Liturgia Diária- Dia de Finados

1ª Classe- Missa própria

Muitas vezes, em suas Orações, lembra-se a Santa Igreja dos irmãos que já passaram desta vida para a eternidade, daqueles que ainda sofrem e se purificam de suas faltas, imperfeições e penas dos pecados. Por maior que seja a solenidade nunca se esquece deles nos Ofícios divinos e no Santo Sacrifício da Missa.

No dia dedicado especialmente à memoria dos finados, todos os Sacerdotes celebram três Missas.

[…] Predominam nestas Missas pelos mortos, dois pensamentos principais: 1. a fé na ressurreição da carne (Introito, Epístola, Gradual, Evangelho e Prefácio); 2. o zelo pelas almas, pela libertação de suas penas (Oração, Trato, Sequência e Ofertório).

O melhor meio de se ajudar a uma alma é mandar celebrar a Santa Missa ou assisti-la em sua intenção.

Jesus, o Sumo Sacerdote, se oferece pela alma de uma maneira mística, para que sejam apagadas as suas culpas, mitigadas as suas dores e para que ela alcance a luz perpétua, a visão beatífica de Deus.


Páginas 1366, 1484 a 1487 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa Rezada às 07:30 horas e Missa Cantada às 09:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Liturgia Diária- Dia de Finados

1ª Classe- Missa própria

Muitas vezes, em suas Orações, lembra-se a Santa Igreja dos irmãos que já passaram desta vida para a eternidade, daqueles que ainda sofrem e se purificam de suas faltas, imperfeições e penas dos pecados. Por maior que seja a solenidade nunca se esquece deles nos Ofícios divinos e no Santo Sacrifício da Missa.

No dia dedicado especialmente à memoria dos finados, todos os Sacerdotes celebram três Missas.

[…] Predominam nestas Missas pelos mortos, dois pensamentos principais: 1. a fé na ressurreição da carne (Introito, Epístola, Gradual, Evangelho e Prefácio); 2. o zelo pelas almas, pela libertação de suas penas (Oração, Trato, Sequência e Ofertório).

O melhor meio de se ajudar a uma alma é mandar celebrar a Santa Missa ou assisti-la em sua intenção.

Jesus, o Sumo Sacerdote, se oferece pela alma de uma maneira mística, para que sejam apagadas as suas culpas, mitigadas as suas dores e para que ela alcance a luz perpétua, a visão beatífica de Deus.


Páginas 1366, 1484 a 1487 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)


Missa às 09:30 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.


Capítulo XIII – Sem purgar não dá! [O Purgatório]

“A justiça divina pesa em balanças diferentes os pecados dos homens dissimulados e os dos sinceros.”

(Dante Alighieri)

 

Jesus na discussão com os fariseus chama hipócritas aos que sabem perceber as coisas mais ordinárias e não se atentam às fundamentais, que não esperam o filho crescer para proporcionar-lhe algum benefício material (p. ex.: uma vacina ou uma conta bancária) ao tempo em que negligenciam o espiritual (p. ex.: os Sacramentos, dos quais o Batismo é a porta de entrada[1]). Tais pessoas farão o mesmo com as verdades de fé definidas pela Igreja, que quanto mais desconhecem mais atacam. Tal é o caso do Purgatório.

Ao tratar este tema há que primeiro pôr à luz um sofisma a ele ligado, o tão falado: “não existe pecado, pecadinho ou pecadão”, pois se assim rezasse a doutrina cristã significaria dizer que Jesus, às portas da morte encontraria tempo para uma nova metáfora ao dizer a Pilatos: “… Tu não terias poder algum sobre mim se não te fosse dado do alto. Por isso o que me entregou a ti, tem maior pecado[2]. Mas se por outro lado, Cristo também afirmou que “o que recebe um profeta na qualidade de profeta, receberá a recompensa de profeta; e o que recebe um justo na qualidade de justo, receberá a recompensa de justo” (Mt X, 41), como querer que a própria Justiça trate igual quem agiu de forma desigual, tanto ao bem quanto ao mal? Se parece coerente que um ladrão de galinha jamais deva pegar a mesma pena que um ladrão de banco, ou da pátria, como querer que Deus, a pura e incorrupta Justiça seja injusto tratando da mesma forma quem pecou distintamente? O sofisma acima leva a que todos os pecados bem como todas as virtudes sejam nivelados, o que atenta contra a justiça e o bom senso. Feitas estas considerações, entendamos o Purgatório.