Inscrições para a Catequese- 2019

Estão abertas as inscrições para a Catequese em preparação para os sacramentos da Eucaristia (1ª Comunhão) e Crisma.

Liturgia Diária- Festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor

Festa de 1ª Classe- Missa Própria

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Sangue preciosíssimo do Salvador, fonte de vida para sempre aberta pela cruz redentora, Vós, que lavais a mancha de todo o universo, fazei desabrochar a santidade na Igreja, paraíso reencontrado.

Instituída em 1849 por Pio IX, esta festa foi elevada à categoria de 1ª Classe, por Pio XI, por ocasião do XIXº centenário da morte do Salvador. 

A liturgia da festa, recordando a cena do Calvário com a lançada que abriu o lado do divino crucificado, detém-se a comentar a significação e o alcance infinito do sacrifício do Calvário. o evangelho é o da festa do Coração de Jesus, e a epístola a do domingo da Paixão: sao os grandes temas da redenção operada simultaneamente pelo sangue e pelo amor de Cristo. “Terra, oceano, céus, universo, tudo foi purificado neste rio”. 

OBS.: Por ser festa do Senhor, hoje não se faz comemoração do domingo.


Páginas 1145 a 1148 do Missal Quotidiano.


Missa Rezada às 9:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Santa Terezinha.


Liturgia Diária- 19/06/2018

SANTA JULIANA DE FALCONIERI, Virgem

Festa de 3ª Classe– Missa “Dilexisti” com Coleta própria

Santa Juliana nasceu em Florença, em 1270. Tinha 15 anos, quando nos fins de 1284 São Filipe Benício, geral da Ordem dos Servitas, a recebeu entre as “manteladas”, ramo feminino da Ordem. Tinha uma grande devoção à Santíssima Eucaristia, e dedicou fervoroso culto às sete dores de Nossa Senhora, especialmente honrada pelos servitas. Morreu em Florença, em 1341. 

LEITURAS

Epístola (II Cor 10, 17-18; 11, 1-2)

Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Coríntios.

Irmãos: quem se gloria, glorie-se no Senhor. Pois merece a aprovação não aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda.  Oxalá suportásseis um pouco de loucura de minha parte! Oh, sim! Tolerai-me. Eu vos consagro um carinho e amor santo, porque vos desposei com um esposo único e vos apresentei a Cristo como virgem pura.

Evangelho (Mt 25, 1-13)

Sequência do Santo Evangelho segundo Mateus. 

Naquele tempo, disse Jesus a Seus discípulos: o Reino dos céus é semelhante a dez virgens, que saíram com suas lâmpadas ao encontro do esposo. Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes. Tomando suas lâmpadas, as tolas não levaram óleo consigo. As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de óleo junto com as lâmpadas. Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram. No meio da noite, porém, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro. E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas. As tolas disseram às prudentes: Dai-nos de vosso óleo, porque nossas lâmpadas se estão apagando. As prudentes responderam: Não temos o suficiente para nós e para vós; é preferível irdes aos vendedores, a fim de o comprardes para vós. Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta. Mais tarde, chegaram também as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço! Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.

Liturgia Diária- III Domingo depois de Pentecostes

Domingo de 2ª Classe– Missa Própria

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Toda a missa de hoje é um hino à misericórdia divina para com os homens, e esse sentimento de Deus a nosso respeito, se assim podemos falar, atinge a sua mais alta expressão na solicitude de Jesus com os pecadores. As mais belas parábolas – a da ovelha desgarrada e a da dracma perdida, recolhidas por São Lucas, não podiam encontrar melhor lugar que a seguir à festa do Sagrado Coração de Jesus. 

