POR SER DIA DE 1ª CLASSE, HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA
Desde o ano de 1928, foi elevada à categoria de Iª classe, a festa do Sagrado Coração de Jesus.
No formulário, com o Prefácio próprio, ainda mais se acentua que o Coração do Homem-Deus é a fonte das graças e da misericórdia divinas. No Evangelho somos levados à nascente deste rio de águas vivas. Um soldado abre com a lança o lado do Salvador, e dele sai sangue e água. No sangue fomos remidos, na água nos foram aplicados os frutos da Redenção, e fomos regenerados pelo Batismo. A generosidade e o amor do Coração de Jesus exigem de nossa parte fidelidade e reparação de nossas faltas.
Páginas 600 a 605 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa Própria, com comemoração dos Ss. Primo e Feliciano, Mártires
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 e 1096 a 1097 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu na Inglaterra em 675 e entrou na Ordem de S. Bento. Impelido pelo zelo da propagação do reino de Deus, empreendeu várias viagens para converter os povos da Germânia. Auxiliado por Monges da mesma Ordem conseguiu converter grande número de habitantes dessas regiões. Foi feito Bispo e Arcebispo dos territórios conquistados para o Cristianismo. Nesta qualidade reuniu vários sínodos e regulou a situação da Igreja. Iá avançado em idade, foi assassinado numa das suas viagens. Este “Apóstolo da Alemanha” está sepultado na catedral de Fulda.
Páginas 1093 a 1095 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em Santa Maria de Villa (Itália) em 1563, de uma ilustre família e faleceu em 1608. É fundador dos “Clérigos regulares menores” que unem a vida ativa à contemplativa. Homem de espírito de oração e de penitência, dedicou-se à cura de almas entre os presos.
Páginas 1090 a 1092 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A festividade do Corpo de Deus é a solene comemoração da instituição do Santíssimo Sacramento do Altar. Agradecemos e louvamos neste dia o amor de Jesus pelo dom inefável da Eucaristia. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas á lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite expansões de alegria.
A santa Missa composta pelo insigne teólogo e poeta, Santo Tomás de Aquino, é uma explicação das palavras da Sequência — Panis vivus et vitalis — Pão vivo e que dá vida. Dela fazem parte os trechos mais importantes da Sagrada Escritura sobre a Eucaristia (Epístola e Evangelho). No Introito agradecemos pelo alimento do céu, a Eucaristia. Ela é para nós “fiorde trigo” e “mel do rochedo”, isto é, o Cristo, a lembrança de sua Paixão e de seu Amor (Oração). Celebrando a santa Missa anunciamos a morte do Cristo. E sob este aspecto, a Eucaristia é um verdadeiro Sacrifício (Epístola) e alimento sobrenatural (Gradual, Evangelho), símbolo da união e paz entre os fiéis (Secreta), e penhor da união com Deus (Communio). “Omnes in Christo unum”, “Todos somos um só (Corpo místico) em Jesus Cristo”.
Páginas 584 a 594do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes, com comemoração dos Ss. Marcelino, Pedro e Erasmo, Mártires
Não se celebra este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Sobre os santos mártires: S. Marcelino era Sacerdote e foi martirizado com S. Pedro, exorcista, em 306, em Roma. O Bispo S. Erasmo foi morto na mesma perseguição.
Páginas 579 a 583, 1088 a 1090 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
2ª Classe- Missa própria com comemoração de Santa Petronila, Virgem (somente nas missas rezadas)
Ao se encerrar o ano mariano de 1954, o Santo Padre Pio XII instituiu esta festa para consagrar o mundo à proteção de nossa celestre e poderosa Rainha.
A festa de hoje é uma justa homenagem à SSma. Trindade, uma ação de graças ao Pai e à Sabedoria de Deus e ao Divino Amor, o qual durante o Ano eclesiástico se manifestou de um modo tão admirável na obra da Redenção. Por este motivo se celebra esta solenidade no final da primeira parte do Ano eclesiástico. Não somente neste dia como também em todas as Missas. Devemo-nos lembrar de render graças à SSma. Trindade. Sejam nossos cânticos de louvor o prelúdio do cântico perene: Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos exércitos, que os Eleitos em união com os Serafins cantam cheios de profunda reverência à Majestade de Deus.
A glória da SSma. Trindade é oferecido o Santo Sacrifício. Unamo-nos à imolação da Vítima imaculada. Notemos na Santa Missa o Glória Patri, o Glória in excelsis Deo, o final das Orações, o Credo, o Súscipe, Sancta Trinitas, o Prefácio e o Pláceat tibi, Sancta Trinitas.
Páginas 576 a 579 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Comentário sobre este Tempo litúrgico: clique aqui
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Em poucas palavras resume a Santa Igreja, neste dia em que termina o Tempo pascal, todo o Mistério do amor de Deus. “Deus caritas est“, Deus é a Caridade e esta Caridade foi derramada em nossos corações (Introito, Epístola). Na casa de Pedro (Statio), isto é, na santa Igreja, encontramos Nosso Senhor, que nos dá a saúde, comunicando-nos o seu Espírito. Pelos Mistérios Sagrados recebemos o “fervor divino” e neste fervor caminharemos para as alegrias eternas (Postcommunio).
Páginas 564 a 572 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação na basílica dos Santos Apóstolos
HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA (FESTA DE 1ª CLASSE)
A Leitura lembra o tempo das colheitas e a bondade de Deus, que nos deu o Espírito Santo (aquele que ensina a justiça). Como chuva benfazeja, Ele descerá sobre a terra — a Igreja —e nela fará germinar e amadurecer frutos espirituais. O Evangelho fala do perdão do pecado e da cura de um doente.
Páginas 561 a 564 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Lourenço extra muros
Não havia outrora neste dia, Ofício Divino. Hoje repete-se a Missa da festa, com exceção das Leituras. O diácono Filipe (o padroeiro das igreja estacionai também foi diácono) na Epístola, e os Apóstolo: no Evangelho, pregaram e fizeram milagres pela “força do Espírito Santo”.
