberlândia.

Assim, a taxa de participação por pessoa Simpósio será de R$ 60,00 (sessenta reais), valor que poderá ser divido em até 12x (doze vezes) sem juros. Tal contribuição servirá para cobrir as despesas com os professores conferencistas, que virão da cidade de São Paulo, bem como os lanches oferecidos aos participantes nos dois dias.

As inscrições já podem ser realizadas na plataforma Sympla (clique aqui). Qualquer dúvida, estamos à disposição através do e-mail diretoria@irmandadedocarmo.org ou via Whatsapp: 34 99165-4467.

           Contamos com sua compreensão e, principalmente, sua participação neste evento, ao que pedimos suas orações por nosso apostolado.


EVENTOII Simpósio Summorum Pontificum de Uberlândia e Região;

TEMAReforma Litúrgica e a crise na Igreja;

LOCALSantuário Nossa Senhora Aparecida – Sala Esperança.

ENDEREÇO: Praça Nossa Senhora Aparecida, 100, Bairro Nossa Senhora Aparecida, Uberlândia-MG;

DATA15 e 16/11/2019;

CONFERENCISTASDr. André Melo, Me. Fernando Schlithler, Dra. Laura Palma.

TAXA: R$ 60,00, divididos em até 12 vezes.

INSCRIÇÕES: clique aqui

[Liturgia] A Semana Santa

Começamos a Semana Santa, durante a qual a Igreja celebra os santos Mistérios de nossa Redenção. É ela a preparação última para a Ressurreição de nosso Divino Salvador. Correspondendo à sua alta significação, distingue-se esta Semana por comoventes cerimônias e atos litúrgicos.

Cada dia é privilegiado, de sorte que nenhuma festa pode ser celebrada durante esta semana. As Orações, os Cânticos, as Leituras nos Ofícios e nas santas Missas relembram os grandes Mistérios de nossa Redenção.

O Tempo da Paixão

1. Significação deste Tempo. Com o Domingo da Paixão, iniciamos a terceira fase da preparação para a Páscoa. A Igreja concentra toda a sua atenção no Senhor que padece, e O acompanha em seu caminho de dores, que, pelo ódio e pelas hostilidades dos judeus, conduz até o Calvário. Assistimos ao conflito entre o Salvador e os seus inimigos que Lhe recusam acolhimento. O ódio destes já não procura dissimular-se e, cada vez mais crescente, prorrompe em grosseiras injúrias contra Aquele que, qual bom Samaritano, vai curar-lhes as feridas e libertá-los da morte eterna. O Salvador, às injúrias que Lhe fazem, chamando-O de sedutor, blasfemo, possesso do demônio, responde com toda a calma. Ele bem sabe porque assim o fazem. É vontade de seu Pai que Ele sofra por aqueles que assim O perseguem. Na realização de seus desígnios os adversários do Cristo são apenas instrumentos de que Deus se utiliza para a execução de seus eternos decretos. Sobre o Madeiro da Cruz, Jesus alcança a vitória final (Prefácio da Santa Cruz).

2. Nossos sentimentos durante este Tempo. Embora Deus, Jesus Cristo sofreu todas as atrocidades das dores físicas e morais. A natureza humana padece, geme, procura a salvação. Neste sentido a Igreja compreende os Cânticos das Missas destes quinze dias. E nós, com toda a confiança que temos na vitória final, não deixamos de abismar-nos nas dores de nosso Salvador. Aumente em nós a dor por nossos pecados que Lhe custaram tantos padecimentos. Aumente em nós o amor por nosso Jesus que tanto sofreu por todos os homens!

3. Particularidades deste Tempo. Para bem demonstrar a sua compaixão pelo Esposo, a Igreja omite nestes dias todas as demonstrações de alegria. Não se diz o salmo Judica, ao pé do altar, nem o Glória Patri. São veladas nas igrejas as imagens e os próprios Crucifixos, em sinal de tristeza. Desaparecem, quase por completo, nestes dias, as referências aos catecúmenos e às igrejas estacionais. A Igreja quer que nos concentremos o mais intensamente possível sobre a Paixão de Jesus e gravemos profundamente em nossas almas o Mistério de nossa Redenção.