III PARTE
OS ESPINHOS DO CORAÇÃO DE JESUS
Os consoladores do Sagrado Coração de Jesus somos nós que viemos, durante este mês, meditar nos seus terníssimos afetos, e estudar os seus desejos
Os consoladores do Sagrado Coração de Jesus somos nós que viemos, durante este mês, meditar nos seus terníssimos afetos, e estudar os seus desejos
Festa de 3ª Classe- Missa própria
Celebravam-se a princípio as festas de S. Pedro S. Paulo, no mesmo dia, cada qual em sua basílica. Por causa da grande distância entre essas duas igrejas, foram separadas, mais tarde, as duas festas. Hoje a solenidade se realiza em S. Paulo fora dos muros. S. Paulo nos narra a sua vocação e missão, dadas diretamente por Nosso Senhor Jesus Cristo (Leitura). De perseguidor de Cristo, tornou-se ele o mais ardente Apóstolo e tudo suportou pelo nome de Jesus.
Páginas 1140 a 1144 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Os consoladores do Coração de Jesus que estão em 4º lugar são as crianças devotas e inocentes
Festa de 1ª Classe- Missa própria
Com grande pompa celebra a Igreja romana a festa dos dois príncipes dos Apóstolos. Exceto a Oração que se ocupa de ambos os Santos, o formulário da Missa refere-se a S. Pedro, que goza da prerrogativa do Primado. Em compensação comemora-se S. Paulo no dia seguinte. As relíquias de S. Pedro acham-se em sua igreja em Roma onde, neste dia, toda a Cristandade se reúne em espírito, pelo menos.
Agradecemos a Deus com o príncipe dos Apóstolos por sua milagrosa libertação (Introito). Como velou sobre Pedro, assim vela a Providência divina sobre os seus sucessores e toda a santa Igreja. O Evangelho mostra-nos S. Pedro como rocha inamovível, sobre a qual é fundada a Igreja, e como possuidor das chaves do céu. Tenhamos, como estes santos Apóstolos, uma fé firme, e anime-nos um ardente amor e intenso zelo apostólico.
Páginas 1136 a 1140 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Os consoladores do Coração de Jesus que estão em 3° lugar, são as almas humildes e desconhecidas, que se julgam felizes com este esquecimento
Domingo de 2ª Classe- Missa Própria
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. Á barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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Os segundos consoladores do Coração de Jesus são as almas que sofrem pacientemente
Missa própria – PRÓPRIO DO BRASIL
“A Igreja permite que nos diferentes países, havendo razões particulares, se preste culto especial a alguns Santos.”
A Festa de hoje é própria de alguns regiões ou Dioceses, e, embora conste no próprio do Brasil, não é obrigatória para as demais localidades.
Nos demais locais, a Missa é Salve Sancta Parens, do Comum de Nossa Senhora.
Esta festa não consta Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Entre os consoladores do Coração de Jesus acham-se primeiramente os zelosos Ministros de Deus e os santos Religiosos e Religiosas
Festa de 3ª Classe- Missa própria
DIA DE ABSTINÊNCIA
Irmãos pelo sangue (Aleluia), negando-se a servir a Juliano, o apóstata, ganharam no mesmo dia a coroa do martírio. Seus nomes estão no Cânon da Missa e na Ladainha de Todos os Santos, sinal da antiguidade de sua veneração.
Páginas 1130 a 1132 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O sexto espinho do Coração de Jesus são as almas que se afastam voluntariamente da sagrada Comunhão
Festa de 3ª Classe– PRÓPRIO DO BRASIL – Missa própria, com comemoração de S. Guilherme, Abade
Por decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 25 de janeiro de 1935, a celebração desta solenidade foi estendida para todo o Brasil, pois antes desta data era celebrada apenas em algumas dioceses.
O decreto da instituição desta festividade delineia os seus fins particulares da seguinte maneira: “A razão particular dessa instituição é comemorar o amor de Nosso Senhor Jesus Cristo no mistério da Eucaristia. Por este meio a Igreja quer estimular os fiéis a se aproximarem com mais confiança deste augusto mistério pelo qual sempre mais se inflamam os corações nas chamas de amor do Coração Divino. No SSmo. Sacramento, o Coração de Jesus protege e ama as almas, vivendo e permanecendo no meio delas, como elas por sua vez vivem e permanecem n’Ele. Neste Sacramento, Jesus se dá a nós como vítima, como companheiro, como alimento, como viático e como penhor de glória eterna”.