Páginas 559 a 560 e 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Maria Maior
Nos países do Sul da Europa, faz-se, neste tempo, a colheita do trigo. A Igreja agradece por isso as bênçãos de Deus. Os fiéis ofereciam outrora neste tempo, as dízimas, e entre outras coisas, o trigo (matéria da Eucaristia). Agradeçamos também nós, nestes dias (quarta-feira, sexta-feira e sábado) os benefícios recebidos neste Tempo pascal. Nos textos destas Missas falam do Milagre de Pentecostes (Batismo, Eucaristia e Confirmação) e alguns tratam também das curas de doentes e expulsão dos espíritos malignos. Aproveitemos estes dias para nossa renovação, purificando-nos do contacto com o espírito do mundo.
Páginas 555 a 559 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Anastásia
Santa Anastásia, a ressuscitada, nos reúne hoje em sua igreja. Gratos e jubilosos pela graça batismal que nos ressuscitou, aparecemos diante do Senhor (Introito). O Espírito Santo nos santificou (Epístola) e nos fez achar a porta que dá para o aprisco do Bom Pastor (Evangelho e Ofertório). Este mesmo Espírito, dando-nos o alimento celeste, nos dará também a glória eterna.
Páginas 552 a 555 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro ad Vincula
Como o Sábado Santo, assim também o Sábado antes de Pentecostes é dia do Batismo. Corresponde igualmente, a oitava de Pentecostes à oitava da Páscoa. A santa Igreja ocupa-se amorosamente dos filhos recém-nascidos pela graça batismal. A eles se dirigem por isso os textos da santa Missa, falando-lhes do Batismo, da Eucaristia e mais particularmente da Confirmação.
Reunidos aos neófitos, ouvimos a palavra do príncipe dos Apóstolos (Epístola). Gratos, lembramo-nos dos benefícios recebidos no Sacramento da Confirmação, quando o Espírito Santo desceu sobre nós. Em sua luz e por sua graça, temos a verdadeira fé e somos chamados à vida eterna (Evangelho). Na santa Missa, alimentando-nos Jesus e saciando-nos (Introito), somos também “instruídos de tudo quanto Ele nos havia dito” (Communio).
Páginas 549 a 552 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Na igreja do Apóstolo que primeiro explicou o Mistério deste dia, na basílica de S. Pedro, hoje nos reunimos. No altar, que é obra do Espirito Santo, se vai repetir, por todos os tempos e em todo o orbe (Introito), o que aconteceu naquele memorável dia de Pentecostes, de que fala a Epístola. Imploramos para nós a mesma graça, no Gradual e na Sequencia. No Evangelho, Jesus nos promete a realização deste desejo, que se cumprira no Santo Sacrifício. Unindo-nos ao Filho de Deus virá também habitar em nós o Divino Espírito Santo (Communio). Cheios desse Espírito Divino falaremos também nós das grandezas de Deus. Lembremo-nos que, neste dia, nasceu a Igreja e com ela nasceu igualmente o Apostolado ou a Ação Católica. A força, o amor fervoroso do Divino Espírito Santo nos deve animar e fazer de nós, Sacerdotes, Soldados e Apóstolos do Reino de Deus.
Páginas 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Vigília de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
A Leitura fala do Batismo e da Confirmação, porque outrora estes dois Sacramentos eram administrados, um em seguida ao outro. O mundo não conhece o Espírito de Deus (Evangelho). Nós o conhecemos, e neste Espírito nos unimos a Nosso Senhor. Ele, que renova a face do mundo, renova também os que recebem o Batismo.
O decreto que renova a liturgia da Semana Santa, aboliu tudo que outrora precedia à Missa da Vigília de Pentecostes: leitura, benção da água batismal, ladainha.
Páginas 538 a 541 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta e Evangelho próprios
Da Ordem de S. Francisco, foi pregador popular e muito fez para a renovação da vida religiosa. Com grande zelo pregou a devoção do SSmo. Nome de Jesus (Oração).
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me”, com Coleta própria e comemoração de S. Pudenciana, Virgem
Eremita que era, fundou a Ordem dos Beneditinos Eremitas, no monte Marone. Com 79 anos de idade foi eleito Papa, contra sua vontade. Em breve, porém, resignou o Pontificado e voltou à sua querida solidão (Oração).
Páginas 1074 a 1075, 812 a 816 do Missal Quotidiano.
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta própria
Nasceu na Espanha e fez-se irmão leigo franciscano em Montforte, onde se distinguiu por uma grande pureza, amor à penitência e suma veneração à Ssma. Eucaristia, Foi por isso declarado Padroeiro dos Congressos Eucarísticos, por Leão XIII.
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Novena em Honra do Divino Espírito Santo, em preparação para a Festa de Pentecostes, foi instituída por decreto de Leão XIII, em 1897, na Encíclica Divinum Illud Múnus, carta dedicada ao Paráclito.
Embora não haja rito específico, apresenta-se abaixo algumas orações próprias desta devoção, a rezar durante os 9 dias que antecedem a Domingo de Pentecostes, neste ano celebrado em 23/05, entre 14 e 22/05:
4ª Classe- Missa da Ascensão, com comemoração de S. Bonifácio, Mártir
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534; 1070 a 1071 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Hoje se inicia a Novena do Espírito Santo, em preparação para Pentecostes (sabia mais)
Festa de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São Pedro
DIA DE PRECEITO
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Vigília de 2ª Classe- Missa Própria, com comemoração das Rogações
Depois da procissão das Rogações, reza-se a Missa das Rogações. As Missas privadas são da Vigília, a não ser que ocorra alguma festa. Os Cânticos desta Missa são os do V domingo depois da Páscoa.
As Leituras falam da Ascensão. Jesus Cristo tendo cumprido na terra a sua Missão, vai deixá-la, mas não a abandonará: enviará o seu Consolador que é o Espirito Santo.
Páginas 514 a 517 e 528 a 529 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Filipe de Betsaida foi um dos primeiros Apóstolos de Nosso Senhor. Pregou o Evangelho na Frigia, onde foi crucificado e apedrejado. S. Tiago menor, primo de Nosso Senhor, foi o primeiro Bispo de Jerusalém. Homem de oração e de austera penitência, foi precipitado do pináculo do Templo. Ele é o autor de uma Epístola canônica. A festa de hoje é o aniversário da Dedicação da igreja onde repousam os despojos destes dois Apóstolos do Senhor.
