“Porque muito amou, muito lhe foi perdoado”, é o resumo de sua vida. A liturgia identifica Maria Madalena com Maria de Betânia, irmã de Lázaro e de Marta, que ungiu os pés de Jesus (Oração), com a pecadora pública (Evangelho) e ainda com aquela Maria que primeiro viu o Ressuscitado (Epístola). Lendas antigas dizem que ela morreu no sul da França.
Páginas 1181 a 1185 do Missal Quotidiano.
Missa rezada às 19:00 na Capela do Colégio Santo Tomás de Aquino
Festa de 3ª Classe- Missa “In medio”, com comemoração de S. Praxedes, Virgem
Sobre a santa virgem: Filha do senador Pudens e irmã de Santa Pudenciana, tratou dos pobres e dos Mártires. A ela é dedicada uma das mais antigas igrejas de Roma.
Páginas 1179 a 1181;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Missa rezada às 7:00 na Capela do Colégio Santo Tomás de Aquino
Festa de 3ª Classe – Missa própria com comemoração de Sta. Margarida, Virgem e Mártir
Ardente caridade inflamou o coração deste Santo. Exerceu-a no cuidado dos doentes e especialmente dos meninos abandonados ou órfãos. “Pai dos órfãos” foi chamado merecidamente. Fundou a Ordem dos Somascos, para a educação dos meninos. Morreu de peste.
Páginas 1175 a 1179 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Missa rezada às 19:00 na Capela do Colégio Santo Tomás de Aquino
Festa de 3ª Classe – Missa “Justus” com Coleta e Evangelho próprios
O segundo apóstolo da caridade nestes dias, é S. Vicente. Pobre pastor em sua infância, após duras privações, chegou a ordenar-se Sacerdote. Desenvolveu extraordinária atividade pastoral em Paris. Associaram-se a ele homens e mulheres animados dos mesmos ideais e assim foram formadas as congregações dos Lazaristas e das Irmãs da Caridade. S. Vicente é o padroeiro das obras e associações caritativas.
Páginas 1175, 864 a 867 do Missal Quotidiano.
Missa rezada às 7:00na Capela do Colégio Santo Tomás de Aquino.
Festa de 3ª Classe – Missa própria com comemoração de Sta. Sinforosa e seus filhos, Mártires
Hoje e nos dois dias seguintes celebra a Igreja três heróis da caridade cristã. O primeiro, S. Camilo, dedicou-se à cura de enfermos. Ordenado sacerdote fundou uma Ordem com o fim de tratar dos doentes, especialmente dos pestíferos, e assisti-los na hora da morte (Oração). Ele mesmo morreu, vítima de sua caridade e heroísmo, das doenças contagiosas que contraíra (Introito, Epístola, Evangelho e Postcommunio).
Páginas 1172 a 1174 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela Eucaristia. Esta verdade é lembrada e representada pela Missa de hoje. A Epístola recorda-nos que pelo Batismo morremos com o Cristo ao velho homem e ressurgimos para uma vida nova. O Evangelho pelo milagre da multiplicação dos pães, mostra-nos a eficácia da Eucaristia, Jesus Cristo no santo Sacrifício da Missa (no qual devemos comungar), se compadece de nós e nos alimenta no deserto da vida, para que não pereçamos no caminho. Os Cânticos mostram confiança na proteção e na misericórdia de Deus.
Páginas 618 a 622 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A festa de hoje tem por fim agradecer a Nossa Senhora as extraordinárias graças que ela concedeu à Ordem do Carmelo e a todos os que, usando o escapulário, se confessam dedicados servos de Nossa Senhora. A festa foi prescrita para toda a Igreja em 1726 por Bento XIII.
OBS.: Festa de 1ª Classe para os uberlandenses e demais localidades em que é padroeira. Nas demais localidades, a missa é de 3ª Classe.