E podemos nós acrescentar ao assistirmos e tomarmos parte ativa na santa Missa: Ele nos dá um meio para nos tornarmos também seus companheiros, seus membros, suas vítimas. Dai-nos, Senhor, permanecermos e ainda crescermos em vosso amor até o fim (Postcommunio).
Sobre o santo: Nasceu em Vercelli, na Itália. Fundou no Montevergine um Mosteiro de Beneditinos Eremitas. Operou muitos milagres. Segundas orações da Missa “Os justi (2)”, do comum dos Abades.
Páginas [25] a [28] (ao final) do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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O quinto espinho do Coração de Jesus são os que corrompem a infância
Festa de 1ª Classe- Missa própria
É o próprio Salvador quem chama S. João, o maior dentre os que nasceram de mulher. Grande ele é pelos milagres e fatos extraordinários que acompanham o seu nascimento. Grande por sua vocação de Precursor do Salvador do mundo. Grande ainda por sua vida e seu martírio glorioso.
Pela boca do Profeta Isaías, S. João anuncia a sua vocação sublime (Introito e Epístola). Seu nascimento foi motivo de grande regozijo no seio da família e por isso também toda a família cristã pede esta alegria espiritual (Oração). O Evangelho nos conta os acontecimentos bíblicos. Alegremo-nos na festa de hoje, pois aquele que neste dia nasceu — seis meses antes do Salvador — nos prepara para o nosso próprio renascimento, em Jesus Cristo para uma vida nova (Postcommunio).
Páginas 1126 a 1129 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O quarto espinho do Coração de Jesus são as almas que profanam os sacramentos
2ª Classe- Missa própria
Ouvimos na Missa de hoje a narração dos acontecimentos que se deram antes do nascimento de S. João. Por causa das graças especiais que recebeu, celebra a Igreja o nascimento deste Santo, assim como o faz com o de Nossa Senhora.
Páginas 1122 a 1125 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O terceiro espinho do Coração de Jesus são as almas frouxas e tíbias
Festa de 3ª Classe- Missa própria
Nasceu em Bordéus (353) de família nobre. Após exercer vários cargos de grande importância converteu-se ao Cristianismo, renunciou às suas dignidades, distribuiu seus bens aos pobres e foi para a Espanha. Ordenado sacerdote e feito Bispo de Nola, deu ali belo exemplo de abnegação e caridade (Epístola e Evangelho).
Páginas 1119 a 1122 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O segundo espinho do Coração de Jesus são as almas indiferentes
Domingo de 2ª Classe- Missa Própria
O amor de Deus manifesta-se pelo cuidado que Ele tem de nós. Até no tempo da tribulação devemos lembrar-nos disto (Epístola).
Mas não só dos bons cuida o Senhor, pois vemos o seu amor na ânsia com que procura a ovelha desgarrada. No Evangelho mostra o Divino Mestre todo este seu Amor em duas comparações que nos fazem contemplar em nova luz a ternura do Coração de Deus. Nem mesmo o pecado, o único inimigo da Paz no Reino de Deus, está fora do plano divino. Também ele é previsto pela misericórdia do Senhor. Seu amor não se cansa até encontrar a ovelha perdida. O Introito é a voz dessa pobre ovelhinha, a saudade que o homem tem da Redenção. Esta se renova na Santa Missa
Páginas 605 a 609 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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O primeiro espinho do Coração de Jesus são as almas que voluntariamente permanecem em estado de pecado mortal
Missa Votiva de 4ª Classe- Missa “Salve Sancta Parens”, com comemoração de S. Silvério, Papa e Mártir
Dando graças a Deus e enaltecendo as glórias de Maria, subimos com ela ao altar para celebrar o Santo Sacrifício. Participando do augusto mistério do altar, tomamos também parte na grandeza da Mãe de Deus, recebendo em nós o Verbo Divino pela santa Comunhão. “Bem-aventuradas as entranhas da Virgem Maria”. Bem-aventurados também todos aqueles que recebem o Filho de Deus na santa Eucaristia. Assim, por Maria somos conduzidos a Jesus: “Per Mariam ad Jesum”.
