Juntamente com o Corpo de Nosso Senhor, adoramos na santa Missa o seu preciosíssimo Sangue. Se a Igreja celebra ainda uma festa especial em honra do preciosíssimo Sangue, é porque quer pôr diante dos nossos olhos as graças que o Salvador nos comunicou, derramando-o em nosso favor (Epístola). Pelo Sangue que correu do seu lado, perdoou Deus ao mundo (Introito e Oração). A água e o Sangue nos comunicam a salvação e os frutos da Redenção pelos Sacramentos do Batismo e da Eucaristia. No santo Sacrifício corre este mesmo Sangue em nossos altares (Ofertório), e dele participamos, enquanto esperamos a sua vinda, para nossa salvação (Communio).
Páginas 1145 a 1148 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Celebravam-se a princípio as festas de S. Pedro S. Paulo, no mesmo dia, cada qual em sua basílica. Por causa da grande distância entre essas duas igrejas, foram separadas, mais tarde, as duas festas. Hoje a solenidade se realiza em S. Paulo fora dos muros. S. Paulo nos narra a sua vocação e missão, dadas diretamente por Nosso Senhor Jesus Cristo (Leitura). De perseguidor de Cristo, tornou-se ele o mais ardente Apóstolo e tudo suportou pelo nome de Jesus.
Páginas 1140 a 1144 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Entre a cruz e a espada que os martirizou, um segura as chaves do poder, o outro rolos das suas epístolas. Com as suas mãos unidas, ambos sustentam a Igreja fundada sobre eles, em que Cristo, inquebrável pedra angular, une os pagãos evangelizados por Paulo aos Judeus convertidos por Pedro.
O culto dos dois grandes Apóstolos, Pedro e Paulo, tem como raízes os próprios alicerces da Igreja. Estando na origem da sua fé, ficarão para sempre seus patronos e seus guias. Roma deve-lhes a sua verdadeira grandeza. Foi a providência divina que os conduziu a ambos para fazer da capital do império, santificada pelo seu martírio, o centro do mundo cristão, donde irradiaria a pregação do Evangelho.
São Pedro sofreu o martírio na perseguição de Nero, no ano 66 ou 67. Foi sepultado na colina do Vaticano, onde escavações recentes acabam de encontrar o seu túmulo no próprio lugar da basílica construída em sua honra por Constantino. São Paulo foi decapitado na Vila Óstia no local onde se ergue a basílica do seu nome. No decurso dos séculos, as multidões cristãs jamais cessaram de ir em peregrinação aos túmulos dos grandes Apóstolos. Nos séculos II e III vinham já retemperar a sua fé ao contato com a Igreja de Roma, constatar a sua apostolicidade, confrontar a sua doutrina infalível com a das outras Igrejas, honrar a memória de São Pedro e de São Paulo. A missa deste dia atesta a confiança da Igreja na intercessão daqueles “por quem recebeu as premissas da fé” (orações). Dá particular relevo às prerrogativas de São Pedro (evangelho), à proteção especial de Deus sobre a sua pessoa (introito, epístola); e os cristãos sabem que, quando cantam o “Tu es Petrus”, as prerrogativas do Príncipe dos Apóstolos se transmitiram aos papas, sucessores de Pedro na cátedra de Roma, como sabem também que a Providência especial de Deus continua até ao fim dos séculos a dirigir o Vigário de Cristo nas funções de chefe da Igreja.
Páginas 1136 a 1140do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. Á barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Irmãos pelo sangue (Aleluia), negando-se a servir a Juliano, o apóstata, ganharam no mesmo dia a coroa do martírio. Seus nomes estão no Cânon da Missa e na Ladainha de Todos os Santos, sinal da antiguidade de sua veneração.
Páginas 1130 a 1132do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram-nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. Á barca de Pedro não sossobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Introito)
Páginas 610 a 613 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
É o próprio Salvador quem chama S. João, o maior dentre os que nasceram de mulher. Grande ele é pelos milagres e fatos extraordinários que acompanham o seu nascimento. Grande por sua vocação de Precursor do Salvador do mundo. Grande ainda por sua vida e seu martírio glorioso.
Pela boca do Profeta Isaías, S. João anuncia a sua vocação sublime (Introito e Epístola). Seu nascimento foi motivo de grande regozijo no seio da família e por isso também toda a família cristã pede esta alegria espiritual (Oração). O Evangelho nos conta os acontecimentos bíblicos. Alegremo-nos na festa de hoje, pois aquele que neste dia nasceu — seis meses antes do Salvador — nos prepara para o nosso próprio renascimento, em Jesus Cristo para uma vida nova (Postcommunio).