Páginas 1168 a 1170do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
BEM-AVENTURADOS INÁCIO DE AZEVEDO E COMPANHEIROS, Mártires
Festa de 3ª Classe – PRÓPRIO DO BRASIL – Missa “Intret” com orações próprias e comemoração de S. Henrique, Imperador e Confessor
Inácio nasceu era 1527 no Porto e entrou na Companhia de Jesus, em 1548. No generalato de S. Francisco de Bórgia ele foi nomeado visitador das missões nas índias e no Brasil. Designado finalmente como Superior das missões no Brasil, embarcou com 39 companheiros. Durante a viagem seguiram a vida regular, fazendo do navio um convento. Aproximando-se das ilhas Canárias foram surpreendidos por corsários calvinistas que, por ódio à religião católica, massacraram todos os missionários, em 15 de julho de 1570. Pio IX (em 1854), confirmou o culto público e solene prestado a estes Mártires.
Páginas [30] a [31] (fim do Missal), 1169, 830 a 833 do Missal Quotidiano.
Festa de 3ª Classe – Missa “In medio”, com próprios
Da Ordem de S. Francisco, foi célebre mestre de filosofia e teologia em Paris. Era amigo de Santo Tomas d’Aquino. Distinguiu-se por sua sabedoria e piedade. É chamado o “doutor seráfico”.
Páginas 1166 a 1167;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é. Jesus Cristo. N’Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e n’Ele amavam-se uns aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação, para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.
Páginas 614 a 617 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe – Missa “Os justi” (2) com evangelho próprio e comemoração dos Ss. Nabor e Félix, Mártires
Filho de família nobre, seguiu a carreira militar. Encontrando num dia de Sexta-feira Santa o assassino de seu único irmão, em honra do mistério do dia perdoou-o. Deus o recompensou dando-lhe a vocação para o estado religioso (Evangelho). Fundou o Mosteiro e a Ordem de “Vallis umbrosa”, segundo a regra de S. Bento.
Páginas 1164 a 1166 e 867 a 870do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe – Missa Própria, com Comemoração de S. Pio I, Papa e Mártir (Missa “Si diligis me”)
Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é. Jesus Cristo. N’Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e n’Ele amavam-se uns aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação, para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.
São Pio I: Ocupou a Cadeira de S. Pedro de 140 a 155.
Páginas 614 a 617 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é. Jesus Cristo. N’Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e n’Ele amavam-se uns aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação, para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.
Páginas 614 a 617 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe – Missa “Sacerdotes tui”, com próprios
Estes dois irmãos são chamados Apóstolos dos Eslavos. Com grandes sacrifícios pregaram o Evangelho na Boêmia e na Rússia. Traduziram a Bíblia para a língua eslava e introduziram a celebração da liturgia na mesma língua, prática que depois foi aprovada pela Santa Sé.
Páginas 1160 a 1161 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. A barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Natural de Cremona (1502), seguiu a vocação sacerdotal. Dedicou-se ao apostolado junto aos doentes e pobres. Amou muito o Mistério da Cruz e a Santa Eucaristia. Promoveu a Comunhão frequente e era grande devoto do Apóstolo S. Paulo (Texto da Missa). Fundou os Clérigos regulares dos Barnabitas.
Páginas 1156 a 1159do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. A barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. Á barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 2ª Classe – Missa própria, com comemoração dos SS. Processo e Martiniano, Mártires
A Igreja recorda hoje a visita que Nossa Senhora fez à sua prima Santa Isabel e os acontecimentos que se deram nessa ocasião (Evangelho). No Introito saudamos Maria como Mãe do Rei dos céus e da terra. A Leitura, tirada do livro da Sabedoria, nos descreve em imagem poética o terno amor que uniu a Mãe ao Filho. Gradual e Ofertório cantam a maternidade virginal da excelsa Mãe de Deus. A Comunhão nos faz participar da grandeza de Nossa Senhora, unindo-se a nós o Verbo Divino.
Páginas 1149 a 1153 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Juntamente com o Corpo de Nosso Senhor, adoramos na santa Missa o seu preciosíssimo Sangue. Se a Igreja celebra ainda uma festa especial em honra do preciosíssimo Sangue, é porque quer pôr diante dos nossos olhos as graças que o Salvador nos comunicou, derramando-o em nosso favor (Epístola). Pelo Sangue que correu do seu lado, perdoou Deus ao mundo (Introito e Oração). A água e o Sangue nos comunicam a salvação e os frutos da Redenção pelos Sacramentos do Batismo e da Eucaristia. No santo Sacrifício corre este mesmo Sangue em nossos altares (Ofertório), e dele participamos, enquanto esperamos a sua vinda, para nossa salvação (Communio).
