Liturgia Diária- IV Domingo da Quaresma

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Cruz de Jerusalém

Na antiguidade cristã, o dia de hoje era o “dia das rosas”. Os Cristãos se presenteavam mutuamente com as primeiras rosas do verão.

Ainda hoje o Santo Padre benze, neste dia, uma rosa de ouro e a oferece a uma pessoa em sinal de particular atenção. A santa Igreja, como o faz no Advento, interrompe também na Quaresma a sua penitência. Demonstra alegria pelo toque do órgão, pelo enfeite dos altares e pelo róseo dos paramentos. Toda a Missa respira alegria e júbilo. E por que assim? Lembremo-nos que, antigamente, faziam os catecúmenos, neste dia, um juramento solene e eram recebidos no seio da Igreja, representada pela Igreja da “Santa Cruz em Jerusalém”.

Mãe dedicada e amorosa, alegra-se a santa Igreja, ao receber os que serão lavados nas águas batismais (Introito, Epístola). E não menos se alegram os próprios catecúmenos (Gradual, Ofertório e Communio). A maravilhosa multiplicação dos pães, que se repete na santa Missa, nos garante a todos nós, a glória futura. Louvemos e agradeçamos a vontade de Deus (Ofertório). 


Páginas 259 a 264 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Liturgia Diária- 24/07/2019

MISSA DA FÉRIA

4ª Classe- Missa do domingo, com comemoração de S. Cristina, Virgem e Mártir – Missa “Me exspectaverunt” – (ou Missa da Santa com 2ªs orações do domingo)


Páginas 618 a 622 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- VI Domingo depois de Pentecostes

Domingo de 2ª Classe- Missa Própria

Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela Eucaristia. Esta verdade é lembrada e representada pela Missa de hoje. A Epístola recorda-nos que pelo Batismo morremos com o Cristo ao velho homem e ressurgimos para uma vida nova. O Evangelho pelo milagre da multiplicação dos pães, mostra-nos a eficácia da Eucaristia, Jesus Cristo no santo Sacrifício da Missa (no qual devemos comungar), se compadece de nós e nos alimenta no deserto da vida, para que não pereçamos no caminho. Os Cânticos mostram confiança na proteção e na misericórdia de Deus. 


Páginas 618 a 622 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa Rezada às 09:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


Liturgia Diária- IV Domingo da Quaresma

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Cruz de Jerusalém

Na antiguidade cristã, o dia de hoje era o “dia das rosas”. Os Cristãos se presenteavam mutuamente com as primeiras rosas do verão.

Ainda hoje o Santo Padre benze, neste dia, uma rosa de ouro e a oferece a uma pessoa em sinal de particular atenção. A santa Igreja, como o faz no Advento, interrompe também na Quaresma a sua penitência. Demonstra alegria pelo toque do órgão, pelo enfeite dos altares e pelo róseo dos paramentos. Toda a Missa respira alegria e júbilo. E por que assim? Lembremo-nos que, antigamente, faziam os catecúmenos, neste dia, um juramento solene e eram recebidos no seio da Igreja, representada pela Igreja da “Santa Cruz em Jerusalém”.

Mãe dedicada e amorosa, alegra-se a santa Igreja, ao receber os que serão lavados nas águas batismais (Introito, Epístola). E não menos se alegram os próprios catecúmenos (Gradual, Ofertório e Communio). A maravilhosa multiplicação dos pães, que se repete na santa Missa, nos garante a todos nós, a glória futura. Louvemos e agradeçamos a vontade de Deus (Ofertório). 


Páginas 259 a 264 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa Rezada às 09:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