Páginas 1126 a 1129do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Missa Cantada às 19 horas na Capela do Colégio Santo Tomás de Aquino
Ouvimos na Missa de hoje a narração dos acontecimentos que se deram antes do nascimento de S. João. Por causa das graças especiais que recebeu, celebra a Igreja o nascimento deste Santo, assim como o faz com o de Nossa Senhora.
Páginas 1122 a 1125do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe– PRÓPRIO DO BRASIL – Missa própria, com comemoração de S. Paulino, Bispo e Confessor
Por decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 25 de janeiro de 1935, a celebração desta solenidade foi estendida para todo o Brasil, pois antes desta data era celebrada apenas em algumas dioceses.
O decreto da instituição desta festividade delineia os seus fins particulares da seguinte maneira: “A razão particular dessa instituição é comemorar o amor de Nosso Senhor Jesus Cristo no mistério da Eucaristia. Por este meio a Igreja quer estimular os fiéis a se aproximarem com mais confiança deste augusto mistério pelo qual sempre mais se inflamam os corações nas chamas de amor do Coração Divino. No SSmo. Sacramento, o Coração de Jesus protege e ama as almas, vivendo e permanecendo no meio delas, como elas por sua vez vivem e permanecem n’Ele. Neste Sacramento, Jesus se dá a nós como vítima, como companheiro, como alimento, como viático e como penhor de glória eterna”.
E podemos nós acrescentar ao assistirmos e tomarmos parte ativa na santa Missa: Ele nos dá um meio para nos tornarmos também seus companheiros, seus membros, suas vítimas. Dai-nos, Senhor, permanecermos e ainda crescermos em vosso amor até o fim (Postcommunio).
Sobre o santo confessor: Nasceu em Bordéus (353) de família nobre. Após exercer vários cargos de grande importância converteu-se ao Cristianismo, renunciou às suas dignidades, distribuiu seus bens aos pobres e foi para a Espanha. Ordenado sacerdote e feito Bispo de Nola, deu ali belo exemplo de abnegação e caridade (Epístola e Evangelho).
Páginas [25] a [28] (ao final) e 1110do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em Castiglione, perto de Mântua, em 1568. Amante apaixonado da pureza e da oração, abdicou o seu condado e entrou na Companhia de Jesus. Morreu de peste, vítima de seu zelo e caridade.
Páginas 1116 a 1119do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Dilexisti”, com Coleta própria com comemoração de SS. Gervásio e Protásio, Mártires
Natural de Florença (1270), entrou na Ordem das Servitas. Grande devota da SSma. Eucaristia, levou uma vida de muita penitência Não podendo comungar por causa de sua enfermidade, recebeu o santo Viático de maneira milagrosa (Oração).
Páginas 1113 a 1116 e 880 a 883 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
O amor de Deus manifesta-se pelo cuidado que Ele tem de nós. Até no tempo da tribulação devemos lembrar-nos disto (Epístola).
Mas não só dos bons cuida o Senhor, pois vemos o seu amor na ânsia com que procura a ovelha desgarrada. No Evangelho mostra o Divino Mestre todo este seu Amor em duas comparações que nos fazem contemplar em nova luz a ternura do Coração de Deus. Nem mesmo o pecado, o único inimigo da Paz no Reino de Deus, está fora do plano divino. Também ele é previsto pela misericórdia do Senhor. Seu amor não se cansa até encontrar a ovelha perdida. O Introito é a voz dessa pobre ovelhinha, a saudade que o homem tem da Redenção. Esta se renova na Santa Missa
Páginas 605 a 609 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe – Missa “Statuit” (2), com Coleta própria
Nascido em Veneza em 1625, da célebre família Barbarigo, veio a dedicar-se à carreira diplomática. Quando esta lhe acenava com os louros, abraçou o estado eclesiástico. Criado cardeal, ocupou as sedes episcopais de Bérgamo e Pádua; numa e noutra dedicou-se de alma e coração a por em prática as determinações do Concílio de Trento. Morreu em 1697. Foi declarado bem-aventurado por Clemente XIII em 1761 e João XXIII inscreveu-o no catálogo dos santos em 1960.