Páginas 1145 a 1148 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 1ª Classe – PRÓPRIO DO BRASIL – Missa própria, com comemoração de S. Paulo Apóstolo
Por decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 25 de janeiro de 1935, a celebração desta solenidade foi estendida para todo o Brasil, pois antes desta data era celebrada apenas em algumas dioceses.
O decreto da instituição desta festividade delineia os seus fins particulares da seguinte maneira: “A razão particular dessa instituição é comemorar o amor de Nosso Senhor Jesus Cristo no mistério da Eucaristia. Por este meio a Igreja quer estimular os fiéis a se aproximarem com mais confiança deste augusto mistério pelo qual sempre mais se inflamam os corações nas chamas de amor do Coração Divino. No SSmo. Sacramento, o Coração de Jesus protege e ama as almas, vivendo e permanecendo no meio delas, como elas por sua vez vivem e permanecem n’Ele. Neste Sacramento, Jesus se dá a nós como vítima, como companheiro, como alimento, como viático e como penhor de glória eterna”.
E podemos nós acrescentar ao assistirmos e tomarmos parte ativa na santa Missa: Ele nos dá um meio para nos tornarmos também seus companheiros, seus membros, suas vítimas. Dai-nos, Senhor, permanecermos e ainda crescermos em vosso amor até o fim (Postcommunio).
Páginas [25] a [28] (ao final) e 1140 a 1144do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Entre a cruz e a espada que os martirizou, um segura as chaves do poder, o outro rolos das suas epístolas. Com as suas mãos unidas, ambos sustentam a Igreja fundada sobre eles, em que Cristo, inquebrável pedra angular, une os pagãos evangelizados por Paulo aos Judeus convertidos por Pedro.
O culto dos dois grandes Apóstolos, Pedro e Paulo, tem como raízes os próprios alicerces da Igreja. Estando na origem da sua fé, ficarão para sempre seus patronos e seus guias. Roma deve-lhes a sua verdadeira grandeza. Foi a providência divina que os conduziu a ambos para fazer da capital do império, santificada pelo seu martírio, o centro do mundo cristão, donde irradiaria a pregação do Evangelho.
São Pedro sofreu o martírio na perseguição de Nero, no ano 66 ou 67. Foi sepultado na colina do Vaticano, onde escavações recentes acabam de encontrar o seu túmulo no próprio lugar da basílica construída em sua honra por Constantino. São Paulo foi decapitado na Vila Óstia no local onde se ergue a basílica do seu nome. No decurso dos séculos, as multidões cristãs jamais cessaram de ir em peregrinação aos túmulos dos grandes Apóstolos. Nos séculos II e III vinham já retemperar a sua fé ao contato com a Igreja de Roma, constatar a sua apostolicidade, confrontar a sua doutrina infalível com a das outras Igrejas, honrar a memória de São Pedro e de São Paulo. A missa deste dia atesta a confiança da Igreja na intercessão daqueles “por quem recebeu as premissas da fé” (orações). Dá particular relevo às prerrogativas de São Pedro (evangelho), à proteção especial de Deus sobre a sua pessoa (introito, epístola); e os cristãos sabem que, quando cantam o “Tu es Petrus”, as prerrogativas do Príncipe dos Apóstolos se transmitiram aos papas, sucessores de Pedro na cátedra de Roma, como sabem também que a Providência especial de Deus continua até ao fim dos séculos a dirigir o Vigário de Cristo nas funções de chefe da Igreja.
Páginas 1136 a 1140do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O amor de Deus manifesta-se pelo cuidado que Ele tem de nós. Até no tempo da tribulação devemos lembrar-nos disto (Epístola).
Mas não só dos bons cuida o Senhor, pois vemos o seu amor na ânsia com que procura a ovelha desgarrada. No Evangelho mostra o Divino Mestre todo este seu Amor em duas comparações que nos fazem contemplar em nova luz a ternura do Coração de Deus. Nem mesmo o pecado, o único inimigo da Paz no Reino de Deus, está fora do plano divino. Também ele é previsto pela misericórdia do Senhor. Seu amor não se cansa até encontrar a ovelha perdida. O Introito é a voz dessa pobre ovelhinha, a saudade que o homem tem da Redenção. Esta se renova na Santa Missa
Páginas 605 a 609 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O amor de Deus manifesta-se pelo cuidado que Ele tem de nós. Até no tempo da tribulação devemos lembrar-nos disto (Epístola).