Liturgia Diária- 06/07/2018

MISSA DA FÉRIA

Féria de 4ª Classe- Missa comum do VI Domingo depois de Pentecostes

“O Senhor é uma força para o seu povo!”. Canto magnífico de alegria e de máscula segurança, em que o povo cristão exprime, mais uma vez, a sua confiança e firmeza. O gradual, o aleluia, o ofertório, fazem eco a este belo cântico de entrada. A epístola e o evangelho põem-nos na presença de nossa condição de batizados. Mortos para o pecado no batismo, temos que viver uma vida nova, em que o pecado não mais deveria encontrar lugar. É a vida de Cristo, que deve regular doravante a nossa e elevá-la para Deus, sem compromisso com o passado de escravo, de que Ele nos libertou. Mas esta exigência de santidade seria irrealizável e a nossa marcha para Deus impossível de aguentar, se a graça não nos viesse em auxílio, para nos outorgar as forças necessárias. Entre os socorros sobrenaturais, que nos são prodigalizados, e cujos benefícios a missa hoje celebra, a Eucaristia é o primeiro de todos. A multiplicação dos pães, que anunciava, mostra-nos o pão quotidiano da nossa vida cristã, o alimento substancial, que nos deve nutrir as forças, para seguir, “sem desfalecer no caminho”. 


Páginas 618 a 622 do Missal Quotidiano.


Missa às 18:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


LEITURAS

Epístola (Rm 6,3-11)


Unindo-o a Cristo, o batismo transformou o cristão num ser novo, que, sob pena de apostasia, deve conformar a sua vida com a do próprio Cristo.


Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Romanos. 

Irmãos: Nós todos, que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte. Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova. Se fomos feitos o mesmo ser com ele por uma morte semelhante à sua, sê-lo-emos igualmente por uma comum ressurreição. Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que seja reduzido à impotência o corpo (outrora) subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado. (Pois quem morreu, libertado está do pecado.) Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com ele, pois sabemos que Cristo, tendo ressurgido dos mortos, já não morre, nem a morte terá mais domínio sobre ele. Morto, ele o foi uma vez por todas pelo pecado; porém, está vivo, continua vivo para Deus! Portanto, vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém vivos para Deus, em Cristo Jesus.

Evangelho (Mc 8,19)


“Elias, fortificado com o alimento, que um anjo lhe ministrou, caminho durante quarenta dias…; mas vós, alimentados por Jesus, caminhareis até à vossa entrada na pátria dos santos” (Santo Ambrósio, em matinas).


Sequência do Santo Evangelho segundo Marcos.

Naqueles dias, como fosse numerosa a multidão, e não tivessem o que comer, Jesus convocou os discípulos e lhes disse: Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer. Se os despedir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe! Seus discípulos responderam-lhe: Como poderá alguém fartá-los de pão aqui no deserto? Mas ele perguntou-lhes: Quantos pães tendes? Sete, responderam. Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo. Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençoou e mandou também distribuí-los. Comeram e ficaram fartos, e dos pedaços que sobraram levantaram sete cestos. Ora, os que comeram eram cerca de quatro mil pessoas. Em seguida, Jesus os despediu.

Liturgia Diária- 04/07/2018

MISSA DA FÉRIA

Féria de 4ª Classe- Missa comum do VI Domingo depois de Pentecostes

“O Senhor é uma força para o seu povo!”. Canto magnífico de alegria e de máscula segurança, em que o povo cristão exprime, mais uma vez, a sua confiança e firmeza. O gradual, o aleluia, o ofertório, fazem eco a este belo cântico de entrada. A epístola e o evangelho põem-nos na presença de nossa condição de batizados. Mortos para o pecado no batismo, temos que viver uma vida nova, em que o pecado não mais deveria encontrar lugar. É a vida de Cristo, que deve regular doravante a nossa e elevá-la para Deus, sem compromisso com o passado de escravo, de que Ele nos libertou. Mas esta exigência de santidade seria irrealizável e a nossa marcha para Deus impossível de aguentar, se a graça não nos viesse em auxílio, para nos outorgar as forças necessárias. Entre os socorros sobrenaturais, que nos são prodigalizados, e cujos benefícios a missa hoje celebra, a Eucaristia é o primeiro de todos. A multiplicação dos pães, que anunciava, mostra-nos o pão quotidiano da nossa vida cristã, o alimento substancial, que nos deve nutrir as forças, para seguir, “sem desfalecer no caminho”. 


LEITURAS

Epístola (Rm 6,3-11)


Unindo-o a Cristo, o batismo transformou o cristão num ser novo, que, sob pena de apostasia, deve conformar a sua vida com a do próprio Cristo.


Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Romanos. 