Enquanto o demônio se conserva adversário temível, apostado em nos perder, prossegue Deus incansavelmente a obra da nossa salvação. São Pedro convida-nos a estar vigilantes, firmes na fé, e repor no Senhor os nossos cuidados. “Ele próprio se ocupa de vós”, brada o príncipe dos Apóstolos. As partes cantadas fazem eco ao evangelho e à epístola, de modo que o apelo à confiança fica tanto mais fundamentado quanto se verifica estar Deus mais perto daqueles que Dele sentem necessidade. A misericórdia de Deus, querida já do salmista e reforçada pro Nosso Senhor, é uma constante através de todo a Revelação. Encontra-se em toda a doutrina da Igreja alusiva ao amor do Salvador pelos pobres, pelos desgraçados, pelos pecadores, por todos aqueles que procuram em Deus remédio para a sua miséria. 


Páginas 605 a 609 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre,1963).


Missa Rezada às 9:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


PRÓPRIO DO DIA

Introito (Sl 24, 26,18,1-2)

Olhai para mim, Senhor, porque sou pobre e estou sozinho. Vede o meu nada e a minha dor e perdoai-me, ó Deus meu, todos os meus pecados. Sl. Levantei até Vós, Senhor, o meu coração. Por isso tenho confiança de não ser confundido. Glória ao Pai.

Coleta


A providência divina estende-se a tudo o que nos diz respeito, para nos guiar e tudo penetrar de sua graça, na unidade duma vida que, através dos bens temporais, nos deve conduzir aos eternos.


Ó Deus, que sois o protetor dos que esperam em Vós e o princípio de toda a virtude e santidade, multiplicai sobre nós a vossa misericórdia, para que, governados e conduzidos por Vós, passemos por esta vida sem perder a eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Epístola (I Ped 5, 6-11)


“Fratres, sobrii estote et vigilate”. Todas as tardes, no ofício de completas, a Igreja lembra aos fiéis o conselho de São Pedro. Vamos ver agora em que encorajante contexto ele se situa.


Leitura da Epístola de São Pedro Apóstolo .

Caríssimos: Humilhai-vos, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele vos exalte no tempo oportuno. Confiai-lhe todas as vossas preocupações, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós. O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará.  A ele o poder na eternidade! Amém.

Gradual (Sl 54, 23;17;19)

Deita no Senhor o teu pensamento e Ele te sustentará. Clamei pelo Senhor e Ele me ouviu e me defendeu dos que se aproximavam de mim.

Aleluia (Sl 7,12)

Aleluia, aleluia. Deus, que é juiz íntegro, forte e paciente, acaso andará sempre irado? Aleluia.

Evangelho (Lc 15,1-10)


É em resposta às malévolas insinuações dos escribas e fariseus que Jesus vai contar a parábola da misericórdia e do perdão.


Sequência do Santo Evangelho segundo Lucas :

Naquele tempo, aproximavam-se de Jesus os publicanos e os pecadores para ouvi-lo. Os fariseus e os escribas murmuravam: Este homem recebe e come com pessoas de má vida! Então lhes propôs a seguinte parábola:
Quem de vós que, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? E depois de encontrá-la, a põe nos ombros, cheio de júbilo, e, voltando para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Regozijai-vos comigo, achei a minha ovelha que se havia perdido. Digo-vos que assim haverá maior júbilo no céu por um só pecador que fizer penitência do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma delas, não acende a lâmpada, varre a casa e a busca diligentemente, até encontrá-la? E tendo-a encontrado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Regozijai-vos comigo, achei a dracma que tinha perdido. Digo-vos que haverá júbilo entre os anjos de Deus por um só pecador que se arrependa.

Ofertório (Salmo 9,11-13)

Todos os que conheceram o teu nome esperam em Ti, Senhor, porque não abandonaste os que Te buscavam. Cantai ao Senhor que tem em Sião sua morada, porque Ele não esquece a oração do pobre. 

Secreta

Olhai, Senhor, os dons da Igreja suplicante e fazei que os fiéis os recebam para sua perpétua santificação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Comunhão (Lc 15,10)

Digo-vos que os Anjos de Deus se alegram por um pecados que faz penitência. 