Mas não só dos bons cuida o Senhor, pois vemos o seu amor na ânsia com que procura a ovelha desgarrada. No Evangelho mostra o Divino Mestre todo este seu Amor em duas comparações que nos fazem contemplar em nova luz a ternura do Coração de Deus. Nem mesmo o pecado, o único inimigo da Paz no Reino de Deus, está fora do plano divino. Também ele é previsto pela misericórdia do Senhor. Seu amor não se cansa até encontrar a ovelha perdida. O Introito é a voz dessa pobre ovelhinha, a saudade que o homem tem da Redenção. Esta se renova na Santa Missa
Páginas 605 a 609 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
POR SER DIA DE 1ª CLASSE, HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA
Desde o ano de 1928, foi elevada à categoria de Iª classe, a festa do Sagrado Coração de Jesus.
No formulário, com o Prefácio próprio, ainda mais se acentua que o Coração do Homem-Deus é a fonte das graças e da misericórdia divinas. No Evangelho somos levados à nascente deste rio de águas vivas. Um soldado abre com a lança o lado do Salvador, e dele sai sangue e água. No sangue fomos remidos, na água nos foram aplicados os frutos da Redenção, e fomos regenerados pelo Batismo. A generosidade e o amor do Coração de Jesus exigem de nossa parte fidelidade e reparação de nossas faltas.
Páginas 600 a 605 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Ouvimos na Missa de hoje a narração dos acontecimentos que se deram antes do nascimento de S. João. Por causa das graças especiais que recebeu, celebra a Igreja o nascimento deste Santo, assim como o faz com o de Nossa Senhora.
Páginas 1122 a 1125do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em Bordéus (353) de família nobre. Após exercer vários cargos de grande importância converteu-se ao Cristianismo, renunciou às suas dignidades, distribuiu seus bens aos pobres e foi para a Espanha. Ordenado sacerdote e feito Bispo de Nola, deu ali belo exemplo de abnegação e caridade (Epístola e Evangelho).
Páginas 1119 a 1122do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em Castiglione, perto de Mântua, em 1568. Amante apaixonado da pureza e da oração, abdicou o seu condado e entrou na Companhia de Jesus. Morreu de peste, vítima de seu zelo e caridade.
Páginas 1116 a 1119do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe – Missa Própria, com comemoração de S. Silvério, Papa e Mártir
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Sobre o santo: Foi Papa de 536 a 540 e morreu no exílio. Segundas orações da Missa “Si diligis me”.
Páginas 596 a 599, 1116 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “In medio”, com Coleta própria e comemoração dos Ss. Marcos e Marcelino, Mártires
Nascido em Nisibe em 306, foi célebre por suas pregações e instruções, pelos escritos numerosos e hinos que deixou. Combateu as heresias. Bento XV. o elevou à dignidade de Doutor da Igreja.
Páginas 1110 a 1111;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Festa de 3ª Classe – Missa “Statuit” (2), com Coleta própria
Nascido em Veneza em 1625, da célebre família Barbarigo, veio a dedicar-se à carreira diplomática. Quando esta lhe acenava com os louros, abraçou o estado eclesiástico. Criado cardeal, ocupou as sedes episcopais de Bérgamo e Pádua; numa e noutra dedicou-se de alma e coração a por em prática as determinações do Concílio de Trento. Morreu em 1697. Foi declarado bem-aventurado por Clemente XIII em 1761 e João XXIII inscreveu-o no catálogo dos santos em 1960.
A festividade do Corpo de Deus é a solene comemoração da instituição do Santíssimo Sacramento do Altar. Agradecemos e louvamos neste dia o amor de Jesus pelo dom inefável da Eucaristia. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas á lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite expansões de alegria.