Irmãos: Nós todos, que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte. Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova. Se fomos feitos o mesmo ser com ele por uma morte semelhante à sua, sê-lo-emos igualmente por uma comum ressurreição. Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que seja reduzido à impotência o corpo (outrora) subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado. (Pois quem morreu, libertado está do pecado.) Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com ele, pois sabemos que Cristo, tendo ressurgido dos mortos, já não morre, nem a morte terá mais domínio sobre ele. Morto, ele o foi uma vez por todas pelo pecado; porém, está vivo, continua vivo para Deus! Portanto, vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém vivos para Deus, em Cristo Jesus.

Evangelho (Mc 8,19)


“Elias, fortificado com o alimento, que um anjo lhe ministrou, caminho durante quarenta dias…; mas vós, alimentados por Jesus, caminhareis até à vossa entrada na pátria dos santos” (Santo Ambrósio, em matinas).


Sequência do Santo Evangelho segundo Marcos.

Naqueles dias, como fosse numerosa a multidão, e não tivessem o que comer, Jesus convocou os discípulos e lhes disse: Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer. Se os despedir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe! Seus discípulos responderam-lhe: Como poderá alguém fartá-los de pão aqui no deserto? Mas ele perguntou-lhes: Quantos pães tendes? Sete, responderam. Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo. Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençoou e mandou também distribuí-los. Comeram e ficaram fartos, e dos pedaços que sobraram levantaram sete cestos. Ora, os que comeram eram cerca de quatro mil pessoas. Em seguida, Jesus os despediu.

Liturgia Diária- IV Domingo da Quaresma

Domingo de 1ª Classe- Missa Própria

“Laetare”. É o grito de júbilo, ao chegar o meio da Quaresma, antecipação da alegria pascal, que há de jorrar da Cruz. Em Roma, a estação congregava-se na igreja de Santa Cruz de Jerusalém, escolhida, propositadamente, para cantar as alegrias e as grandezas da nova Jerusalém, a Igreja terrestre e a Cidade celeste. 

No breviário, a Igreja propõe-nos a leitura da história de Moisés, que se resume em dois grandes acontecimentos. Por um lado, Moisés liberta o povo de Deus do cruel cativeiro do Egito, e fá-lo atravessar o Mar Vermelho. É a libertação, o termo da escravatura. Por outro lado, sustenta-o com maná, no deserto, dá-lhe a Lei do Sinai e o conduz para a terra prometida, onde se erguerá, um dia, a Cidade Santa de Jerusalém, à qual todas as tribos se dirigiam anualmente, para cantar a alegria de serem o povo privilegiado, escolhido por Deus.

A missa mostra a realização destas figuras. O verdadeiro Moisés é Cristo, que, tendo-nos libertado da escravidão de Satanás e do pecado, nos faz atravessar as águas do batismo, nos alimenta com a Eucaristia, nos introduz na sua Igreja, a verdadeira Jerusalém e antecipação do Céu, onde os eleitos entoarão, eternamente, o cântico dos resgatados. 

A Igreja sente-se imensamente feliz de possuir estas riquezas, de as ver renovadas incessantemente e de poder comunicá-las. É com este pensamento que, a meio caminho, olhos fitos na Páscoa, a mesma Santa Igreja nos convida a respirar a aragem refrigerante da graça. 

Os paramentos cor-de-rosa, o órgão, as flores do altar, são sinais da sua alegria, que as jubilosas melodias gregorianas vêm, ainda, sublimar. 


Páginas 259 a 264 do Missal Quotidiano.


Missa Rezada às 9:30 horas na Capela São Judas Tadeu e Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana.


PRÓPRIO DO DIA

Intróito (Isaías 66, 10.11; Salmo 121, 1)

Rejubila, Jerusalém, e vós todos os que a amais, reuni-vos para partilhar do seu júbilo. Regozijai-vos com ela de prazer, vós que tendes vivido na tristeza, porque sereis saciados de consolações abundantes. Sl. Alegrei-me naquilo que me foi dito: Iremos para a casa do Senhor. Glória ao Pai.