Pós-comunhão

Que a recepção destes sagrados mistérios nos dê vida, e, purificando, nos prepare para a misericórdia eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 


PARTITURAS E ÁUDIOS

Liturgia Diária- 09/06/2018

SÃO PRIMO E SÃO FELICIANO, Mártires

Comemoração- Missa Própria do domingo com 2ªs orações próprias

Primo e Feliciano são dois mártires romanos da Via Nomentana. As suas relíquias transportadas no século VII para dentro da cidade, conservam-se atualmente em Santo Estevão “Rotondo” no Monte Célio. 

LEITURAS

Epístola (I Jo 3, 13-18)


O amor a nossos irmãos, para ser eficaz e verdadeiro, deve crescer até a medida do que Jesus Cristo nos dedicou: Ele deu a vida por nós.


Leitura da Epístola de São João Apóstolo .

Caríssimos: Não vos admireis, irmãos, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte. Quem odeia seu irmão é assassino. E sabeis que a vida eterna não permanece em nenhum assassino. Nisto temos conhecido o amor: (Jesus) deu sua vida por nós. Também nós outros devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos. Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade.

Evangelho (Lc 14, 16-24)


Para o banquete eucarístico ou para o festim messiânico todos estão convidados, ainda os mais miseráveis. Simplesmente se excluem aqueles que, satisfeitos com o que têm, pensam não ter necessidade de Deus. 


Sequência do Santo Evangelho segundo Lucas.

Naquele tempo: Disse Jesus aos fariseus a seguinte parábola: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas. E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado. Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado. Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado. Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir. Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar. O senhor ordenou: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga todos a entrar, para que se encha a minha casa. Pois vos digo: nenhum daqueles homens, que foram convidados, provará a minha ceia.

Liturgia Diária- 07/06/2018

MISSA DA FÉRIA

Féria de 4ª Classe- Missa Própria do II Domingo depois de Pentecostes

A epístola lembra o imperioso dever de caridade fraterna. À imitação de Cristo, que se entregou por nós, devemos amar o próximo até dar a vida por ele. No evangelho, a parábola dos convidados ao banquete, prefigura também a sangrada Eucaristia, como o banquete messiânico ao qual estamos todos convidados. Sempre que nos aproximamos da sagrada mesa, lembremo-nos que esta comunhão com Deus, nos prepara para a união definitiva da alma. As antecipações santificantes do sacramento encontrarão plena realização na felicidade eterna. 

As orações convidam-nos a fixar o nosso amor em Deus, a despojar-nos das coisas terrenas, para nos “elevarmos à prática duma vida perfeita”.

LEITURAS

Epístola (I Jo 3, 13-18)


O amor a nossos irmãos, para ser eficaz e verdadeiro, deve crescer até a medida do que Jesus Cristo nos dedicou: Ele deu a vida por nós.


Leitura da Epístola de São João Apóstolo .

Caríssimos: Não vos admireis, irmãos, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte. Quem odeia seu irmão é assassino. E sabeis que a vida eterna não permanece em nenhum assassino. Nisto temos conhecido o amor: (Jesus) deu sua vida por nós. Também nós outros devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos. Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade.

Evangelho (Lc 14, 16-24)


Para o banquete eucarístico ou para o festim messiânico todos estão convidados, ainda os mais miseráveis. Simplesmente se excluem aqueles que, satisfeitos com o que têm, pensam não ter necessidade de Deus. 


Sequência do Santo Evangelho segundo Lucas.

Naquele tempo: Disse Jesus aos fariseus a seguinte parábola: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas. E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado. Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado. Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado. Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir. Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar. O senhor ordenou: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga todos a entrar, para que se encha a minha casa. Pois vos digo: nenhum daqueles homens, que foram convidados, provará a minha ceia.

