Liturgia Diária- IV Domingo depois da Epifania

Domingo de 2ª Classe- Missa Própria

Mais uma Epifania do poder divino de Jesus. Hoje Ele impera ao mar e aos ventos. Este milagre é um símbolo da salvação do mundo da tempestade do pecado, e uma garantia de proteção contínua sobre a barca de S. Pedro, nas ondas do século. Confiando neste auxílio divino e consciente de nossa própria fraqueza, pedimos a mesma grande bonança para a nossa vida (Oração).


Páginas 108 a 110 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963).


APENAS Missa Cantada às 15:30 horas na Catedral Diocesana. Hoje será realizada a 1ª Comunhão de 5 crianças de nossa Irmandade. 


PRÓPRIO DO DIA

Introito (Sl 96,7-8 | ib. 1) [Áudio]

Adoráte Deum, omnes Angeli ejus: audívit, et lætáta est Sion: et exsultavérunt fíliæ Judae. Ps. Dóminus regnávit, exsúltet terra: læténtur ínsulæ multæ. ℣. Gloria Patri. Adorai a Deus, todos os seus Anjos. Sião ouve e se alegra. Exultam as filhas de Judá. Ps. O Senhor é Rei: exulte a terra e alegrem-se as muitas ilhas ℣. Glória ao Pai.

Coleta

Deus, qui nos, in tantis perículis constitútos, pro humána scis fragilitáte non posse subsístere: da nobis salútem mentis et córporis; ut ea, quæ pro peccátis nostris pátimur, te adjuvánte vincámus. Per D.N. Ó Deus, que conheceis a nossa fragilidade que nos torna incapazes de subsistir em meio de tantos perigos, daí-nos a saúde da alma e do corpo, para que vençamos com o vosso auxílio os males que padecemos por nossos pecados. Por N.S.

Epístola (Rm 13, 8-10)

Léctio Epístolæ beáti Pauli Apóstoli ad Romános.

Fratres: Némini quidquam debeátis, nisi ut ínvicem diligátis: qui enim díligit próximum, legem implévit. Nam: Non adulterábis, Non occídes, Non furáberis, Non falsum testimónium dices, Non concupísces: et si quod est áliud mandátum, in hoc verbo instaurátur: Díliges próximum tuum sicut teípsum. Diléctio próximi malum non operátur. Plenitúdo ergo legis est diléctio.

Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Romanos.

Irmãos: A ninguém devais coisa alguma a não ser O amor mútuo; pois quem ama o próximo cumpriu a lei. Com efeito, os mandamentos: Não cometerás adultério, não matarás, não furtarás, não levantarás falso testemunho, não cobiçarás, e se há algum outro mandamento, todos eles se resumem nesta palavra: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor do próximo não faz o mal. Logo, a caridade é o complemento da lei.

Gradual (Sl 101, 16-17 | Sl 96, 1) [Vídeo] [Vídeo-Aleluia]

Timébunt gentes nomen tuum, Dómine, et omnes reges terræ glóriam tuam. ℣. Quóniam ædificávit Dóminus Sion, et vidébitur in majestáte sua.

Allelúia, allelúia, ℣. Dóminus regnávit, exsúltet terra: læténtur ínsulæ multæ. Allelúia.

As nações temem o vosso Nome, Senhor, e todos os reis da terra, a vossa glória. ℣. Porque o Senhor edificou Sião, e se manifesta em sua Majestade.

Aleluia, aleluia. ℣. O Senhor é Rei; exulte a terra; e alegrem-se as muitas ilhas. Aleluia.

Evangelho (Mt 8, 23-27)

Sequéntia sancti Evangélii secúndum Matthaeum.

In illo témpore: Ascendénte Jesu in navículam, secúti sunt eum discípuli ejus: et ecce, motus magnus factus est in mari, ita ut navícula operirétur flúctibus, ipse vero dormiébat. Et accessérunt ad eum discípuli ejus, et suscitavérunt eum, dicéntes: Dómine, salva nos, perímus. Et dicit eis Jesus: Quid tímidi estis, módicæ fídei? Tunc surgens, imperávit ventis et mari, et facta est tranquíllitas magna. Porro hómines miráti sunt, dicéntes: Qualis est hic, quia venti et mare obǿdiunt ei?