2ª Classe- Missa própria com comemoração de S. Antonino Bispo e Confessor; Ss. Gordiano e Epímaco, Mártires
Os três dias que precedem à festa da Ascensão, chamam-se dias das Rogações, denominação essa que vem do caráter suplicante das Ladainhas, Orações e Salmos que neles se dizem.
Remontam aos primeiros séculos do Cristianismo as procissões de penitência antes da santa Missa. Data do século V a instituição das Rogações, em França. Prescritas depois em Roma, daí se estenderam a toda a Igreja. Nestes dias especialmente consagrados, pedimos a Deus que afaste de nós o flagelo de sua justiça e se digne abençoar as coisas da terra. A Missa mostra-nos a eficácia da oração fervorosa e perseverante. Animados de uma firme confiança vamos para a casa de Deus (Introito). O Apóstolo S. Tiago, ele mesmo admirável amante da oração, mostra-nos o exemplo de Elias (Epístola). A oração do justo muito pode sobre o coração de Deus. As palavras proferidas por Jesus Cristo tornam-se realidade na santa Missa. O pão e o peixe simbolizam a Eucaristia, e o ovo é o símbolo da Ressurreição e da vida nova, fruto de uma boa participação nos santos Mistérios. — Nessa Missa não se diz o Glória nem o Credo.
“Eu saí do Pai, e vim ao mundo ; deixo outra vez o mundo, e vou ao Pai”.
Nestas linhas está sintetizado o pensamento principal da santa Missa de hoje. Os textos, ao mesmo tempo que nos lembram as alegrias pascais, nos prenunciam o próximo desaparecimento do Salvador. Enquanto a Epístola nos fala do Cristianismo prático, o Evangelho, aludindo à próxima Ascensão de Jesus Cristo, nos ensina como podemos e devemos confiar-Lhe os nossos cuidados e as nossas preocupações, antes de Jesus nos deixar e ir para junto de seu Pai. Estejamos certos de que seremos atendidos, porque, se amamos o Filho, também o Pai nos ama.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Protexisti”, com Coleta própria e 2ªs Secreta e Pós-comunhão daquela missa
Bispo de Cracóvia, foi assassinado pelo rei Boleslau, dentro da igreja de S. Miguel, por ter censurado com franqueza o mau procedimento do rei. Este Santo é o Padroeiro da Polônia.
Páginas 1059; 840 a 843 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Missa de hoje nos mostra o nexo intimo que há entre o desaparecimento de Jesus e a descida do Divino Espírito Santo, e nos esclarece de um modo particular sobre a missão do Divino Espírito Santo, que é tríplice: no mundo, na Igreja e nas almas. Ao mundo cumpre conhecer o seu pecado, a justeza da causa da Igreja e o juízo iminente. Na Igreja o Divino Espírito Santo continuará a Missão de Jesus Cristo, conservando- a infalível depositária de sua doutrina. Na alma, Ele continuará a iluminá-la e a conduzi-la sempre mais e mais, para a verdade e para a luz. Ele vos ensinará toda a verdade (Evangelho). Empenhemo-nos desde já em preparar a nossa alma para a tornar digna de receber a luz da verdade.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me”, com Coleta própria
Da Ordem dos Dominicanos e eleito papa em 1566, foi um grande reformador do Calendário e da Liturgia (Missal e Breviário, Oração). Durante seu pontificado (1566-1572), combateu as heresias e os Turcos, sobre os quais, por suas orações, obteve a vitória de Lepanto (1571).
Páginas 1058 a 1059, 812 a 816 do Missal Quotidiano.
No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no céu do Justo, que fora escolhido por Deus para guarda de seus maiores tesouros: a Santíssima Virgem Maria e seu Filho Jesus Cristo. Lembram-se, então, sua pureza sem mancha, sua fidelidade indefectível e sua obediência prontíssima.
O segundo dia festeja o operário, que tirou da profissão de carpinteiro o sustento da Sagrada Família, e assim elevou o trabalho manual a uma dignidade inexprimível. O Santo Padre Pio XII, fixou sua data a 1º de maio para que o dia geralmente dedicado ao trabalho e aos trabalhadores seja iluminado pela lição e exemplo de São José.
Páginas 1049 a 1052 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Cognovi”, com Coleta e leituras próprias
Modelo de esposa e mãe, viveu esta Santa uma vida de intensa fé. Dócil e paciente, esperou a conversão de seu marido até consegui-la no leito de morte deste. Durante 28 anos rezou e suplicou entre lágrimas a Deus pela conversão de seu filho. Teve a sorte de vê-lo receber o Batismo e a grande felicidade de expirar nos braços deste grande Bispo de Cartago e Doutor da Igreja. As Leituras da Missa nos falam de sua orações e da conversão de seu filho.
Páginas 1057, 1058 e 891 a 895 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 2ª Classe– PRÓPRIO DO BRASIL– Missa própria
Duas vezes no ano venera a santa Igreja a Relíquia da santa Cruz, o instrumento de nossa Redenção, santificado pelo Sangue preciosíssimo de Jesus Cristo. No dia de hoje se comemora a Invenção deste venerável Madeiro pela imperatriz Santa Helena. A Oração alude ao milagre da cura de uma doente, ocorrido nessa ocasião. Em geral os textos desta Missa lembram os benefícios e bênçãos que nos vêm da Cruz “salvadora”. No Evangelho, Jesus fala da necessidade do renascimento pelo Batismo, da fé na revelação divina e da sua exaltação na Cruz, simbolizada pela serpente de bronze.
Rubricas sobre esta Festa: a Sagrada Congregação dos Ritos, atendendo a razões especiais, no dia 12 de dezembro de 1962 concedeu que se mantivesse a mesma festa e seja celebrada com rito de II classe, em todo o Brasil (site Apostolado FERR).
Esta Missa não consta no Missal Quotidiano de D. Gaspar Lefebvre (1963).
Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.
A Missa de hoje nos mostra o nexo intimo que há entre o desaparecimento de Jesus e a descida do Divino Espírito Santo, e nos esclarece de um modo particular sobre a missão do Divino Espírito Santo, que é tríplice: no mundo, na Igreja e nas almas. Ao mundo cumpre conhecer o seu pecado, a justeza da causa da Igreja e o juízo iminente. Na Igreja o Divino Espírito Santo continuará a Missão de Jesus Cristo, conservando- a infalível depositária de sua doutrina. Na alma, Ele continuará a iluminá-la e a conduzi-la sempre mais e mais, para a verdade e para a luz. Ele vos ensinará toda a verdade (Evangelho). Empenhemo-nos desde já em preparar a nossa alma para a tornar digna de receber a luz da verdade.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A tradição de celebrar, com especial devoção, a Rainha do Céu em Maio é muito antiga: os primeiros resquícios datam do primeiro milênio da Igreja, acentuando-se na Idade Média, mas com período diverso – 15 de agosto a 14 de setembro, na chamada Tricesimum (devoção de trinta dias a Maria).