POR SER DIA DE 1ª CLASSE, HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA
Desde o ano de 1928, foi elevada à categoria de Iª classe, a festa do Sagrado Coração de Jesus.
No formulário, com o Prefácio próprio, ainda mais se acentua que o Coração do Homem-Deus é a fonte das graças e da misericórdia divinas. No Evangelho somos levados à nascente deste rio de águas vivas. Um soldado abre com a lança o lado do Salvador, e dele sai sangue e água. No sangue fomos remidos, na água nos foram aplicados os frutos da Redenção, e fomos regenerados pelo Batismo. A generosidade e o amor do Coração de Jesus exigem de nossa parte fidelidade e reparação de nossas faltas.
Páginas 600 a 605 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Nasceu em 329. Monge, pregador, teólogo e Bispo, foi um homem extraordinário em seu tempo. Abandonou o mundo e retirou-se para a solidão. Feito Bispo, mostrou-se árduo defensor da fé católica. Mereceu o título de Pai dos Monges do Oriente (S. Bento o foi dos Monges do Ocidente), porque deu forma definitiva à vida monástica, com sua regra. Foi um dos grandes Doutores da Igreja do Oriente e muito fez pelo desenvolvimento da liturgia oriental.
Páginas 1105 a 1107do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Festa de 3ª Classe – Missa “In medio”, com orações próprias
Nasceu em Lisboa, fez-se Agostiniano e mais tarde, Franciscano. Foi um dos Santos mais populares por suas pregações e numerosos milagres. Sua intercessão é implorada em muitas ocasiões. S. Antonio ensinou Teologia, o primeiro professor na Ordem Seráfica. Exerceu seu magistério em Bolonha, depois em Tolosa e, por fim, no “Monte Persulano”. Nas Litterae Apostolicae de sua elevação à dignidade de doutor, o Santo Padre Pio XII diz que S. Antônio ensinou não só pelo magistério da palavra, mas, também, pelo exemplo de sua vida santíssima. No perscrutar os dogmas, foi teólogo exímio; na ascese e na mística, um insigne doutor e mestre. Seus ensinamentos, sobretudo, suas pregações evangélicas podem servir de auxílio precioso para as heresias e reconduzir as almas perdidas. É digno do título de “Doutor Evangélico”, porque frequentemente usou do testemunho e das sentenças do Evangelho. Ainda mais, cita o santo Padre testemunhos de seus predecessores, sobretudo, de Gregório IX, que, ao canonizá-lo, entoou a antífona dos Doutores. Foi, pois, com sobejos motivos que o Santo Padre o elevou à dignidade de Doutor da Igreja.
Páginas 1104;856 a 860 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre)
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta própria, com comemoração dos Ss. Basílides, Cirino, Nábor e Nazário
Passou a sua mocidade no Mosteiro dos Beneditinos de S. Facundo e mais tarde entrou na Ordem dos Agostinianos. Sua pregação era acompanhada por numerosos milagres. Teve o dom particular de reconciliar os litigantes (Oração).
Sobre os santos mártires: 2ªs orações próprias.
Páginas 1101 a 1104 e 861 a 864 do Missal Quotidiano.
Amor e Eucaristia são os dois pensamentos principais da Missa deste dia (Evangelho). Devemos amar a Deus (Introito) e ao próximo (Epístola), porque Deus nos convida para o seu Banquete — o Reino de Deus neste mundo e a felicidade no céu. A Igreja católica é a sala do festim, e a Sagrada Eucaristia a mesa preparada. Os Cânticos respiram confiança na vitória, que é um fruto da santa Comunhão, ou imploram o auxílio contra os inimigos da salvação.
Páginas 596 a 599 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes, com comemoração dos Ss. Primo e Feliciano, Mártires
Não se celebrou este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Páginas 579 a 583 e 1096 a 1097 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A festividade do Corpo de Deus é a solene comemoração da instituição do Santíssimo Sacramento do Altar. Agradecemos e louvamos neste dia o amor de Jesus pelo dom inefável da Eucaristia. Propriamente é a Quinta-feira Santa o dia da instituição, mas á lembrança da Paixão e Morte do Salvador não permite expansões de alegria.