Sequência do Santo Evangelho segundo Mateus.

Naquele tempo, tendo Jesus subido a uma barca, seus discípulos O seguiram. De repente levantou-se no mar uma grande tempestade, de modo que as ondas cobriam a barca. Ele, porém, dormia e seus discípulos O acordaram, dizendo: Senhor, salvai-nos, que perecemos. Respondeu-lhes Jesus: Por que temeis, homens de pouca fé? Ao mesmo tempo, pôs-se Ele de pé e ordenou aos ventos e ao mar, seguindo-se uma grande bonança. Os homens, deveras admirados diziam: Quem é Este, a quem os ventos e o mar obedecem?

Ofertório (Sl 117, 16 e 17) [Vídeo]

Déxtera Dómini fecit virtutem, déxtera Dómini exaltávit me: non móriar, sed vivam, et narrábo ópera Dómini. A Destra do Senhor mostra o seu poder; a Destra do Senhor me exalta; não morrerei mas viverei e contarei as obras do Senhor.

Secreta

Concéde, quǽsumus, omnípotens Deus: ut hujus sacrifícii munus oblátum fragilitátem nostram ab omni malo purget semper et múniat. Per D.N. Humildemente Vos pedimos, ó Deus onipotente, que a oferta deste Sacrifício purifique de todo mal a nossa fragilidade e sempre a proteja. Por N. S. 

Prefácio (da Ssma. Trindade) 

Vere dignum et justum est, aequum et salutare, nos tibi semper, et ubique gratias agere: Domine sancte, Pater omnipotens, aeterne Deus. Qui cum unigenito Filio: tuo et Spiritu Sancto, unus es Deus, unus es Dominus: non in unnius singularitate personae, sed in unius Trinitae substantiae. Quod enim de tua Gloria, revelante te, credimus, hoc de Filio tuo, hoc de Spiritu Sancto, sine differentia discretionis sentimus. Ut in confessione verae, sempiternaeque Deitatis, et in personis proprietas, et in essentia unitas, et in majestate adoretur aequalitas. Quam laudant Angeli atque Archangeli, Cherubim, quoque ac Seraphim: qui non cessant clamare quotidie, una voce dicentes:

Sanctus, Sanctus, Sanctus…

É verdadeiramente digno, justo, racional e salutar, que sempre e em toda a parte Vos rendamos graças, Senhor Santo, Pai onipotente e Deus eterno; Que sois, com o Vosso Filho Unigênito e com o Espírito Santo, um só Deus e um só Senhor, não na singularidade duma só pessoa, mas na Trindade duma só substância. Porque tudo aquilo que nos revelastes e cremos da Vossa glória, isso mesmo sentimos, sem diferença nem distinção, do Vosso Filho e do Espírito Santo, de maneira que, confessando a verdadeira e eterna Divindade, adoramos a propriedade nas Pessoas, a unidade na Essência e a igualdade na Majestade, a qual louvam os Anjos e os Arcanjos, os Querubins e os Serafins, que não cessam de cantar dizendo a uma só voz:

Santo, Santo, Santo…

Comunhão (Lc 4, 22) [Áudio]

Mirabántur omnes de his, quæ procedébant de ore Dei. Todos se admiravam das palavras que saíam da boca de Deus.

Pós-comunhão

Múnera tua nos, Deus, a delectatiónibus terrenis expédiant: et cœléstibus semper instáurent aliméntis. Per D.N. Vossos Dons, ó Deus, nos desembaracem de todas as seduções da terra, e nos fortaleçam constantemente com o celeste Alimento. Por N. S.

Traduções e comentário principal do Missal de D. Beda Keickeisen (1947). Áudios e vídeos do site “CCWatershed”

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