Liturgia Diária- II Domingo depois de Pentecostes

Domingo de 2ª Classe- Missa Própria

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A epístola lembra o imperioso dever de caridade fraterna. À imitação de Cristo, que se entregou por nós, devemos amar o próximo até dar a vida por ele. No evangelho, a parábola dos convidados ao banquete, prefigura também a sangrada Eucaristia, como o banquete messiânico ao qual estamos todos convidados. Sempre que nos aproximamos da sagrada mesa, lembremo-nos que esta comunhão com Deus, nos prepara para a união definitiva da alma. As antecipações santificantes do sacramento encontrarão plena realização na felicidade eterna. 

 

As orações convidam-nos a fixar o nosso amor em Deus, a despojar-nos das coisas terrenas, para nos “elevarmos à prática duma vida perfeita”.


Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefevbre, 1963).


Missa Rezada às 9:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


PRÓPRIO DO DIA

Introito (Sl. 17,19-20, 2-3)

O Senhor fez-se o meu protetor e levou-me para um lugar espaçoso. Salvou-me porque me queria. Sl. Amo-Vos, Senhor, porque sois a minha fortaleza; sois o meu arrimo, o meu refúgio e libertador. Glória ao Pai.

Coleta

Fazei, Senhor, que nos anime sempre o temor e o amor do vosso santo nome, porque nunca deixais de dirigir os que firmais na vossa caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Epístola (I Jo 3, 13-18)


O amor a nossos irmãos, para ser eficaz e verdadeiro, deve crescer até a medida do que Jesus Cristo nos dedicou: Ele deu a vida por nós.


Leitura da Epístola de São João Apóstolo .

Caríssimos: Não vos admireis, irmãos, se o mundo vos odeia. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte. Quem odeia seu irmão é assassino. E sabeis que a vida eterna não permanece em nenhum assassino. Nisto temos conhecido o amor: (Jesus) deu sua vida por nós. Também nós outros devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos. Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como pode estar nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas por atos e em verdade.

Gradual (Sl. 119, 1-2)

Clamei pelo Senhor quando me atribularam e Ele ouviu-me. Senhor livrai a minha alma dos lábios pecadores e da língua mentirosa.

Aleluia (Sl 7,2)

Aleluia, aleluia. Meu Senhor e meu Deus, esperei em Vós, salvai-me das mãos dos que me perseguem e livrai-me. Aleluia.

Evangelho (Lc 14, 16-24)


Para o banquete eucarístico ou para o festim messiânico todos estão convidados, ainda os mais miseráveis. Simplesmente se excluem aqueles que, satisfeitos com o que têm, pensam não ter necessidade de Deus. 


Sequência do Santo Evangelho segundo Lucas.

Naquele tempo: Disse Jesus aos fariseus a seguinte parábola: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas. E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado. Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado. Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado. Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir. Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar. O senhor ordenou: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga todos a entrar, para que se encha a minha casa. Pois vos digo: nenhum daqueles homens, que foram convidados, provará a minha ceia.

Ofertório (Sl 6,5)

Voltai, Senhor, e salvai a minha alma. Salvai-me por vossa misericórdia. 

Secreta

Que este sacrifício, que oferecemos em honrado do vosso nome, nos lave, Senhor, e dia a dia nos guie na prática da virtude. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Comunhão (Sl 12,6)

Cantarei ao Senhor por todos os bens que me deu e celebrarei o nome do Altíssimo. 

Pós-comunhão

Alimentados com estes dons, humildemente Vos suplicamos a graça de encontrarmos na recepção destes mistérios aumentos de salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 