Coleta

Concedei, Senhor onipotente, que nós, que somos merecidamente castigados pela nossa má conduta, encontremos refrigério na paz da vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Epístola (Gl 4, 22-31)


Em linguagem alegórica, em que Agar prefigura a Sinagoga, e Sara, a Igreja, São Paulo dá-nos a interpretação duma célebre do Gênesis (16;21,1-21), demostrando que, na economia da salvação, tudo depende do dom de Deus – “a Promessa”. Os herdeiros desta promessa são os que creem em Jesus, que é a sua realização.


Leitura da Epístola de São Paulo aos Gálatas.

Irmãos: A Escritura diz que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. O da escrava, filho da natureza; e o da livre, filho da promessa. Nestes fatos há uma alegoria, visto que aquelas mulheres representam as duas alianças: uma, a do monte Sinai, que gera para a escravidão, é Agar. (O monte Sinai está na Arábia.) Corresponde à Jerusalém atual, que é escrava com seus filhos. Mas a Jerusalém lá do alto é livre e esta é a nossa mãe, porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não davas à luz; rejubila e canta, tu que não tinhas dores de parto, pois são mais numerosos os filhos da abandonada do que daquela que tem marido (Is 54,1). Como Isaac, irmãos, vós sois filhos da promessa. Como naquele tempo o filho da natureza perseguia o filho da promessa, o mesmo se dá hoje. Que diz, porém, a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque o filho da escrava não será herdeiro com o filho da livre (Gn 21,10). Pelo que, irmãos, não somos filhos da escrava, mas sim da que é livre.

Gradual (Salmo 121, 1.7)

Alegrei-me com aquilo que me foi dito: Iremos para a casa do Senhor. Haja paz nas tuas muralhas, e abundância nos teus palácios.

Trato (Salmo 124, 1-2)

Aqueles que confiam no Senhor são como a montanha de Sião, porque não vacilará jamais o que habita em Jerusalém. Está cingida de montanhas, e o Senhor vela em volta do seu povo, agora e sempre. 

Evangelho (Jo 6,1-15)


A multiplicação dos pães é anúncio e símbolo da Eucaristia, que é, por excelência, o sacramento pascal, prometido aos batizados. “Os vossos pais comeram o maná, no deserto, e morreram. Eu sou o pão vivo, descido do céu; todo aquele que comer deste pão, viverá eternamente. E o pão, que Eu darei, é a minha carne, para a vida ao mundo”.


Sequência do Santo Evangelho segundo João.

Naquele tempo, Jesus atravessou o lago da Galiléia (que é o de Tiberíades.) Seguia-o uma grande multidão, porque via os milagres que fazia em beneficio dos enfermos. Jesus subiu a um monte e ali se sentou com seus discípulos. Aproximava-se a Páscoa, festa dos judeus. Jesus levantou os olhos sobre aquela grande multidão que vinha ter com ele e disse a Filipe: Onde compraremos pão para que todos estes tenham o que comer? Falava assim para o experimentar, pois bem sabia o que havia de fazer. Filipe respondeu-lhe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pedaço. Um dos seus discípulos, chamado André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes… mas que é isto para tanta gente? Disse Jesus: Fazei-os assentar. Ora, havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se aqueles homens em número de uns cinco mil. Jesus tomou os pães e rendeu graças. Em seguida, distribuiu-os às pessoas que estavam sentadas, e igualmente dos peixes lhes deu quanto queriam. Estando eles saciados, disse aos discípulos: Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca. Eles os recolheram e, dos pedaços dos cinco pães de cevada que sobraram, encheram doze cestos. À vista desse milagre de Jesus, aquela gente dizia: Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo. Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte.

Ofertório (Salmo 134, 3.6)

Louvai o Senhor, porque é bom; cantai ao seu nome um salmo, porque é suave, e fez no Céu e na Terra tudo o que quis.

Secreta

Dignai-Vos olhar, Senhor, com bondade, para este sacrifício, e fazei que nos aproveite ao nosso progresso e à nossa salvação espiritual. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Comunhão (Salmo 121, 3-4)

A Jerusalém, cidade santa, cujas partes formam um todo admirável; lá sobem as tribos do Senhor para louvar o seu nome. 

Pós-comunhão

Concedei-nos, Deus de misericórdia, que celebremos com piedade sincera, e recebamos, de coração pura, aqueles santos mistérios, de que sem cessar nos alimentamos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 


PARTITURAS E ÁUDIOS