Liturgia Diária- 30/01/2018

SANTA MARTINHA, Virgem e Mártir

Festa de 3ª Classe- Missa “Loquebar”

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Pouco se sabe de Santa Martinha, venerada em Roma como virgem e mártir. No seculo VIII, foi construída em sua honra uma igreja no lugar onde fora um anexo do senado romano.

O estado de virgindade sempre foi considerado pela Igreja, a justo título, como um estado privilegiado. Esta vida isenta de divisões, dada toda inteira a Deus, sem que nada a possa desviar, corresponde às aspirações mais profundas da alma cristã; exprime, no que há de mais religioso, o ideal que anima toda a Igreja. Ao glorificar as virgens consagradas, a Igreja celebra o seu destino, canta as núpcias da alma cristã com Deus.

Oração (Coleta da Missa): Ó Deus, que entre outros milagres de vosso poder, destes também ao sexo frágil a vitória do martírio, concedei-nos propício, que celebrando o natalício de Santa Martinha, vossa Virgem e Mártir, caminhemos para Vós, imitando os seus exemplos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

LEITURAS

Epístola (Eclo 51, 1-8. 12)

Leitura do Livro da Sabedoria.

Glorificar-vos-ei, ó Senhor e Rei, louvar-vos-ei, ó Deus, meu salvador. Glorificarei o vosso nome, porque fostes meu auxílio e meu protetor. Livrastes meu corpo da perdição, das ciladas da língua injusta, e dos lábios dos forjadores de mentira. Fostes meu apoio contra aqueles que me acusavam. Libertastes-me conforme a extensão da misericórdia de vosso nome, dos rugidos dos animais ferozes, prestes a me devorar; da mão daqueles que atacavam a minha vida, do assalto das tribulações que me aturdiam, e da violência das chamas que me rodeavam. Em meio ao fogo não me queimei. Libertastes-me das profundas entranhas da morada dos mortos, da língua maculada, das palavras mentirosas, do rei iníquo e da língua injusta. Minha alma louvará ao Senhor até a morte, pois libertais, Senhor, aqueles que esperam em vós, e os salvais das mãos das nações.

Evangelho (Mt 25, 1-13)

Sequência do Santo Evangelho segundo Mateus. 

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos esta parábola: o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que saíram com suas lâmpadas ao encontro do esposo. Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes. Tomando suas lâmpadas, as tolas não levaram óleo consigo. As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de óleo junto com as lâmpadas. Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram. No meio da noite, porém, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro. E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas. As tolas disseram às prudentes: Dai-nos de vosso óleo, porque nossas lâmpadas se estão apagando. As prudentes responderam: Não temos o suficiente para nós e para vós; é preferível irdes aos vendedores, a fim de o comprardes para vós. Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta. Mais tarde, chegaram também as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço! Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.

 

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