PARTITURAS E ÁUDIOS

Liturgia Diária- Festa de Corpus Christi

FESTA DO SANTÍSSIMO CORPO DE NOSSO SENHOR

Festa de 1ª Classe- Missa Própria – Festa de Preceito

A festa do Corpo de Deus remonta ao século XIII. Instituiu-a, em 1246, o bispo de Liége, na sua diocese, a pedido instante da bem-aventurada Juliana, prioresa dum convento sito às portas da cidade, no monte Cornillon. Passados anos, Urbano IV, antigo arcediago de Liege, estendeu-a à Igreja universal. A procissão do Santíssimo, que dela faz parte, tornou a festa do Corpo de Deus, em pouco tempo, uma das mais queridas do povo. Com a sua fé na presença real, canta a Deus, nesta solenidade, o reconhecimento de todos os benefícios auferidos neste sacramento. A Eucaristia liga-se intimamente à vida da Igreja e dos fiéis. Pode-se dizer que é na Eucaristia que esta vida se vai haurir e que nela se exprime continuamente. Na Santa Missa, a Igreja atualiza sobre os nossos altares o sacrifício de Cristo, fonte da Redenção, e oferece-o incessantemente a Deus, em união com o próprio Cristo. Na Sagrado Comunhão, é a união íntima dos fiéis com Cristo, por eles imolado, que se opera, e a transformação de suas vidas pela d’Ele: nascidos para a vida da graça, nas águas batismais, alimentam-se da Eucaristia, como dum pão celeste. 

A missa e o ofício foram compostos por São Tomás. Aí se encontra, com a alma do Santo, a precisão de doutrina do grande Teólogo. 


FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA

Comemoração- Missa da Festa do Corpo de Deus, com 2ªs orações próprias

O povo cristão, com sua segura intuição, reconheceu sempre a dignidade real da mãe do “Rei dos reis e senhos dos senhores”. Os santos padres, doutores e papas foram os intérpretes autorizados desta tradição; e o triunfal testemunho desta crença comum resplandece na arte e na penetrante ctequese da liturgia. Por sua vez, os teólogos mostraram com sucesso quanto o título real convinha à Mãe de Deus, intimamente associada à obra redentora de seu Filho, e mediadora de todas as graças. 

Respondendo ao voto unânime dos fiéis e pastores, S.S. Pio XII instituiu, pela encíclica de 11 de Outubro de 1954 [“Ad Caeli Reginam”], a festa de Maria Rainha, sancionando assim o culto que já todos os cristãos prestavam, no seu coração, à soberana do Céu e da Terra. 


Páginas 584 a 584 e 1084 a 1086 do Missal Quotidiano.


Missa Cantada e Procissão Canônica às 9:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


PRÓPRIO DO DIA

Introito (Sl 80, 17*, 2)


O trigo e o mel evocam a entrado dos Hebreus na terra prometida, depois das privações do deserto. Figuram a Eucaristia, alimento da nossa vida sobrenatural.


Deu-lhes a comer da flor do trigo, aleluia, e inebriou-os com o mel dos rochedos, aleluia, aleluia, aleluia. Sl. Cantai ao Senhor com alegria, que Ele é o nosso auxílio. Cantai ao Deus de Jacó. Glória ao Pai.

Coleta

Ó Deus, que neste sacramento admirável nos deixastes o memorial da vossa Paixão, fazei, nós Vo-lo supricamos, que veneremos o vosso Corpo e Sangue de tal modo que mereçamos sentir constantemente os efeitos da vossa Redenção. Vós que viveis e reinais. 

Epístola (I Cor 11, 23-29)


Esta epístola, tirada da de Quinta-feira Santa, vem aqui para lembrar-nos a instituição da Eucaristia, fato que São Paulo e os evangelistas sinóticos nos transmitiram.


Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Coríntios.

Irmãos: Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim. Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim. Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação.

Gradual (Sl 144, 15-16)

Os olhos de todos esperam em Vós, Senhor, e Vós dais-lhes de comer a seu tempo. Abris as mãos e inundais de bençãos todo o vivente.

Aleluia (Jo 6,56-57)

Aleluia, aleluia. A minha carne é verdadeiramente alimento e o meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue fica em Mim e Eu nele. 

Sequência (S.Tomás de Aquino – 1274)

Sião, exulta de alegria, louva teu pastor e guia com teus hinos, tua voz!

Tanto possas, tanto ouses, em louvá-lo não repouses: sempre excede o teu louvor!

Hoje a Igreja te convida: ao pão vivo que dá vida vem com ela celebrar!