No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no céu do Justo, que fora escolhido por Deus para guarda de seus maiores tesouros: a Santíssima Virgem Maria e seu Filho Jesus Cristo. Lembram-se, então, sua pureza sem mancha, sua fidelidade indefectível e sua obediência prontíssima.
O segundo dia festeja o operário, que tirou da profissão de carpinteiro o sustento da Sagrada Família, e assim elevou o trabalho manual a uma dignidade inexprimível. O Santo Padre Pio XII, fixou sua data a 1º de maio para que o dia geralmente dedicado ao trabalho e aos trabalhadores seja iluminado pela lição e exemplo de São José.
Páginas 1049 a 1052 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Dilexisti”, com orações próprias
Natural de Sena (1347), entrou na Ordem terceira de S. Domingos. Dotada de rara inteligência foi consultada por príncipes, seculares e eclesiásticos e até conselheira de alguns Papas. Exerceu uma grande influência tanto em negócios religiosos como políticos. É uma das figuras mais notáveis de mulher na história da humanidade. Seu corpo descansa na igreja de Sta. Maria supra Minerva, em Roma.
Páginas 1048 a 1049 e 880 a 883 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nascido em Piemonte, fundou a Congregação dos Passionistas, que tem por fim particular propagar nas pregações a devoção à Paixão de Nosso Senhor (Oração).
Páginas 1045 a 1047 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
O terreno onde será construída a nossa Capela foi preparado hoje para receber no próximo domingo o cruzeiro que será abençoado pelo Rvmo. Pe. Leles. Com a Graça de Deus e pela intercessão de Nossa Senhora do Carmo, em breve iniciaremos a construção..
A todos que lerem esta postagem, pedimos orações por esse projeto da Irmandade do Carmo.
Domingo de 2ª Classe- Missa Própria, com comemoração de S. Marcos
O Domingo da Ressurreição e os dois imediatos são completamente dominados pelo pensamento da Ressurreição. Os domingos seguintes nos preparam para a despedida: a Ascensão de Nosso Senhor e a Missão do divino Espírito Santo. Fala-nos o Domingo de hoje da despedida de Jesus deste mundo, e assim nos lembra que também somos estrangeiros e viajantes. S. Pedro nos delineia o modo de proceder do Cristão no mundo: obediência à autoridade, cumprimento dos deveres de estado (Epístola). Na Oração, imploramos força para não errar no caminho, para que sejamos dignos do nome de Cristãos, isto é, cidadãos do céu. O Evangelho afirma que, querendo andar com o Cristãos, teremos que sofrer e chorar enquanto o mundo se alegra. A nossa tristeza será breve, no entanto, e mudada será em alegria que ninguém nos há de tirar.
Sobre o santo apóstolo: Discípulo e companheiro de S. Pedro, escreveu o 2º Evangelho, a pedido dos Cristãos de Roma, seguindo as pregações do Príncipe dos Apóstolos. Pregou o Evangelho no Egito e fundou a Sé episcopal de Alexandria que ocupou em primeiro lugar. Morreu mártir. Na Leitura o profeta Ezequiel fala de quatro seres animados, que são, segundo se atribuí, os quatro Evangelistas. S. Marcos é representado sob o símbolo do leão porque inicia o Evangelho, com a voz “do que clama no deserto”.
Páginas 509 a 513; 1040 a 1043 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Protexisti”, com Coleta própria
Estudou direito em Friburgo e depois de várias viagens exerceu a profissão de advogado. Fez-se, mais tarde, capuchinho. Sua grande aspiração de morrer mártir veio a realizar-se. Foi morto pelos calvinistas e é Protomártir de sua Ordem.
Páginas 1039; 840 a 843 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa Própria, com comemoração de S. Jorge, Mártir
DIA DE ABSTINÊNCIA
Tão perto da Páscoa, este domingo é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há neste Tempo. Visão suavíssima! Jesus, o Bom Pastor, no meio de suas ovelhas, pelas quais havia dado a sua vida! Os primeiros Cristãos gostavam de demorar-se nesta contemplação, como provam os desenhos nas catacumbas de Roma. Confiantes, nós nos aproximamos hoje da igreja. É o Bom Pastor mesmo quem nos recebe e nos fala (Evangelho).
Lembrando-nos de tudo que fez por nós, cantamos jubilosos no Introito: Da misericórdia do Senhor está cheia a terra. S. Pedro, que em si próprio experimentou todo o amor misericordioso do Pastor, mostra-nos na Epístola a extensão e as finezas desse amor. E assim esclarecidos, temos a certeza de que o Bom Pastor nos conhece, isto é, que nos vem instruir, fortalecer e iluminar no santo Sacrifício da Missa (Communio).
Sobre o santo: Era oficial do exército romano. Muito venerado como vencedor do dragão (tradições lendárias), tanto no Oriente como no Ocidente, morreu Mártir na Palestina.
Páginas 505 a 508; 1038 a 1039; e 840 a 844 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me”, com orações no plural
O primeiro foi Papa, de 166 a 174 e defendeu a Igreja contra as heresias. O segundo, também papa (283-296), sofreu muito e com grande constância pela fé.
Piemontês ( 1033), entrou em 1060, em Bec (Normandia), na Ordem de S. Bento. Na qualidade de Prior e mais tarde Abade desse mosteiro, foi exímio cultivador das sagradas ciências e fiel observante da disciplina monástica. Em 1093 feito arcebispo Primaz de Cantuária, defendeu com serenidade e grande firmeza os direitos e a liberdade da santa Igreja. Profundo pensador e teólogo sútil, é chamado o “Pai da teologia escolástica”.