A santa Missa composta pelo insigne teólogo e poeta, Santo Tomás de Aquino, é uma explicação das palavras da Sequência — Panis vivus et vitalis — Pão vivo e que dá vida. Dela fazem parte os trechos mais importantes da Sagrada Escritura sobre a Eucaristia (Epístola e Evangelho). No Introito agradecemos pelo alimento do céu, a Eucaristia. Ela é para nós “fiorde trigo” e “mel do rochedo”, isto é, o Cristo, a lembrança de sua Paixão e de seu Amor (Oração). Celebrando a santa Missa anunciamos a morte do Cristo. E sob este aspecto, a Eucaristia é um verdadeiro Sacrifício (Epístola) e alimento sobrenatural (Gradual, Evangelho), símbolo da união e paz entre os fiéis (Secreta), e penhor da união com Deus (Communio). “Omnes in Christo unum”, “Todos somos um só (Corpo místico) em Jesus Cristo”.
Páginas 584 a 594do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes, com comemoração dos Ss. Vito, Modesto e Crescência, Mártires
Não se celebra este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Sobre os santos: Vito, filho de pagãos, foi batizado por Modesto, seu professor e Crescência, sua ama. Os três sofreram juntos o martírio. Segundas orações próprias, ou Missa dos santos (própria), com comemoração da Féria.
Páginas 579 a 583, 1108 a 1110 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em 329. Monge, pregador, teólogo e Bispo, foi um homem extraordinário em seu tempo. Abandonou o mundo e retirou-se para a solidão. Feito Bispo, mostrou-se árduo defensor da fé católica. Mereceu o título de Pai dos Monges do Oriente (S. Bento o foi dos Monges do Ocidente), porque deu forma definitiva à vida monástica, com sua regra. Foi um dos grandes Doutores da Igreja do Oriente e muito fez pelo desenvolvimento da liturgia oriental.
Páginas 1105 a 1107do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Festa de 3ª Classe – Missa “In medio”, com orações próprias
Nasceu em Lisboa, fez-se Agostiniano e mais tarde, Franciscano. Foi um dos Santos mais populares por suas pregações e numerosos milagres. Sua intercessão é implorada em muitas ocasiões. S. Antonio ensinou Teologia, o primeiro professor na Ordem Seráfica. Exerceu seu magistério em Bolonha, depois em Tolosa e, por fim, no “Monte Persulano”. Nas Litterae Apostolicae de sua elevação à dignidade de doutor, o Santo Padre Pio XII diz que S. Antônio ensinou não só pelo magistério da palavra, mas, também, pelo exemplo de sua vida santíssima. No perscrutar os dogmas, foi teólogo exímio; na ascese e na mística, um insigne doutor e mestre. Seus ensinamentos, sobretudo, suas pregações evangélicas podem servir de auxílio precioso para as heresias e reconduzir as almas perdidas. É digno do título de “Doutor Evangélico”, porque frequentemente usou do testemunho e das sentenças do Evangelho. Ainda mais, cita o santo Padre testemunhos de seus predecessores, sobretudo, de Gregório IX, que, ao canonizá-lo, entoou a antífona dos Doutores. Foi, pois, com sobejos motivos que o Santo Padre o elevou à dignidade de Doutor da Igreja.
Páginas 1104;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
A festa de hoje é uma justa homenagem à SSma. Trindade, uma ação de graças ao Pai e à Sabedoria de Deus e ao Divino Amor, o qual durante o Ano eclesiástico se manifestou de um modo tão admirável na obra da Redenção. Por este motivo se celebra esta solenidade no final da primeira parte do Ano eclesiástico. Não somente neste dia como também em todas as Missas. Devemo-nos lembrar de render graças à SSma. Trindade. Sejam nossos cânticos de louvor o prelúdio do cântico perene: Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos exércitos, que os Eleitos em união com os Serafins cantam cheios de profunda reverência à Majestade de Deus.
A glória da SSma. Trindade é oferecido o Santo Sacrifício. Unamo-nos à imolação da Vítima imaculada. Notemos na Santa Missa o Glória Patri, o Glória in excelsis Deo, o final das Orações, o Credo, o Súscipe, Sancta Trinitas, o Prefácio e o Pláceat tibi, Sancta Trinitas.