A santa Missa composta pelo insigne teólogo e poeta, Santo Tomás de Aquino, é uma explicação das palavras da Sequência — Panis vivus et vitalis — Pão vivo e que dá vida. Dela fazem parte os trechos mais importantes da Sagrada Escritura sobre a Eucaristia (Epístola e Evangelho). No Introito agradecemos pelo alimento do céu, a Eucaristia. Ela é para nós “fiorde trigo” e “mel do rochedo”, isto é, o Cristo, a lembrança de sua Paixão e de seu Amor (Oração). Celebrando a santa Missa anunciamos a morte do Cristo. E sob este aspecto, a Eucaristia é um verdadeiro Sacrifício (Epístola) e alimento sobrenatural (Gradual, Evangelho), símbolo da união e paz entre os fiéis (Secreta), e penhor da união com Deus (Communio). “Omnes in Christo unum”, “Todos somos um só (Corpo místico) em Jesus Cristo”.
Páginas 584 a 594do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
4ª Classe- Missa do I Domingo depois de Pentecostes
Não se celebrou este domingo por causa da festa da SSma. Trindade. A Missa é rezada durante a semana, nos dias em que não há festa de algum Santo. Não se diz o Glória nem o Credo.
“Deus é Amor. Quem ama a Deus ama também a seu irmão. Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”. Estes belos textos da Epístola e do Evangelho nos lembram o mandamento máximo — o amor de Deus e do próximo — e nos traçam o programa para todo o tempo depois de Pentecostes. Imploremos nos Cânticos e na Oração, com muita confiança, o auxílio de Deus.
Páginas 579 a 583 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Statuit” (2) com Coleta própria
Depois de uma vida bastante mundana, amedrontado por um raio caído perto dele, converteu-se e fez penitência. Fundou a ordem dos Premonstratenses, que observam a regra de S. Agostinho. Por seu exemplo de penitência e suas pregações converteu muitos hereges e pecadores. Feito Arcebispo de Magdeburgo, morreu em 1134.
Nasceu na Inglaterra em 675 e entrou na Ordem de S. Bento. Impelido pelo zelo da propagação do reino de Deus, empreendeu várias viagens para converter os povos da Germânia. Auxiliado por Monges da mesma Ordem conseguiu converter grande número de habitantes dessas regiões. Foi feito Bispo e Arcebispo dos territórios conquistados para o Cristianismo. Nesta qualidade reuniu vários sínodos e regulou a situação da Igreja. Iá avançado em idade, foi assassinado numa das suas viagens. Este “Apóstolo da Alemanha” está sepultado na catedral de Fulda.
Páginas 1093 a 1095 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A festa de hoje é uma justa homenagem à SSma. Trindade, uma ação de graças ao Pai e à Sabedoria de Deus e ao Divino Amor, o qual durante o Ano eclesiástico se manifestou de um modo tão admirável na obra da Redenção. Por este motivo se celebra esta solenidade no final da primeira parte do Ano eclesiástico. Não somente neste dia como também em todas as Missas. Devemo-nos lembrar de render graças à SSma. Trindade. Sejam nossos cânticos de louvor o prelúdio do cântico perene: Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos exércitos, que os Eleitos em união com os Serafins cantam cheios de profunda reverência à Majestade de Deus.
A glória da SSma. Trindade é oferecido o Santo Sacrifício. Unamo-nos à imolação da Vítima imaculada. Notemos na Santa Missa o Glória Patri, o Glória in excelsis Deo, o final das Orações, o Credo, o Súscipe, Sancta Trinitas, o Prefácio e o Pláceat tibi, Sancta Trinitas.
Páginas 576 a 579 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
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Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação em S. Pedro
Em poucas palavras resume a Santa Igreja, neste dia em que termina o Tempo pascal, todo o Mistério do amor de Deus. “Deus caritas est“, Deus é a Caridade e esta Caridade foi derramada em nossos corações (Introito, Epístola). Na casa de Pedro (Statio), isto é, na santa Igreja, encontramos Nosso Senhor, que nos dá a saúde, comunicando-nos o seu Espírito. Pelos Mistérios Sagrados recebemos o “fervor divino” e neste fervor caminharemos para as alegrias eternas (Postcommunio).
Páginas 564 a 572 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe – Missa Própria – Estação na basílica dos Santos Apóstolos
A Leitura lembra o tempo das colheitas e a bondade de Deus, que nos deu o Espírito Santo (aquele que ensina a justiça). Como chuva benfazeja, Ele descerá sobre a terra — a Igreja —e nela fará germinar e amadurecer frutos espirituais. O Evangelho fala do perdão do pecado e da cura de um doente.
Páginas 561 a 564 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)