Sobre o santo: Foi Papa de 536 a 540 e morreu no exílio. Segundas orações da Missa “Si diligis me”.
Páginas 802 a 805, 1116 do Missal Quotidiano (D.Gaspar Lefebvre, 1963).
O quinto desejo do Coração de Jesus é o triunfo completo da Igreja
Festa de 1ª Classe- Missa própria
POR SER DIA DE 1ª CLASSE, HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA
Desde o ano de 1928, foi elevada à categoria de Iª classe, a festa do Sagrado Coração de Jesus.
No formulário, com o Prefácio próprio, ainda mais se acentua que o Coração do Homem-Deus é a fonte das graças e da misericórdia divinas. No Evangelho somos levados à nascente deste rio de águas vivas. Um soldado abre com a lança o lado do Salvador, e dele sai sangue e água. No sangue fomos remidos, na água nos foram aplicados os frutos da Redenção, e fomos regenerados pelo Batismo. A generosidade e o amor do Coração de Jesus exigem de nossa parte fidelidade e reparação de nossas faltas.
Páginas 600 a 605 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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O quarto desejo do Coração de Jesus é o livramento das almas do Purgatório
Festa de 3ª Classe- Missa “In medio”, com Coleta própria e comemoração dos Ss. Marcos e Marcelino, Mártires
Nascido em Nisibe em 306, foi célebre por suas pregações e instruções, pelos escritos numerosos e hinos que deixou. Combateu as heresias. Bento XV. o elevou à dignidade de Doutor da Igreja.
Páginas 1110 a 1111; 856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
O terceiro desejo do Coração de Jesus é a salvação das almas
Festa de 3ª Classe- Missa “Statuit” (2) , com Coleta própria
Nascido em Veneza em 1625, da célebre família Barbarigo, veio a dedicar-se à carreira diplomática. Quando esta lhe acenava com os louros, abraçou o estado eclesiástico. Criado cardeal, ocupou as sedes episcopais de Bérgamo e Pádua; numa e noutra dedicou-se de alma e coração a por em prática as determinações do Concílio de Trento. Morreu em 1697. Foi declarado bem-aventurado por Clemente XIII em 1761 e João XXIII inscreveu-o no catálogo dos santos em 1960.
Páginas 1110, 849 a 852 do Missal Quotidiano.
O segundo desejo do Coração de Jesus é a honra e glória da SS. Virgem
4ª Classe- Missa do II Domingo depois de Pentecostes
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja Católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O primeiro desejo do Coração de Jesus é a gloria de seu Pai
4ª Classe- Missa do II Domingo depois de Pentecostes, com comemoração dos Ss. Vito, Modesto e Crescência, Mártires
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja Católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Sobre os santos: Vito, filho de pagãos, foi batizado por Modesto, seu professor e Crescência, sua ama. Os três sofreram juntos o martírio. Segundas orações próprias, ou Missa dos santos (própria), com comemoração da Féria.
Páginas 596 a 599, 1108 a 1110 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Jesus e o bom ladrão
Domingo de 2ª Classe- Missa Própria
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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Jesus negado por S. Pedro
Festa de 3ª Classe- Missa “In medio”, com orações próprias
Nasceu em Lisboa, fez-se Agostiniano e mais tarde, Franciscano. Foi um dos Santos mais populares por suas pregações e numerosos milagres. Sua intercessão é implorada em muitas ocasiões. S. Antonio ensinou Teologia, o primeiro professor na Ordem Seráfica. Exerceu seu magistério em Bolonha, depois em Tolosa e, por fim, no “Monte Persulano”. Nas Litterae Apostolicae de sua elevação à dignidade de doutor, o Santo Padre Pio XII diz que S. Antônio ensinou não só pelo magistério da palavra, mas, também, pelo exemplo de sua vida santíssima. No perscrutar os dogmas, foi teólogo exímio; na ascese e na mística, um insigne doutor e mestre. Seus ensinamentos, sobretudo, suas pregações evangélicas podem servir de auxílio precioso para as heresias e reconduzir as almas perdidas. É digno do título de “Doutor Evangélico”, porque frequentemente usou do testemunho e das sentenças do Evangelho. Ainda mais, cita o santo Padre testemunhos de seus predecessores, sobretudo, de Gregório IX, que, ao canonizá-lo, entoou a antífona dos Doutores. Foi, pois, com sobejos motivos que o Santo Padre o elevou à dignidade de Doutor da Igreja.