Páginas 1037;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Tão perto da Páscoa, este domingo é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há neste Tempo. Visão suavíssima! Jesus, o Bom Pastor, no meio de suas ovelhas, pelas quais havia dado a sua vida! Os primeiros Cristãos gostavam de demorar-se nesta contemplação, como provam os desenhos nas catacumbas de Roma. Confiantes, nós nos aproximamos hoje da igreja. É o Bom Pastor mesmo quem nos recebe e nos fala (Evangelho).
Lembrando-nos de tudo que fez por nós, cantamos jubilosos no Introito: Da misericórdia do Senhor está cheia a terra. S. Pedro, que em si próprio experimentou todo o amor misericordioso do Pastor, mostra-nos na Epístola a extensão e as finezas desse amor. E assim esclarecidos, temos a certeza de que o Bom Pastor nos conhece, isto é, que nos vem instruir, fortalecer e iluminar no santo Sacrifício da Missa (Communio).
Páginas 505 a 508 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Tão perto da Páscoa, este domingo é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há neste Tempo. Visão suavíssima! Jesus, o Bom Pastor, no meio de suas ovelhas, pelas quais havia dado a sua vida! Os primeiros Cristãos gostavam de demorar-se nesta contemplação, como provam os desenhos nas catacumbas de Roma. Confiantes, nós nos aproximamos hoje da igreja. É o Bom Pastor mesmo quem nos recebe e nos fala (Evangelho).
Lembrando-nos de tudo que fez por nós, cantamos jubilosos no Introito: Da misericórdia do Senhor está cheia a terra. S. Pedro, que em si próprio experimentou todo o amor misericordioso do Pastor, mostra-nos na Epístola a extensão e as finezas desse amor. E assim esclarecidos, temos a certeza de que o Bom Pastor nos conhece, isto é, que nos vem instruir, fortalecer e iluminar no santo Sacrifício da Missa (Communio).
Páginas 505 a 508 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Tão perto da Páscoa, este domingo é como que uma síntese de tudo quanto de bom, de belo e de consolador há neste Tempo. Visão suavíssima! Jesus, o Bom Pastor, no meio de suas ovelhas, pelas quais havia dado a sua vida! Os primeiros Cristãos gostavam de demorar-se nesta contemplação, como provam os desenhos nas catacumbas de Roma. Confiantes, nós nos aproximamos hoje da igreja. É o Bom Pastor mesmo quem nos recebe e nos fala (Evangelho).
Lembrando-nos de tudo que fez por nós, cantamos jubilosos no Introito: Da misericórdia do Senhor está cheia a terra. S. Pedro, que em si próprio experimentou todo o amor misericordioso do Pastor, mostra-nos na Epístola a extensão e as finezas desse amor. E assim esclarecidos, temos a certeza de que o Bom Pastor nos conhece, isto é, que nos vem instruir, fortalecer e iluminar no santo Sacrifício da Missa (Communio).
Páginas 505 a 508 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor para com as almas remidas por seu preciosíssimo Sangue.
Neste domingo, Nosso Senhor fortalece a fé do Apóstolo S. Tomé e como a deste Santo, também a nossa. No II. domingo, Jesus manifesta-se como “Bom Pastor” que cuida de suas ovelhas, até o fim dos séculos. Os últimos três domingos preparam a sua despedida e a missão do Espírito Santo.
Ontem depuseram os neófitos as suas túnicas brancas para retomarem hoje as suas vestimentas comuns. Embora S. Pedro os convide com palavras de ternura “como meninos recém-nascidos, desejai sinceramente o leite espiritual” (Introito), a Missa de hoje prepara-os todavia, para a luta na arena da vida. A vitória que vence o mundo é a nossa fé. Da necessidade desta fé nos falam a Epístola e o Evangelho: Bem-aventurados os que não viram e contudo creram.
A esta fé nos exorta a própria igreja onde antigamente se reuniam os fiéis, em Roma, a basílica de S. Pancrácio. Mártir pela fé aos quatorze anos de idade, este Santo é um exemplo glorioso de fidelidade às suas promessas batismais, para os que militam nas fileiras de Jesus Cristo.
Páginas 500 a 504 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor para com as almas remidas por seu preciosíssimo Sangue.
Neste domingo, Nosso Senhor fortalece a fé do Apóstolo S. Tomé e como a deste Santo, também a nossa. No II. domingo, Jesus manifesta-se como “Bom Pastor” que cuida de suas ovelhas, até o fim dos séculos. Os últimos três domingos preparam a sua despedida e a missão do Espírito Santo.
Ontem depuseram os neófitos as suas túnicas brancas para retomarem hoje as suas vestimentas comuns. Embora S. Pedro os convide com palavras de ternura “como meninos recém-nascidos, desejai sinceramente o leite espiritual” (Introito), a Missa de hoje prepara-os todavia, para a luta na arena da vida. A vitória que vence o mundo é a nossa fé. Da necessidade desta fé nos falam a Epístola e o Evangelho: Bem-aventurados os que não viram e contudo creram.
A esta fé nos exorta a própria igreja onde antigamente se reuniam os fiéis, em Roma, a basílica de S. Pancrácio. Mártir pela fé aos quatorze anos de idade, este Santo é um exemplo glorioso de fidelidade às suas promessas batismais, para os que militam nas fileiras de Jesus Cristo.
Páginas 500 a 504 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Féria de 3ª Classe- Missa Própria, com comemoração dos Ss. Tibúrcio, Valeriano e Máximo, Mártires
Estudando os vários sistemas filosóficos, chegou a conhecer a verdadeira filosofia cristã. Desde então foi ardoroso defensor da fé em Jesus Cristo, escrevendo duas preciosas “apologias”, defesas do Cristianismo.
Páginas 1032 a 1037 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Protexisti”, com Coleta própria
Filho de Leovigildo, rei dos Visigodos, foi convertido do arianismo para o catolicismo por S. Leandro. Não querendo receber a Santa Eucaristia das mãos de um bispo herético foi assassinado por ordem do próprio pai, porém o seu sangue foi semente de novas conversões. .
Páginas 1031 a 1032; 840 a 843 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor para com as almas remidas por seu preciosíssimo Sangue.
Neste domingo, Nosso Senhor fortalece a fé do Apóstolo S. Tomé e como a deste Santo, também a nossa. No II. domingo, Jesus manifesta-se como “Bom Pastor” que cuida de suas ovelhas, até o fim dos séculos. Os últimos três domingos preparam a sua despedida e a missão do Espírito Santo.
Ontem depuseram os neófitos as suas túnicas brancas para retomarem hoje as suas vestimentas comuns. Embora S. Pedro os convide com palavras de ternura “como meninos recém-nascidos, desejai sinceramente o leite espiritual” (Introito), a Missa de hoje prepara-os todavia, para a luta na arena da vida. A vitória que vence o mundo é a nossa fé. Da necessidade desta fé nos falam a Epístola e o Evangelho: Bem-aventurados os que não viram e contudo creram.
A esta fé nos exorta a própria igreja onde antigamente se reuniam os fiéis, em Roma, a basílica de S. Pancrácio. Mártir pela fé aos quatorze anos de idade, este Santo é um exemplo glorioso de fidelidade às suas promessas batismais, para os que militam nas fileiras de Jesus Cristo.
Páginas 500 a 504 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Pancrácio
Os cinco domingos que se seguem, celebram o Salvador ressuscitado. Mostram seu amor para com as almas remidas por seu preciosíssimo Sangue.
Neste domingo, Nosso Senhor fortalece a fé do Apóstolo S. Tomé e como a deste Santo, também a nossa. No II. domingo, Jesus manifesta-se como “Bom Pastor” que cuida de suas ovelhas, até o fim dos séculos. Os últimos três domingos preparam a sua despedida e a missão do Espírito Santo.
Ontem depuseram os neófitos as suas túnicas brancas para retomarem hoje as suas vestimentas comuns. Embora S. Pedro os convide com palavras de ternura “como meninos recém-nascidos, desejai sinceramente o leite espiritual” (Introito), a Missa de hoje prepara-os todavia, para a luta na arena da vida. A vitória que vence o mundo é a nossa fé. Da necessidade desta fé nos falam a Epístola e o Evangelho: Bem-aventurados os que não viram e contudo creram.
A esta fé nos exorta a própria igreja onde antigamente se reuniam os fiéis, em Roma, a basílica de S. Pancrácio. Mártir pela fé aos quatorze anos de idade, este Santo é um exemplo glorioso de fidelidade às suas promessas batismais, para os que militam nas fileiras de Jesus Cristo.
Páginas 500 a 504 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João do Latrão
No sábado anterior os neófitos receberam as túnicas alvas. No dia de hoje, oito dias depois, as depõem e nessa ocasião, mais uma vez lhes são lembrados os benefícios dos Mistérios pascais, nos textos da santa Missa. No Ofertório saudamos O que virá a nós na Consagração e na Comunhão e revestidos do Cristo nos preparamos para a Páscoa eterna (Oração).
Páginas 496 a 499 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Maria dos Mártires
NÃO SE FAZ NEM ABSTINÊNCIA NEM JEJUM
Há oito dias encontramos a Mãe, de Deus ao pé da Cruz, como “Rainha dos Mártires”. Hoje celebramos com ela o triunfo sobre o martírio e a morte (Statio). Com os neófitos e Mártires nos lembramos do auxílio do Senhor (Introito), que nos salvou pelo Batismo, como salvou a Noé do dilúvio (Epístola). O Cristo legou o seu poder de salvar aos Apóstolos (Evangelho), mas incorporados no Cristo, somos também chamados a propagar o Reino de Deus (Communio — Ação Católica).
Páginas 493 a 495 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O número 04 (volume 02), publicado no mês de abril e dedicado a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, encontra-se assim constituído:
– Seção FIDES QUAERENS INTELLECTUM, própria para artigos e ensaios:
São José: fortíssimo, obedientíssimo e fidelíssimo: No quarto artigo sobre o Patrono da Igreja, as virtudes da fortaleza, obediência e fidelidade são brevemente destacadas no tempo e na eternidade de São José.
Padre Pio e os pecados do mundo: O terceiro texto sobre São Pio de Pietrelcina trata de sua prodigiosa atividade no confessionário, pela qual mais realizou conversões e expiações na própria carne.
A profecia de São Simeão e o sinal de contradição na história: A vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo desvelou os corações dos judeus, sendo a espada que dividiu-os entre o verdadeiro povo de Deus, que se converteu ao Cristo Messias, e o falso povo de Deus, entusiastas da vinda do anticristo.
– Seção CATHOLICAE LITTERAE, dedicada a resenhas:
Proslógio,de S. Anselmo: Neste opúsculo, Santo Anselmo de Cantuária (1033-1109) demonstra a veracidade e a necessidade da existência de Deus a partir de uma análise lógica conceitual.
– Seção DOMINUS VOBISCUM, própria para homilias e meditações:
O estado miserável dos que recaem no pecado: Para bem vivermos o tempo pascoal, Santo Afonso Maria de Ligório (1696-1787) aconselha a ressuscitarmos dos pecados, sobretudo em relação aos já confessos, cuja recidiva incorre em ofensa mais grave que a anteriormente cometida.
– Seção YSTORIA SANCTI, espaço hagiológico:
Santo Anselmo de Cantuária: Em 21 de abril, a Liturgia lembra S. Anselmo de Cantuária, doutor da Igreja, que, a despeito de perseguições e exílios, cumpriu com caridade e diligência a função de abade e arcebispo e combateu o cesaropapismo e a degeneração do clero.
– Seção EUTRAPELIAM, de conteúdo lúdico-educativo:
Mártires do mês de abril: Cruzadinha sobre alguns santos mártires da Liturgia de abril.
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Boa leitura!
Que Nossa Senhora, Rainha do Céu e da Terra, olhe sempre por nós e pela Revista Benedicta.
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação na basílica dos Doze Apóstolos
Na igreja estacional de hoje encontra-se a sepultura do Apóstolo S. Filipe. O diácono Filipe (Epístola) e Maria Madalena (Evangelho) são arautos da Ressurreição do Cristo. A estes e aos neófitos, a Sabedoria divina abre a boca, assim como a nós (pelo Batismo), para cantarmos a Deus um cântico novo (Introito, Communio). A igreja dos Apóstolos, construída em Roma em estilo grego, simboliza a união dos povos em Cristo pelo Batismo. (Oração)
Páginas 488 a 492 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Lourenço extra muros
Para, exprimir a sua gratidão, os neófitos se reuniam no dia de hoje na igreja de seu padroeiro que os conduzia através da Quaresma (Setuagésima e III. Domingo). O Filho do Pai eterno convida aos neófitos, assim como o faz a nós, a tomarmos parte no “Reino” (a Igreja e os Sacramentos). Deus ressuscitou seu Filho (Epístola) e no Evangelho, Ele nos aparece e nos alimenta com peixe e pão (símbolos da Eucaristia). E nós comeremos o Pão dos Anjos (Ofertório).
