Revista Benedicta – Nº 1 (2021)

O número 01 (volume 02), publicado no mês de janeiro e dedicado a Epifania do Nosso Senhor Jesus Cristo, encontra-se assim constituído:

– Seção FIDES QUAERENS INTELLECTUM, própria para artigos e ensaios:

São José: Filho de Davi, Luz dos Patriarcas: 150 anos após o decreto de São José como Patrono da Igreja de Cristo, a Igreja declara 2021 como o Ano do casto Esposo de Maria. Para comemorá-lo, inauguramos uma série de artigos sobre o Santo, baseada na Ladainha a ele dedicada.

Por que somos católicos?: A Fé em Cristo e Sua religião é, primeiramente, uma graça de Deus Pai; de imediato, ela é também a prova de que nosso intelecto tende à Verdade e precisa romper com o raciocínio lógico para então negá-la e aderir a falsas religiões.

O Homem do Sudário: Embora a cautela da Igreja em declará-lo como o autêntico pano mortuário que envolveu Nosso Senhor após Sua Morte, os católicos sempre veneraram o Santo Sudário. Agora, a ciência também o tem legitimado, confirmando a Ressurreição e a divindade de Cristo.

– Seção CATHOLICAE LITTERAE, dedicada a resenhas:

Filoteia, de S. Francisco de Sales: Em Filoteia (1609), S. Francisco de Sales (1567-1622) ensina os pormenores para a interiorização da devoção a Deus e do reto viver.

– Seção DOMINUS VOBISCUM, própria para homilias e meditações:

Terceiro discurso sobre a solenidade da Epifania: Neste sermão, São Leão Magno (?-461) explica o que os Santos Reis Magos espelham em nossa trajetória enquanto os filhos de Deus pela Fé.

– Seção YSTORIA SANCTI, espaço hagiológico:

São Francisco de Sales: Em 29 de janeiro, a Liturgia lembra de S. Francisco de Sales, bispo francês que combateu o protestantismo e, com S. Joana Francisca de Chantal, fundou a Ordem de Visitação de Santa Maria (1610), o primeiro de monjas não enclausuradas.

– Seção EUTRAPELIAM, de conteúdo lúdico-educativo:

Santos de janeiro: Cruzadinha sobre os santos da Liturgia do mês de janeiro.

NOTA:

Aniversário de sacerdócio: Em 13 de janeiro, os fiéis da Irmandade do Carmo parabenizam o Revmo. Pe. José do Prado Leles pelos 32 anos de sacerdócio.


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Revista Benedicta – Nº 6

O número 06, publicado no mês de dezembro e dedicado ao Advento de Nosso Senhor Jesus Cristo, encontra-se assim constituído:

– Seção FIDES QUAERENS INTELLECTUM, própria para artigos e ensaios:

O Natal do Senhor e o falso natal dos herodianos: Na vigília do dia 24 de dezembro, quando a ansiedade pelo assado do jantar parece maior que o desejo ardente pela Santíssima Eucaristia, é prudente relembrar: o que de fato celebramos no Natal?

O teatro católico medieval: O teatro católico surge na instauração da Festa de Corpus Christi (1264) e sua posterior assertividade no combate à revolta protestante mostra a preocupação da Igreja para que todas as classes sociais reconheçam o reinado de Nosso Senhor.

– Seção CATHOLICAE LITTERAE, dedicada a resenhas:

Exercícios Espirituais, de Santo Inácio de Loiola: Santo Inácio oferece, neste livreto do séc. XVI, um guia de meditação. O método inaciano de exercícios se realiza nas dimensões dos Mistérios de Cristo, sendo recurso para tirar de si as afeições desordenadas e encontrar a vontade de Deus.

– Seção DOMINUS VOBISCUM, própria para homilias e meditações:

As seis circunstâncias características do Advento: Neste sermão, São Bernardo, Abade (1090-1153) nos convida a meditar as realidades ocultas do Advento de Nosso Senhor, a partir de seis questões que demonstram porque esse episódio é objeto de tamanha devoção da Igreja.

– Seção YSTORIA SANCTI, espaço hagiológico:

Santos Inocentes: No dia 28 de dezembro, a Igreja lembra das crianças mortas pela perseguição de Herodes ao Menino Jesus.

– Seção EUTRAPELIAM, de conteúdo lúdico-educativo:

Presépio: No Brasil, a tradição do presépio, criado por São Francisco de Assis, é iniciada por São José de Anchieta como recurso catequético (1552), sendo forte devoção das igrejas e casas católicas no Natal.

– Conto:

O que falavam a mula e o boi há dois mil anos: Este piedoso conto, ambientado na ocasião do nascimento de Nosso Senhor, simboliza como a humildade do agir divino com o Advento emana para as criaturas ali presentes e configura o mote espiritual do cristão de todos os tempos.


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