Páginas 1079; 856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
São João repousando sobre o peito do Salvador
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta própria, com comemoração dos Ss. Basílides, Cirino, Nábor e
Passou a sua mocidade no Mosteiro dos Beneditinos de S. Facundo e mais tarde entrou na Ordem dos Agostinianos. Sua pregação era acompanhada por numerosos milagres. Teve o dom particular de reconciliar os litigantes (Oração).
Sobre os santos mártires: 2ªs orações próprias.
Páginas 1101 a 1104 e 861 a 864 do Missal Quotidiano.
Jesus e os apóstolos pedindo a punição dos Samaritanos
Festa de 1ª Classe- Missa própria
DIA DE PRECEITO
A festividade do Corpo de Deus é a solene comemoração da instituição do Santíssimo Sacramento do Altar. Agradecemos e louvamos neste dia o amor de Jesus pelo dom inefável da Eucaristia. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas á lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite expansões de alegria.
A santa Missa composta pelo insigne teólogo e poeta, Santo Tomás de Aquino, é uma explicação das palavras da Sequência — Panis vivus et vitalis — Pão vivo e que dá vida. Dela fazem parte os trechos mais importantes da Sagrada Escritura sobre a Eucaristia (Epístola e Evangelho). No Introito agradecemos pelo alimento do céu, a Eucaristia. Ela é para nós “fiorde trigo” e “mel do rochedo”, isto é, o Cristo, a lembrança de sua Paixão e de seu Amor (Oração). Celebrando a santa Missa anunciamos a morte do Cristo. E sob este aspecto, a Eucaristia é um verdadeiro Sacrifício (Epístola) e alimento sobrenatural (Gradual, Evangelho), símbolo da união e paz entre os fiéis (Secreta), e penhor da união com Deus (Communio). “Omnes in Christo unum”, “Todos somos um só (Corpo místico) em Jesus Cristo”.
Páginas 584 a 594 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Hoje se inicia a Novena do Sagrado Coração de Jesus, cuja Festa é celebrada na sexta-feira após o II do Tempo depois de Pentecostes – 19/06 neste ano.
Abaixo publicamos as orações para cada dia, relembrando que postamos, diariamente, meditações sobre o Sagrado Coração, neste mês a Ele dedicado (saiba mais)
Jesus e o povo falto de pão no deserto
Festa de 3ª Classe- Missa “Cognovi”, com Coleta própria
Padroeira da Escócia, ela foi um exemplo de rainha, esposa e mãe.
Páginas 1098 e 891 a 895 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Jesus defende Madalena
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes, com comemoração dos Ss. Primo e Feliciano, Mártires
Não se celebra este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Sobre os santos: Missa Sapientiam, com próprios. Pode-se também celebrar a Missa dos santos, com comemoração da Féria
Páginas 579 a 583, 1096 a 1097 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Jesus e os aflitos
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes
Não se celebra este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Páginas 579 a 583 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Jesus e o leproso
Domingo de 1ª Classe- Missa Própria
A festa de hoje é uma justa homenagem à SSma. Trindade, uma ação de graças ao Pai e à Sabedoria de Deus e ao Divino Amor, o qual durante o Ano eclesiástico se manifestou de um modo tão admirável na obra da Redenção. Por este motivo se celebra esta solenidade no final da primeira parte do Ano eclesiástico. Não somente neste dia como também em todas as Missas. Devemo-nos lembrar de render graças à SSma. Trindade. Sejam nossos cânticos de louvor o prelúdio do cântico perene: Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos exércitos, que os Eleitos em união com os Serafins cantam cheios de profunda reverência à Majestade de Deus.
A glória da SSma. Trindade é oferecido o Santo Sacrifício. Unamo-nos à imolação da Vítima imaculada. Notemos na Santa Missa o Glória Patri, o Glória in excelsis Deo, o final das Orações, o Credo, o Súscipe, Sancta Trinitas, o Prefácio e o Pláceat tibi, Sancta Trinitas.