Páginas 485 a 488 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Paulo
Também o Apóstolo das gentes reúne os Cristãos e os instrui sobre as bênçãos que o Batismo comunica, dando sabedoria e firmeza e elevando as almas (Introito). Assim cumpriu Deus as suas promessas, pela Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo (Epístola). No santo Sacrifício da Missa, o Ressuscitado aparece e alimenta com peixe e mel (figura da Eucaristia) aos que se aproximam da Mesa Sagrada (Evangelho). Unidos assim com o Cristo, procuremos o que está acima desta terra, o céu, onde Jesus está à direita de Deus (Communio).
Páginas 481 a 484 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe (com Oitava)- Missa Própria – Estação em S. Pedro
Como no Antigo Testamento, Moisés conduziu o povo escolhido pelas águas do Mar Vermelho para a terra prometida, assim, no Novo Testamento, é Pedro a quem Jesus confiou a sua Igreja, quem conduz o povo eleito de Deus, pelas águas batismais, para a terra da graça e da bem-aventurança. Eis que os neófitos se reúnem na Igreja dedicada ao príncipe dos Apóstolos (Statio). Ele os recebe (e a nós) na terra em que corre leite e mel (Introito), e nos dirige a palavra na Epístola. Gratos e alegres, recebemos no Evangelho a notícia de que o Senhor apareceu a Simão (Pedro), e em Pedro aparecerá também a nós (Communio), se formos a seu encontro no Ofertório, oferecendo-nos a nós mesmos.
Páginas 476 a 481 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe (com Oitava)- Missa Própria – Estação em S. Maria Maior
A Comunidade religiosa celebra o dia de hoje com Maria Santíssima, que depois dos tormentosos dias da Paixão, tem mais direito ainda às alegrias da Ressurreição.
Com Jesus agradeçamos ao Pai Eterno a vitória da Redenção pela qual também nós ressuscitamos para uma vida nova (Introito). O Cordeiro Pascal, imolado e ressuscitado, novamente se imola e ressuscita para nós no santo Sacrifício da Missa (Consagração e Comunhão). A Epístola, a Sequência e o Evangelho nos preparam a termos as devidas disposições.
Seja a celebração da santa Missa no dia de hoje, que é a Solenidade das solenidades, a expressão sincera de nossa alegria e gratidão, porque Jesus, ressurgindo, nos deu a vida, uma vida nova na graça.
Instrução – A Ressurreição Gloriosa – Pe. Júlio Maria de Lombaerde –clique aqui e leia
Páginas 471 a 476 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Jesus Cristo, vencendo a morte, nos comunica a Vida nova
1. Significação deste Tempo. É o período que vai do domingo de páscoa até o sábado depois do Pentecostes. Três grandes festas se celebram neste espaço do tempo: a Páscoa ou Ressurreição, a Ascensão e a descida do Divino Espírito Santo (Pentecostes).
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. João do Latrão
(Paramentos roxos durante os ritos da Vigília; após, paramentos brancos)
O Sábado Santo para a primitiva Igreja era um dia de silêncio e recolhimento. Tal como na Sexta-feira Santa, não se celebrava o santo Sacrifício da Missa. Só ao escurecer começava-se a celebrar a Vigília da Páscoa, que muitas vezes, se prolongava até a madrugada do domingo, terminando com a Missa da Ressurreição.
No ano de 1951 o Santo Padre o Papa Pio XII consentiu que as cerimônias do Sábado fossem restituídas à sua hora primitiva, na noite que medeia entre sábado e domingo.
As cerimônias, que devem começar por volta das 22 horas, compreendem as seguintes partes: Bênção do fogo novo; Bênção do Círio pascal; Precônio pascal; as Leituras; Primeira parte das Ladainhas; Bênção da água batismal; Renovação das promessas do Batismo; Segunda parte das Ladainhas e a solene Missa da Vigília pascal.
Instrução – A Ressurreição Gloriosa – Pe. Júlio Maria de Lombaerde –clique aqui e leia
Páginas 436 a 470 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Cruz de Jerusalém
O Ofício solene de hoje é celebrado na basílica chamada Santa Cruz em Jerusalém. Representa esta basílica a cidade de Jerusalém, e, conservando-se nela uma das principais relíquias do santo Lenho, mais particularmente relembra o lugar em que o Cristo foi crucificado. O imperador Constantino transformou o palácio de Santa Helena em igreja, agradecendo a vitoria que alcançara sobre seu adversário, “no sinal do Cristo”, em 312 .
Sexta-feira da Paixão e Morte do Senhor é o nome deste dia. Nele a Igreja não celebra o Santo Sacrifício da Missa. Em sinal de luto e para realçar mais a morte de Nosso Senhor na Cruz, ela congrega os fiéis em redor do Sumo Sacerdote que se oferece como Vítima pelos pecados do mundo. É dia de luto universal.
A solene ação litúrgica desse dia, que deve ser celebrada à tarde, das 15 horas, não, todavia, depois das 18 horas se divide em quatro partes: 1ª. as Leituras; 2ª. as Orações Solenes; 3ª. a Adoração da Cruz e 4ª. a Comunhão.
Instrução – A adoração da Cruz – Pe. Julio Maria de Lombaerde –clique aqui e leia
Páginas 407 a 435 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Acompanhe as celebrações da Semana Santa pelo nosso canal do Youtube, faremos transmissões ao vivo, segue a programação:
01/04 – 18h – Quinta-feira Santa 02/04 – 15h – Paixão e Morte de Nosso Senhor 03/04 – 9h – Sábado Santo 04/04 – (Transmissão apenas da Santa Missa cantada das 9h) Domingo de Páscoa
Salve Maria! Como não conseguimos ainda os 1000 inscritos no canal do Youtube, não é possível fazer a transmissão da Santa Missa diretamente. Estávamos tentando usar um aplicativo que a princípio daria certo, porém ontem e hoje tivemos problemas no ato da transmissão e descobrimos que o Youtube tem a prerrogativa de derrubar a página pelo uso deste aplicativo.
