Liturgia Diária- Segunda-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Praxedes

O Salvador se prepara para sua Paixão (Cânticos). Enquanto Judas se resolve a trair Jesus, Maria Madalena unge o Mestre querido “para a sepultura”. Também nós podemos seguir o exemplo de Maria, ungindo os pés do Salvador, o que, no dizer de Santo Agostinho, significa: “Cuidar dos pobres e levar uma vida santa”. A santa Padroeira da igreja estacional é outro exemplo para nós, pois, distribuiu todos os seus bens pelos pobres.


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- Segunda-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Praxedes

O Salvador se prepara para sua Paixão (Cânticos). Enquanto Judas se resolve a trair Jesus, Maria Madalena unge o Mestre querido “para a sepultura”. Também nós podemos seguir o exemplo de Maria, ungindo os pés do Salvador, o que, no dizer de Santo Agostinho, significa: “Cuidar dos pobres e levar uma vida santa”. A santa Padroeira da igreja estacional é outro exemplo para nós, pois, distribuiu todos os seus bens pelos pobres.


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- Segunda-feira Santa

Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Praxedes

O Salvador se prepara para sua Paixão (Cânticos). Enquanto Judas se resolve a trair Jesus, Maria Madalena unge o Mestre querido “para a sepultura”. Também nós podemos seguir o exemplo de Maria, ungindo os pés do Salvador, o que, no dizer de Santo Agostinho, significa: “Cuidar dos pobres e levar uma vida santa”. A santa Padroeira da igreja estacional é outro exemplo para nós, pois, distribuiu todos os seus bens pelos pobres.


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 18 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- 26/03/2017

SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA SANTA 

Féria de 1ª Classe- Missa Própria

A Igreja convida-nos a reviver, em espírito, os últimos dias de vida do Divino Mestre, e os sentimentos que o animaram ao aproximar-se da Paixão.Isaías descreve antecipadamente a atitude do Justo sofredor, que confia a Deus a sua defesa; certo do triunfo, entrega-se aos adversários por amor de seus irmãos. O evangelho mostra-nos Jesus durante uma refeição em Betânia, seis dias antes da Páscoa. Tudo indica o próximo desenlace: o gesto de Maria evoca a sepultura, os sentimentos de Judas fazem prever o crime do traidor, a presença de Lázaro ressuscitado pressagia a ressurreição do Senhor.


Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963).


Missa às 18:30 horas na Capela São Judas Tadeu.


LEITURAS

Leitura (Is 50, 5-10)


Profecia impressionante da flagelação. A vários séculos de distância, Isaías descreve o Messias sofredor: consciente da sua missão, seguro do seu triunfo final, abandona-se a Deus, e aceita as presentes humilhações, para salvação dos homens. 


Leitura do profeta Isaías.

Naqueles dias, disse Isaías: O Senhor Deus abriu-me o ouvido e eu não relutei, não me esquivei. Aos que me feriam, apresentei as espáduas, e as faces àqueles que me arrancavam a barba; não desviei o rosto dos ultrajes e dos escarros. Mas o Senhor Deus vem em meu auxílio: eis por que não me senti desonrado; enrijeci meu rosto como uma pedra, convicto de não ser desapontado. Aquele que me fará justiça aí está. Quem ousará atacar-me? Vamos medir-nos! Quem será meu adversário? Que se apresente! O Senhor Deus vem em meu auxílio: quem ousaria condenar-me? Cairão em frangalhos como um manto velho; a traça os roerá. Que aqueles dentre vós que temem o Senhor ouçam a voz de seu Servo! Que aqueles que caminham no escuro, privados de luz, confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus!

Evangelho (Jo 12, 1-9)


“Ante sex dies paschae”. São João salienta a relação que existe entre a morte de Jesus e a celebração da Páscoa. Dentre os fatos marcantes desta semana de preparação para a Páscoa, notou esta refeição e frisou todos os pormenores, que pressagiam a morte de Jesus.


Sequência do Santo Evangelho segundo João.

Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus a Betânia, onde vivia Lázaro, que ele ressuscitara. Deram ali uma ceia em sua honra. Marta servia e Lázaro era um dos convivas. Tomando Maria uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa encheu-se do perfume do bálsamo. Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de trair, disse: Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? Dizia isso não porque ele se interessasse pelos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, furtava o que nela lançavam. Jesus disse: Deixai-a; ela guardou este perfume para o dia da minha sepultura. Pois sempre tereis convosco os pobres, mas a mim nem sempre me tereis. Uma grande multidão de judeus veio a saber que Jesus lá estava; e chegou, não somente por causa de Jesus, mas ainda para ver Lázaro, que ele ressuscitara. Mas os príncipes dos sacerdotes resolveram tirar a vida também a Lázaro, porque muitos judeus, por causa dele, se afastavam e acreditavam em Jesus. No dia seguinte, uma grande multidão que tinha vindo à festa em Jerusalém ouviu dizer que Jesus se ia aproximando.