Páginas 576 a 579 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Comentário sobre este Tempo litúrgico: clique aqui
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pedro
Em poucas palavras resume a Santa Igreja, neste dia em que termina o Tempo pascal, todo o Mistério do amor de Deus. “Deus caritas est“, Deus é a Caridade e esta Caridade foi derramada em nossos corações (Introito, Epístola). Na casa de Pedro (Statio), isto é, na santa Igreja, encontramos Nosso Senhor, que nos dá a saúde, comunicando-nos o seu Espírito. Pelos Mistérios Sagrados recebemos o “fervor divino” e neste fervor caminharemos para as alegrias eternas (Postcommunio).
Páginas 564 a 572 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação na basílica dos Santos Apóstolos
HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA (FESTA DE 1ª CLASSE)
A Leitura lembra o tempo das colheitas e a bondade de Deus, que nos deu o Espírito Santo (aquele que ensina a justiça). Como chuva benfazeja, Ele descerá sobre a terra — a Igreja —e nela fará germinar e amadurecer frutos espirituais. O Evangelho fala do perdão do pecado e da cura de um doente.
Páginas 561 a 564 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Lourenço extra muros
Não havia outrora neste dia, Ofício Divino. Hoje repete-se a Missa da festa, com exceção das Leituras. O diácono Filipe (o padroeiro das igreja estacionai também foi diácono) na Epístola, e os Apóstolo: no Evangelho, pregaram e fizeram milagres pela “força do Espírito Santo”.
Páginas 559 a 560 e 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Maria Maior
Nos países do Sul da Europa, faz-se, neste tempo, a colheita do trigo. A Igreja agradece por isso as bênçãos de Deus. Os fiéis ofereciam outrora neste tempo, as dízimas, e entre outras coisas, o trigo (matéria da Eucaristia). Agradeçamos também nós, nestes dias (quarta-feira, sexta-feira e sábado) os benefícios recebidos neste Tempo pascal. Nos textos destas Missas falam do Milagre de Pentecostes (Batismo, Eucaristia e Confirmação) e alguns tratam também das curas de doentes e expulsão dos espíritos malignos. Aproveitemos estes dias para nossa renovação, purificando-nos do contacto com o espírito do mundo.
Páginas 555 a 559 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Anastásia
Santa Anastásia, a ressuscitada, nos reúne hoje em sua igreja. Gratos e jubilosos pela graça batismal que nos ressuscitou, aparecemos diante do Senhor (Introito). O Espírito Santo nos santificou (Epístola) e nos fez achar a porta que dá para o aprisco do Bom Pastor (Evangelho e Ofertório). Este mesmo Espírito, dando-nos o alimento celeste, nos dará também a glória eterna.
Páginas 552 a 555 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pedro
Na igreja do Apóstolo que primeiro explicou o Mistério deste dia, na basílica de S. Pedro, hoje nos reunimos. No altar, que é obra do Espirito Santo, se vai repetir, por todos os tempos e em todo o orbe (Introito), o que aconteceu naquele memorável dia de Pentecostes, de que fala a Epístola. Imploramos para nós a mesma graça, no Gradual e na Sequencia. No Evangelho, Jesus nos promete a realização deste desejo, que se cumprira no Santo Sacrifício. Unindo-nos ao Filho de Deus virá também habitar em nós o Divino Espírito Santo (Communio). Cheios desse Espírito Divino falaremos também nós das grandezas de Deus. Lembremo-nos que, neste dia, nasceu a Igreja e com ela nasceu igualmente o Apostolado ou a Ação Católica. A força, o amor fervoroso do Divino Espírito Santo nos deve animar e fazer de nós, Sacerdotes, Soldados e Apóstolos do Reino de Deus.
Páginas 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Vigília de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. João de Latrão
A Leitura fala do Batismo e da Confirmação, porque outrora estes dois Sacramentos eram administrados, um em seguida ao outro. O mundo não conhece o Espírito de Deus (Evangelho). Nós o conhecemos, e neste Espírito nos unimos a Nosso Senhor. Ele, que renova a face do mundo, renova também os que recebem o Batismo.
O decreto que renova a liturgia da Semana Santa, aboliu tudo que outrora precedia à Missa da Vigília de Pentecostes: leitura, benção da água batismal, ladainha.
Páginas 538 a 541 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe – Missa do Domingo depois da Ascenção, com comemoração dos Ss. Marcelino, Pedro e Erasmo, Mártires
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)