Por esse motivo, continuaremos a fazer as entradas ao vivo através do instagram e depois disponibilizaremos no canal do Youtube.
Ainda em tempo: nos ajude a divulgar o canal para que tão logo possamos fazer as entradas diretamente do Youtube.
Que a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo configure a nossa vida e o nosso apostolado.
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. João de Latrão
Feria-Quinta in Coena Domini, isto é, Quinta-feira da ceia do Senhor, eis como a Liturgia designa o dia de hoje. Este nome nos indica o grande acontecimento que a santa Igreja comemora: a instituição do Sacrifício e Sacramento da Eucaristia e do Sacramento da Ordem.
Como no domingo de Ramos, reunimo-nos em S . João de Latrão, Mãe de todas as igrejas de Roma e do Universo, a mais nobre e mais antiga basílica, catedral do supremo Pastor da Igreja. Nela se conserva e venera ainda hoje a mesa em que o divino Salvador celebrou a última Ceia. O altar de nossa igreja é uma continuação daquela venerável mesa.
A Missa é festiva, com os paramentos brancos. Canta-se o Glória, durante o qual tocam festivamente os sinos, que depois emudecem até o Glória na Missa da Vigília Pascal.
Poucas passagens há, no ano eclesiástico, tão impressionantes e comovedoras para o coração do crente, quanto esta Missa; em que se mesclam alegria imensa e profunda tristeza.
Hoje só é celebrada uma santa Missa, durante a qual todos os Sacerdotes (e todos os Cristãos assim o deveriam fazer) recebem a sua Comunhão pascal da mão do Celebrante.
O memorável decreto “Maxima redemptionis nostrae mysteria” de 16/11/1955 com que a Sagrada Congregação dos Ritos, obedecendo a um mandado do Santo Padre Pio XII, renovou toda a liturgia da Semana Santa, prescreve que essa Missa in Coena Domini seja celebrada entre as 17 e as 20 horas.
Depois do Evangelho e da Homilia, pode-se realizar a cerimônia do Lava-pés.
A Santa Comunhão só pode ser distribuída durante a Missa ou logo depois dela e deve ser dada com partículas consagradas nessa mesma Missa.
Depois dia Missa, faz-se a solene transladação do SSmo. Sacramento para um altar lateral, que tenha sido ornamentado e preparado para esse fim desse altar se fará a pública adoração da Santa Reserva até meia-noite.
Instrução – O Sacramento do Amor – sobre a instituição da Eucaristia – Pe. Júlio Maria de Lombaerde (clique aqui e leia)
Páginas 392 a 406 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Maria Maior
Não pode a Igreja olvidar nestes dias da Paixão de seu Salvador, a sua Mãe Santíssima, que tão grande parte teve na obra da Redenção. E por isso que nos reunimos no maior santuário ereto em sua honra. Maria acompanha a seu Filho e a nós, nestes dias, e sofre com Ele e conosco. Nos antigos tempos esse dia era de exame para os catecúmenos e ainda hoje se conservam as três Leituras. Jesus Cristo padece como vemos nas Leituras e nos Cânticos, mas o fim dos seus sofrimentos é a glória (Introito).
Páginas 364 a 377 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Prisca
Os primeiros Cristãos reuniam-se outrora provavelmente em casa de Santa Prisca, no Monte Aventino (igreja estacionai). Conforme a tradição, era o próprio S. Pedro quem presidia essas reuniões. S. Marcos, o discípulo do primeiro Papa, nos descreve a Paixão de Jesus e fala particularmente da negação de S. Pedro, que assim, humildemente, confessa a sua culpa. A Cruz de Jesus Cristo é para nós motivo de glória (Introito).
Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Féria de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em S. Praxedes
O Salvador se prepara para sua Paixão (Cânticos). Enquanto Judas se resolve a trair Jesus, Maria Madalena unge o Mestre querido “para a sepultura”. Também nós podemos seguir o exemplo de Maria, ungindo os pés do Salvador, o que, no dizer de Santo Agostinho, significa: “Cuidar dos pobres e levar uma vida santa”. A santa Padroeira da igreja estacional é outro exemplo para nós, pois, distribuiu todos os seus bens pelos pobres.
Páginas 350 a 353 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São João do Latrão
(Paramentos vermelhos durante a Procissão e ritos anexos, e roxos para a Missa)
É o domingo que precede à festa da Páscoa e dá início à Semana Santa. Antes da Missa principal se realiza a bênção dos ramos com a procissão. Desta bênção e desta procissão, já encontramos vestígios claros no século V.
Se deveras queremos compreender a liturgia deste domingo, cumpre colocarmo-nos bem no meio do cenário onde se vai desenrolar o doloroso drama, e, para que possamos atingir esse objetivo, útil será recordarmos os acontecimentos dos últimos dias da vida do Divino Salvador aqui na terra.
Jesus, à frente de . uma romaria, vai de Jericó a Betânia, onde os hospedam com os seus amigos Lázaro, Maria e Marta, que, para O homenagearem, dão um banquete. É nessa ocasião que Maria unge com arômatas a cabeça de Jesus. Indignado com este desperdício, Judas rompe com seu Mestre. Muita gente vem a Betânia para ver a Jesus e a Lázaro ressuscitado: Com estas multidões parte Jesus no dia seguinte em direção a Jerusalém, passando pelo monte das Oliveiras. Festiva é sua entrada, como narra Evangelho. O povo aclama o Messias. Honras dignas ‘de um Rei são-Lhe tributadas, enquanto os fariseus, cada vez mais, se enraivecem. Contemplando a cidade, Jesus chora, lastimando-lhe a infelicidade e a sorte triste que a espera. Entra solenemente no templo, mas nessa mesma tarde regressa a Betânia.
Esses são os principais fatos históricos em que se firma a liturgia deste domingo, que consta de duas partes bem distintas: 1ª Bênção e procissão dos ramos: Alegre e triunfal. Porque nela aclamamos o Cristo, Rei e Vencedor. Paramentos vermelhos. 2ª A Santa Missa – Profundamente triste. Porque nela contemplamos o Homem das Dores. Paramentos roxos.
Páginas 326 a 349 do Missal Quotidiano. (Para a Missa: a partir da pág. 336)