Este Pão, que o mundo creia! por Jesus, na Santa Ceia, foi entregue aos que escolheu.

Nosso júbilo cantemos, nosso amor manifestemos, pois transborda o coração!

Quão solene a festa, o dia, que da santa Eucaristia nos recorda a instituição!

Novo Rei e nova mesa, nova Páscoa e realeza, foi-se a Páscoa dos judeus.

Era sombra o antigo povo, o que é velho cede ao novo: foge a noite, chega a luz.

O que o Cristo fez na ceia, manda à Igreja que o rodeia repeti-lo até voltar.

Seu preceito conhecemos: pão e vinho consagremos para nossa salvação.

Deve-o crer todo cristão: faz-se carne o pão de trigo, faz-se sangue o vinho amigo.

Se não vês nem compreendes, gosto e vista tu transcendes, elevado pela fé.

Pão e vinho, eis o que vemos; mas ao Cristo é que nós temos em tão ínfimos sinais.

Alimento verdadeiro, permanece o Cristo inteiro quer no vinho, quer no pão.

É por todos recebido, não em parte ou dividido, pois inteiro é que se da!

Um ou mil comungam dele, tanto este quanto aquele: multiplica-se o Senhor.

Eis a hóstia dividida… Quem hesita, quem duvida? Como é toda o autor da vida, a partícula também.

Jesus não é atingido: o sinal que é partido: mas não é diminuído, nem se muda o que contém.

Eis o pão que os anjos comem, transformado em pão do homem; só os filhos o consomem: não será lançado aos cães!

Em sinais prefigurado, por Abrão foi imolado, no cordeiro aos pais foi dado, no deserto foi maná…

Bom Pastor, pão de verdade, piedade, Jesus, piedade, conservai-nos na unidade, extingui nossa orfandade, transportai-nos para o Pai!

Aos mortais dando comida, dais também o pão da vida; que a família assim nutrida seja um dia reunida aos convivas lá do céu!

Amém! Aleluia!

Evangelho (Jo, 55-59)


Alimento de nossas almas, a carne de Cristo comunica-nos a vida divina, que Ele mesmo recebe do Pai; Ele é o pão descido do Céu, que nos dá a vida eterna. 


Sequência do Santo Evangelho segundo Mateus.

Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos Judeus: a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum.

Ofertório (Lv 21,6)

Os sacerdotes do Senhor oferecem a Deus o pão e o incenso. E é por este motivo que se conservam santos diante de Deus e não desonram o seu nome.

Secreta

Concedei, Senhor, à vossa Igreja a graça da união e da paz, misticamente simbolizadas nos dons que Vos oferecemos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Comunhão (I Cor 11, 26-27)

Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha. Por isso todo aquele que comer deste ´pão e beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor, aleluia.

Pós-comunhão

Fazei-nos, Senhor, transbordar do gozo eterno da vossa divindade que está prefigurado na recepção temporal do vosso corpo e sangue. Vós que viveis e reinais. 


PARTITURAS E ÁUDIOS

 

Venezuela: as igrejas não têm hóstias para a Comunhão

Por Corrispondenza Romana

Tradução de Airton Vieira

Nota do tradutor: Conheço um pouco a realidade venezuelana, ao menos a da fronteira com o Brasil. Há pelo menos quatro anos vem se noticiando a questão da falta de trigo para hóstias na Venezuela. Não somente o Vaticano tinha conhecimento, como, antes, o ex Núncio atual Secretário de Estado e, antes deste, os bispos locais, por seu turno alertados por seus sacerdotes. O texto fala de uma penúria material (pão) seguida da espiritual (Palavra de Deus). Penso que seja o contrário. Há muito a Venezuela padece da fome do Pão do Céu em sentido latu, agravada, como bem salienta o texto, pelas muitas flechadas lançadas contra o Coração de Maria no intuito de repeli-la. Mas não se pense que a estratégia diabólica se restringirá à Venezuela. Procuramos fazer com que haja um compadecimento um tanto sentimental e pouco racional pelos famintos de pão. Há quanto tempo os famintos da Palavra de Deus não perambulam, não somente pelas ruas da Venezuela, mas pelos cantos mais fartos luxuosos do mundo, sem que haja, não digo nem projeção midiática, mas clamor ao céus? Como dizem os irmãos hispânicos: “Ojo! Hermanos, ojo!”

