Liturgia Diária- XIX Domingo depois de Pentecostes

Domingo de 2ª classe- Missa Própria

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Todos os homens são chamados a entrar no reino de Deus: ninguém é excluído do festim nupcial, em que se celebrarão os desposórios de seu Filho com a humanidade, resgatada pela sua Paixão. A felicidade do cristão reside na possibilidade de encontrar na Eucaristia uma antecipação e uma garantia deste banquete celeste. Ele revestiu-se do “homem novo”, de que fala São Paulo, “criado à semelhança de Deus na justiça e na santidade verdadeiras”; pode, por isso, tomar lugar na sala do banquete. 

A parábola dos convidados termina por uma sentença aplicável ao conjunto do texto. Nem todos os que são “chamados” a fazer parte do povo de Deus, se salvam forçosamente. 


Páginas 691 a 694 do Missal Quotidiano.


Missa Rezada às 9:30 horas- Capela Nossa Senhora de Lourdes e Missa Cantada às 15:30 horas na Sé Catedral.


PRÓPRIO DO DIA

Introito (Sl 77,1)


É Deus quem salva o seu povo. O homem entregue a si mesmo, é incapaz de se salvar. 


Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor, e ouvi-lo-ei, sempre que, na tribulação, chamar por Mim; serei o Senhor dele para sempre. Sl. Guarda, povo meu, a minha lei e inclina o ouvido às palavras que saem da minha boca. Glória ao Pai.

Coleta


Ajudado por Deus, o homem responde ao seu apelo e consagra-se ao seu serviço.


Ó Deus onipotente e misericordioso, dignai-Vos afastar para longe tudo o que se opõe à nossa salvação, para que, desembaraçados de corpo e alma, Vos possamos servir livremente. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Epístola (Ef 4, 23-28) 


A vida nova, recebida no batismo, implica para o homem, um comportamento novo.


Leitura de São Paulo Apóstolo aos Efésios 

Irmãos: revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade. Por isso, renunciai à mentira. Fale cada um a seu próximo a verdade, pois somos membros uns dos outros. Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demônio. Quem era ladrão não torne a roubar, antes trabalhe seriamente por realizar o bem com as suas próprias mãos, para ter com que socorrer os necessitados.

Gradual (Sl 140, 2)

Que a minha oração se eleve à vossa presença como o incenso, e que as minhas mãos se ergam como um sacrifício da tarde. 

Aleluia (Sl 104,1)

Aleluia, aleluia. V. Glorificai o Senhor e invocai o seu nome; proclamai entre as nações as suas obras. Aleluia.

Evangelho (Mt 22, 1-14)


Da parábola dos convidados ao festim, deve, sem dúvida, salientar-se a condenação do infeliz, que foi expulso por culpa sua, e ainda mais o apelo lançado aos mais miseráveis. 


Sequência do Santo Evangelho segundo Mateus.

Naquele tempo: Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas: O Reino dos céus é comparado a um rei que celebrava as bodas do seu filho. Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir. Enviou outros ainda, dizendo-lhes: Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete; meus bois e meus animais cevados estão mortos, tudo está preparado. Vinde às bodas! Mas, sem se importarem com aquele convite, foram-se, um a seu campo e outro para seu negócio. Outros lançaram mãos de seus servos, insultaram-nos e os mataram. O rei soube e indignou-se em extremo. Enviou suas tropas, matou aqueles assassinos e incendiou-lhes a cidade. Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos. Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes. Espalharam-se eles pelos caminhos e reuniram todos quantos acharam, maus e bons, de modo que a sala do banquete ficou repleta de convidados. O rei entrou para vê-los e viu ali um homem que não trazia a veste nupcial.  Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma. Disse então o rei aos servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes. Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.

Ofertório (Sl 137, 7)

Quando a tribulação me cercar, dar-me-eis coragem, Senhor, e estendendo contra o ódio dos meus inimigos a vossa mão, salvar-me-eis com a vossa destra.

Secreta

Fazei, Senhor, que estes dons, que apresentamos diante da vossa majestade, sejam úteis à nossa salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Comunhão

Tu mandaste guardar os teus mandamentos com rigor. Oh! oxalá que os meus passos me conduzam na guarda da tua lei.

Pós-comunhão

Que o remédio, Senhor, da vossa graça nos livre das nossas culpas e nos infunda a perseverança no amor da vossa lei. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

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