Páginas 576 a 579 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Comentário sobre este Tempo litúrgico: clique aqui
A celebração do Mistério pascal termina com a oitava de Pentecostes. A Igreja é fundada e uma vida nova se comunica aos Cristãos. Cumpre que a semente germine, e que a vida se desenvolva e amadureça. Eis o objetivo dos domingos e festas depois de Pentecostes até o fim do ano eclesiástico. São 23 a 28 domingos, cuja primeira série, de 1 a 17, desenvolve o Mistério pascal. Cada domingo destes é uma pequena Páscoa. A segunda série, do 18 ao último visa o fim dos tempos, e prepara as nossas almas para a segunda vinda de Jesus Cristo.
I PARTE
Jesus e o paralítico da piscina
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Em poucas palavras resume a Santa Igreja, neste dia em que termina o Tempo pascal, todo o Mistério do amor de Deus. “Deus caritas est“, Deus é a Caridade e esta Caridade foi derramada em nossos corações (Introito, Epístola). Na casa de Pedro (Statio), isto é, na santa Igreja, encontramos Nosso Senhor, que nos dá a saúde, comunicando-nos o seu Espírito. Pelos Mistérios Sagrados recebemos o “fervor divino” e neste fervor caminharemos para as alegrias eternas (Postcommunio).
Páginas 564 a 572 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Read More “Liturgia Diária- Sábado das Têmporas de Pentecostes”
Jesus e o pai aflito que lhe pede a cura de seu filho
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação na basílica dos Santos Apóstolos
HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA (FESTA DE 1ª CLASSE)
A Leitura lembra o tempo das colheitas e a bondade de Deus, que nos deu o Espírito Santo (aquele que ensina a justiça). Como chuva benfazeja, Ele descerá sobre a terra — a Igreja —e nela fará germinar e amadurecer frutos espirituais. O Evangelho fala do perdão do pecado e da cura de um doente.
Páginas 561 a 564 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Read More “Liturgia Diária- Sexta-feira das Têmporas de Pentecostes”
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Lourenço extra muros
Não havia outrora neste dia, Ofício Divino. Hoje repete-se a Missa da festa, com exceção das Leituras. O diácono Filipe (o padroeiro das igreja estacionai também foi diácono) na Epístola, e os Apóstolo: no Evangelho, pregaram e fizeram milagres pela “força do Espírito Santo”.
Páginas 559 a 560 e 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Maria Maior
Nos países do Sul da Europa, faz-se, neste tempo, a colheita do trigo. A Igreja agradece por isso as bênçãos de Deus. Os fiéis ofereciam outrora neste tempo, as dízimas, e entre outras coisas, o trigo (matéria da Eucaristia). Agradeçamos também nós, nestes dias (quarta-feira, sexta-feira e sábado) os benefícios recebidos neste Tempo pascal. Nos textos destas Missas falam do Milagre de Pentecostes (Batismo, Eucaristia e Confirmação) e alguns tratam também das curas de doentes e expulsão dos espíritos malignos. Aproveitemos estes dias para nossa renovação, purificando-nos do contacto com o espírito do mundo.
Páginas 555 a 559 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Read More “Liturgia Diária- Quarta-feira das Têmporas de Pentecostes”
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Anastásia
Santa Anastásia, a ressuscitada, nos reúne hoje em sua igreja. Gratos e jubilosos pela graça batismal que nos ressuscitou, aparecemos diante do Senhor (Introito). O Espírito Santo nos santificou (Epístola) e nos fez achar a porta que dá para o aprisco do Bom Pastor (Evangelho e Ofertório). Este mesmo Espírito, dando-nos o alimento celeste, nos dará também a glória eterna.
Páginas 552 a 555 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
PRIMEIRO DIA
Jesus e as criancinhas
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro ad Vincula
Como o Sábado Santo, assim também o Sábado antes de Pentecostes é dia do Batismo. Corresponde igualmente, a oitava de Pentecostes à oitava da Páscoa. A santa Igreja ocupa-se amorosamente dos filhos recém-nascidos pela graça batismal. A eles se dirigem por isso os textos da santa Missa, falando-lhes do Batismo, da Eucaristia e mais particularmente da Confirmação.
Reunidos aos neófitos, ouvimos a palavra do príncipe dos Apóstolos (Epístola). Gratos, lembramo-nos dos benefícios recebidos no Sacramento da Confirmação, quando o Espírito Santo desceu sobre nós. Em sua luz e por sua graça, temos a verdadeira fé e somos chamados à vida eterna (Evangelho). Na santa Missa, alimentando-nos Jesus e saciando-nos (Introito), somos também “instruídos de tudo quanto Ele nos havia dito” (Communio).
Páginas 549 a 552 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro ad Vincula
Como o Sábado Santo, assim também o Sábado antes de Pentecostes é dia do Batismo. Corresponde igualmente, a oitava de Pentecostes à oitava da Páscoa. A santa Igreja ocupa-se amorosamente dos filhos recém-nascidos pela graça batismal. A eles se dirigem por isso os textos da santa Missa, falando-lhes do Batismo, da Eucaristia e mais particularmente da Confirmação.
Reunidos aos neófitos, ouvimos a palavra do príncipe dos Apóstolos (Epístola). Gratos, lembramo-nos dos benefícios recebidos no Sacramento da Confirmação, quando o Espírito Santo desceu sobre nós. Em sua luz e por sua graça, temos a verdadeira fé e somos chamados à vida eterna (Evangelho). Na santa Missa, alimentando-nos Jesus e saciando-nos (Introito), somos também “instruídos de tudo quanto Ele nos havia dito” (Communio).
Páginas 549 a 552 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Dando continuidade às devoções mensais e a publicação de pias meditações, publicaremos, durante todos os dias de junho, partes da obra Mês do Sagrado Coração, do Pe. José Basílio Pereira, mesmo autor do livro que publicamos em maio, conforme a edição de 1913. O livro completo e digitalizado pode ser encontrado aqui.
Eis o prólogo do livro:
A primeira edição deste opúsculo veio a lume em 1888, e trazia então uma notícia resumida, mas bastante explicativa sobre o Apostolado da Oração.
Hoje ele é reeditado sem esta segunda parte, mas em seu lugar vêm duas coleções de exemplos para os dias do mês; alguns transcritos quase textualmente do periódico Mensageiro do Coração de Jesus (Edição Francesa), e outros compostos sobre dados que se encontram no dito periódico religioso e noutros, ou em vidas de Santos e biografias de cristãos de todas as classes, que foram fervorosos devotos do Sagrado Coração.
A primeira série de exemplos, que vem junta às meditações, consta de fatos que se deram em tempos e lugares diferentes, e demonstram a utilidade e o poder incalculável da pia devoção: chamar-se-á bem esta série a das — Graças do Coração de Jesus. A outra oferece, a largos traços, o esboço de vidas que se orientaram todas por este culto especial: pode intitular-se a dos – discípulos do Sagrado Coração.
A segunda coleção de exemplos vai colocada no fim do opúsculo, proporcionando, mesmo fora dos exercícios devotos, uma interessante e proveitosa leitura espiritual para cada dia do mês consagrado ao Santíssimo Coração de Jesus.
Bahia, 29 – 3 – 1913.
Padre José Basílio Pereira



























Domingo de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Na igreja do Apóstolo que primeiro explicou o Mistério deste dia, na basílica de S. Pedro, hoje nos reunimos. No altar, que é obra do Espirito Santo, se vai repetir, por todos os tempos e em todo o orbe (Introito), o que aconteceu naquele memorável dia de Pentecostes, de que fala a Epístola. Imploramos para nós a mesma graça, no Gradual e na Sequencia. No Evangelho, Jesus nos promete a realização deste desejo, que se cumprira no Santo Sacrifício. Unindo-nos ao Filho de Deus virá também habitar em nós o Divino Espírito Santo (Communio). Cheios desse Espírito Divino falaremos também nós das grandezas de Deus. Lembremo-nos que, neste dia, nasceu a Igreja e com ela nasceu igualmente o Apostolado ou a Ação Católica. A força, o amor fervoroso do Divino Espírito Santo nos deve animar e fazer de nós, Sacerdotes, Soldados e Apóstolos do Reino de Deus.
Páginas 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)

Pentecostes quer dizer o quinquagésimo dia depois da Páscoa. Esta solenidade, a terceira do tempo pascal, é ao mesmo tempo a sua conclusão e o seu complemento. Usando de uma comparação, para melhor esclarecimento, digamos: na festa da Páscoa levantou-se o Sol divino, Jesus Cristo, que agora, na festa de Pentecostes, está em pleno zênite e nos acalenta e vivifica.
Pela Páscoa nascemos para uma vida nova. Pentecostes nos comunica a plenitude dessa vida.
Neste dia nasceu a Igreja. Terminara Jesus sua obra de Redenção. Era, pois, necessário assegurar-lhe os frutos, e para esse fim enviou dez dias depois o Divino Espírito Santo. À Religião do Amor havia de espalhar-se como um fogo ardente sobre o orbe inteiro.
“Dia de Pentecostes! exclama S. João Crisóstomo, tu selaste a missão do Filho do Eterno, tu marcaste o termo das visões e dos oráculos, em ti começou a época da nossa reconciliação, tu formaste nossa inteira liberdade e asseguraste para sempre nossa ventura e nossa felicidade.”
Santo Agostinho diz que “o dia de Pentecostes é um dia cheio de mistérios, de sacramentos e de bênçãos, dia em que os Apóstolos ficaram cheios de graças, de dons e de privilégios. A datar deste dia, rios de bênçãos se espalharam por toda a terra. O Espírito Santo, descendo sobre os Apóstolos faz desaparecer as trevas que envolviam sua razão, reanima sua fraqueza, dissipa sua timidez e imprime em seus corações o valor e a coragem. Estes espíritos grosseiros, simples e ignorantes, iluminados repentinamente do Espírito Santo compreendem todas as verdades, mesmo as mais sublimes e ocultas à inteligência humana; o Espírito Santo os instrui sem estudos e sem livros e ficam tão persuadidos que se prontificam a morrer em defesa de suas crenças. – Dia de Pentecostes! dia soleníssimo e para sempre memorável que faz romper em transportes de júbilo a todo o povo cristão pela redondeza da terra.”
O Divino Espírito Santo é Deus como o Pai e o Filho, desde toda a eternidade. E um só com o Pai e o Filho. Sua missão é renovar a face da terra, e Ele a cumpre assistindo a Igreja, guardando nela pura e infalível, a doutrina, suscitando novos Apóstolos e missionários da fé. O Espírito Santo, diz Santo Agostinho, é na Igreja o que a alma é em nosso corpo.
Três lugares há na Igreja onde o Espírito Santo opera de maneira especial: o confessionário, o púlpito e o altar. Recebei o Espírito Santo, disse Jesus conferindo aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados. O Sermão é obra não do homem, mas do Divino Espírito Santo. O Sacerdote é apenas o instrumento para propagar a doutrina da Igreja. A santa Missa ainda é mais particularmente obra do Espírito Santo. Assim como se operou o milagre da Encarnação pelo Divino Espírito Santo, assim é o Divino Espírito que transubstancia o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Eis o motivo porque o Sacerdote no Ofertório da Missa implora a Benção do Espírito Santo.
O sacerdote é apenas o instrumento para propagar a doutrina da Igreja . A Santa Missa ainda é mais particularmente obra do Espírito Santo. Assim como se operou o milagre da Encarnação pelo Divino Espírito Santo, assim é o Divino Espírito que transubstancia o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Eis o motivo por que o Sacerdote, no Ofertório da Missa, implora a bênção do Espírito Santo.
Devemos, pois, ter uma fé firme na ação do Divino Espírito Santo e um grande desejo por sua vinda na Igreja e em nós. “Vinde, Espírito Santo e enchei os corações de vossos fiéis” . Com grande alegria
celebramos esta solenidade associando-nos à santa Igreja, que canta no Prefácio: “Por isso, pela descida do Espírito Santo, o mundo inteiro exulta com imenso gozo”.
A importância do Mistério de Pentecostes, sendo tão grande na economia do Cristianismo, não é de admirar que a Igreja lhe tenha destinado, na santa Liturgia, a mesma categoria que para a festa de Páscoa. Como nesta , o Batismo era conferido na noite do sábado antecedente.
A cor litúrgica desta solenidade e de toda a oitava é a vermelha, que simboliza o fogo do Amor divino que o Espírito Santo ateou nas almas. “ln eis ignem accende”. Até nos três dias das Têmporas, se conservam os ornamentos vermelhos. A partir deste período, as festas dos Santos – frutos do Espírito Santo – são mais frequentes. Celebrando hoje e durante a oitava, a santa Missa, tenhamos a firme convicção de que também em nossas almas se renova este Mistério.
Fonte: Dom Beda Keickeisen. Missal Quotidiano. 23ª edição. Salvador: Editora Beneditina, 1962. p. 482-484.
Vigília de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
A Leitura fala do Batismo e da Confirmação, porque outrora estes dois Sacramentos eram administrados, um em seguida ao outro. O mundo não conhece o Espírito de Deus (Evangelho). Nós o conhecemos, e neste Espírito nos unimos a Nosso Senhor. Ele, que renova a face do mundo, renova também os que recebem o Batismo.
O decreto que renova a liturgia da Semana Santa, aboliu tudo que outrora precedia à Missa da Vigília de Pentecostes: leitura, benção da água batismal, ladainha.
Páginas 538 a 541 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Dilexisti”, com Coleta próprias
Nasceu em Florença em 1566 de pais nobres. Na Ordem do Carmelo, onde entrou muito jovem, distinguiu-se por seu grande amor à penitência.
Páginas 1083 e 880 a 883 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe – Missa “Sacerdotes tui”, com orações e leituras próprias
Foi abade de um mosteiro beneditino em Roma. O Papa S. Gregório Magno o enviou com 40 Monges para a Inglaterra a fim de pregar o Evangelho. Com o auxílio divino conseguiu a conversão do rei Etelberto, e grande parte de seu povo. Estabeleceu a sua Sé arquiepiscopal na Abadia de Cantuária. é chamado o Apóstolo da Inglaterra.
Páginas 1080 a 1082 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “In medio”, com Coleta própria e comemoração de S. João I, Papa e Mártir
Com a idade de 7 anos entrou no Mosteiro Beneditino de Wearmoth. Sua vida foi inteiramente dedicada à oração e ao estudo. “Da oração passava ao estudo e do estudo para a oração”, diz a sua biografia. Numerosos escritos teológicos e históricos saíram de sua pena. Morreu em 735 na Inglaterra.
Páginas 1079; 856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Festa de 3ª Classe- Missa própria, com comemoração de S. Eleutério, Papa e mártir
Nasceu em Florença (1515), e foi ordenado sacerdote com 36 anos de idade. Por sua caridade atraía os corações (Introito). Trabalhou muito para renovação da vida Cristã principalmente entre os leigos, em Roma. Para este fim, fundou a Congregação do Oratório.
Páginas 1077 a 1079 do Missal Quotidiano.
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me” com Coleta própria e comemoração de S. Urbano I, Papa e mártir
Com o nome de Hildebrando, foi Monge beneditino na célebre abadia de Cluny. Nomeado Cardeal foi conselheiro de cinco Papas e sucedeu a Alexandre II (1075). Com grande energia lutou pela independência da Santa Sé, contra os príncipes seculares. Ainda se distinguiu por importantes reformas de disciplina interior da Igreja, na célebre questão das investiduras com Henrique IV da Alemanha.
Páginas 1076, 812 a 816 do Missal Quotidiano.
Domingo de 2ª Classe- Missa Própria
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Missa Votiva de 4ª Classe- Missa “Salve Sancta Parens”, com comemoração da Ascensão
Páginas 802 a 805; 531 a 534 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Novena em Honra do Divino Espírito Santo, em preparação para a Festa de Pentecostes, foi instituída por decreto de Leão XIII, em 1897, na Encíclica Divinum Illud Múnus, carta dedicada ao Paráclito.
Embora não haja rito específico, apresenta-se abaixo algumas orações próprias desta devoção, a rezar durante os 9 dias que antecedem a Domingo de Pentecostes, neste ano celebrado em 31/05, entre 22 e 30/05:
4ª Classe- Missa da Ascensão
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São Pedro
DIA DE PRECEITO
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Read More “Liturgia Diária- Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo”
A festa da Ascensão propõe honrar o triunfo de Jesus, subindo ao céu, 40 dias depois da Ressurreição. Este acontecimento, sendo o penhor ida nossa própria glorificação futura, nos convida à alegria e à confiança. De fato, sendo o céu a residência do nosso Pai divino, para ali devem convergir todas as nossas aspirações. Esta festa remonta à origem Apostólica, diz Santo Agostinho, e merece ser celebrada com toda solenidade, para melhor orientar os fiéis para o céu, a pátria definitiva.