500 anos de Reforma: um brinde!(?) – Epílogo

Caro leitor, se você, não sendo católico chegou até aqui, passando por toda a via crucis deste livro, permita partilhar minha felicidade movida por três razões.

A primeira, porque independentemente de suas motivações foi preciso travar uma luta constante ao menos contra a ignorância, a soberba, a malícia e a covardia, o que não é tarefa fácil. Como de Deus procede o querer e o executar (cf. Fil II, 13), graças sejam dadas a Nosso Senhor Jesus Cristo por sua perseverança, e grato por permitir a atuação da Graça.

A segunda, porque se a intenção que o moveu a esta leitura for reta, não resta dúvida de que o bom Deus, pelas mãos amorosas de Sua e nossa Mãe, o guiará para ou de volta à Casa Paterna (cf. Lc XV, 11-24).

A terceira, porque ainda que a intenção tenha sido a de contestar, isto só poderá ocorrer pelo estudo sério e desapaixonado, ou simplesmente pelo uso da razão, acima e além das emoções e dos sentimentos, uma vez que Deus não se importa com tais coisas: Ele se importa com a nossa salvação.

Apêndice – Ecce Homo

Quem não crê como eu é destinado ao inferno. Minha doutrina e a doutrina de Deus são a mesma coisa. Meu julgamento é o julgamento de Deus” (M. Lutero)

Na versão impressa deste livro denominada “Evangélico, graças a Deus!(?)”, o presente apêndice estava ausente por considerar que tanto as colocações ao longo do trabalho como as indicações de leitura (última postagem) seriam satisfatórias. Como a realidade nos mostra que às fontes já quase não se bebe, uma vez que, como li recentemente, na vida de “internautas” há muito face e pouco book, resolvi acrescentar nesta versão digital, como rabeira, umas notas sobre o autor mor da heresia protestante, o homem que pretendeu destruir o Catolicismo substituindo o Altar Mor sacrifical por suas festivas mesas de bate-papo[1]. Sem abandonar o objetivo a que me propus com este estudo, também aqui as informações serão concisas, retiradas de algumas fontes que logo serão fornecidas, para quem tiver a reta intenção da verdade e não tiver preguiça de encontrá-la.

Capítulo XIX – Verbo representar x Verbo ser [A “dura” Doutrina da Eucaristia]

“Porque, qual é o bem (oriundo) dêle, e qual a sua formosura, senão o pão dos escolhidos e o vinho que gera virgens?” (Zac IX, 17)

Deixei para o final o ponto mais grave e temerário para alguém que permanece neste erro, isto é, na heresia protestante, possuindo uma ignorância vencível[1]. Há pelo menos 50 anos o que muito se vê na Igreja e no mundo é o discurso de tipo ecumênico[2]. Hoje fala-se mesmo em uma “missa ecumênica”, em que o elemento principal do culto divino por excelência desaparece; óbvio. No entanto, ao se definir dogmaticamente que Fora da Igreja não há salvação[3], um dos motivos para sua justificativa pode ser aqui – neste “elemento” – encon­trado com clareza e força argumentativa. Para discorrer sobre ele escolhi como instrumento de auxílio a gramática, uma vez que possui, compreensivelmente, ligação com o Verbo.

Decreto Quam Singulari- São Pio X

Publicamos o texto integral do conhecido Decreto de São Pio X sobre a idade para o acesso à Santíssima Eucaristia e à Confissão. Dá regras e expõe os motivos da decisão.  O ato é original da Sagrada Congregação para Disciplina dos Sacramentos (hoje Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos).