Jacinta Marto: uma vida breve, santa e cheia de ensinamentos (III)

Escrito por San Miguel Arcángel

Traduzido por Frei Zaqueu

OS ÚLTIMOS DIAS DE JACINTA E SUA MORTE –– Vamos expor brevemente e em partes a vida e morte de Jacinta Marto. (Tomado do livro “Aparições da Santíssima Virgem em Fátima” pelo Padre Leonardo Ruskovic O.F.M. Ano 1946)

Chegou Jacinta a Lisboa acompanhada de sua mãe; aqui começarão para seu espírito as mais dolorosas provas, e aqui também receberá eterna recompensa das mãos do Eterno Juiz a suas heroicas virtudes.

No hospital onde devia ser internada não encontraram alojamento, por encontrar-se o nosocômio repleto de enfermos. A Providência acudiu em seu auxilio, e por especial exceção foi recebida em um asilo de órfãs chamado Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres (rua da Estrela 17).

Neste asilo se encontrava como em sua própria casa; para ela foi “A casa de Nossa Senhora de Fátima”, e à madre superiora, a quem chamava “madrinha” e em quem havia depositado toda confiança, a tinha em alta estima.

A Reverenda Madre Superiora. Irmã Maria Godinho, ao receber Jacinta no Asilo a considerou uma benção especial do céu e logo pode verificar de seu acertado critério, pois Jacinta era verdadeiro modelo de inocência e modéstia e um vivo exemplo de obediência e paciência, não menos que de piedade; virtudes estas que muito contribuíram ao crescimento espiritual daquele estabelecimento. Aconselhava suas companheiras à prática da obediência e a dominar seus caprichos, repudiar as mentiras e sofrer todas as contrariedades por amor de Deus para obter o céu.

Sua alegria por viver junto a Jesus, sob o mesmo teto, lhe proporcionava tal imensa alegria, que esquecia as cruéis doenças que a martirizavam; enquanto se albergou na Casa de Nossa Senhora de Fátima, acompanhava Jesus em sua solidão do sacrário com frequentes visitas eucarísticas e o recebia quase diariamente em seu inocente coração.

A medida que sua doença cobrava maiores progressos, suas dores também se intensificavam mais e mais; a bondosa Mãe dos Aflitos não deixou de sustentá-la e animá-la nas dolorosas provas com frequentes e consoladoras aparições.

Conversava um dia com a Madre Superiora, quem se encontrava junto ao leito da enferma, quando esta lhe disse:

—Madre, retire-se daqui, porque esse lugar virá em seguida ocupá-lo Nossa Senhora…

E enquanto falava assim, tinha os olhos fixos ao lugar onde esperava a visão.

Exporemos aqui algumas das numerosas instruções que a Virgem Santíssima se dignava comunicar a Jacinta, e que ela revelava fielmente a sua “Madrinha”, a Madre Superiora.

“O PECADO QUE LEVA MAIS ALMAS AO INFERNO É O PECADO CARNAL; POR ISSO É NECESSÁRIO DEIXAR O LUXO, NÃO OBSTINAR-SE NO PECADO COMO ATÉ AGORA; É NECESSÁRIO FAZER MUITA PENITÊNCIA.”

Em outra ocasião lhe dizia a Mãe de Deus: “NÃO POSSO TOLERAR UMAS MODAS QUE TANTO OFENDEN A DEUS NOSSO SENHOR. AS PESSOAS QUE SERVEM A DEUS NÃO DEVEM SEGUIR AS MODAS. AS GUERRAS SÃO SINAIS DE CASTIGOS DO MUNDO”.

Jacinta dizia mui aflita à Madre Superiora: —Nossa Senhora já não pode sustentar o braço vingador de seu Amado Filho, que o estende para castigar o mundo. É urgente fazer penitência; se os homens se corrigem, Nosso Senhor salvará o mundo; mas se não se emendarem, virá o castigo”

Também conta Jacinta que enquanto a Virgem lhe dirigia aquelas palavras, mostrava um semblante tão triste e aflito, que sua alma se lhe desgarrava de pura dor; por isso, ao recordar aquela visão, costumava exclamar com profunda tristeza:

— Como me aflige a dor de Nossa Senhora Ah!… Se os homens soubessem o que é a eternidade, o que não fariam para corrigir-se? Ai daqueles que perseguem a religião!… Se o governo deixasse a Igreja livre e desse liberdade à santa religião, seria abençoado.

Dirigindo-se à Superiora lhe dizia:

—Madrinha, reze muito pelos pecadores; reze muito pelos sacerdotes; reze muito pelos religiosos; reze muito pelos governos. Os sacerdotes devem ocupar-se de seu ministério eclesiástico. Os sacerdotes têm que ser castos. A desobediência dos sacerdotes e dos religiosos a seus superiores ofende muito a Deus.

E em tom mais veemente dizia à Superiora:

—Não ame as riquezas. Fuja do luxo. Seja muito amiga da santa pobreza e do silêncio. Tenha muita caridade com os maus. Não fale mal de ninguém e evite o murmurador. Tenha muita paciência, porque a paciência nos leva ao céu. A mortificação e os sacrifícios são muito agradáveis a Deus Nosso Senhor. Com muito prazer me faria religiosa, mas prefiro mais me ir ao céu. Para ser religiosa é urgente ser muito limpa e casta de alma e de corpo.

— E sabes tu— perguntou-lhe a Reverenda Madre superiora—, o que significa ser casta?

—Ser limpa de corpo — respondeu Jacinta— quer dizer guardar a castidade; ser limpa de alma é cuidar-se para não pecar: não olhar coisas desonestas; não roubar nem mentir jamais, mas dizer sempre a verdade, ainda que nos custe um sacrifício.

— Quem te ensinou estas coisas? — lhe perguntou a Superiora.

Ela humildemente respondeu:

—Nossa Senhora me ensinou.

E verdadeiramente, não há que duvidar que tal sabedoria fosse celestial e infusa em uma menina que não tinha recebido senão conhecimentos muito superficiais da doutrina cristã e jamais tivesse ouvido falar de mística perfeição.

Deus, em prêmio de suas virtudes, a tinha adornado do dom de profecia. Três fatos bastarão para evidenciá-lo:

Recebeu um dia a visita de sua mãe. A Madre superiora perguntou a esta se lhe agradaria que suas filhas Florinda e Teresa se fizessem religiosas.

—Deus me livre!  —respondeu ela muito enfática —.

Jacinta não havia ouvido esta conversação. Passados uns dias manifestou confidencialmente à Madre superiora:

—Muito agradaria a Nossa Senhora que minhas irmãs se fizessem religiosas, mas como minha mãe não está conforme, a Virgem se as levará às duas, dentro de muito pouco tempo, ao Paraíso.

Apenas haviam transcorrido vários meses, quando desconsolada chorava a mãe a morte de suas duas filhas.

Tempo fazia que a Reverenda Madre abrigava um desejo de ir a Fátima.

—A senhora irá — lhe disse Jacinta—, mas será depois de minha morte.

E os fatos confirmaram a veracidade destas palavras. Acompanhando os restos mortais de Jacinta a Vila Nova de Ourem cumpriu seu anelo de visitar Fátima.

Havia um sacerdote terminado de pronunciar uma conferência na capela do Asilo; perguntou a Superiora a Jacinta se lhe haviam agradado as palavras do ministro de Deus. Depois de um breve silêncio respondeu:

— Não me agradou.

— Não ouviste como fala bem? —seguiu interrogando-lhe a Superiora.

— Sim, fala, mas… a Nossa Senhora no lhe agrada.

— É tão bom e fala como um anjo! — afirmou outra vez a Superiora.

— Sim fala…, mas ele não é bom sacerdote.

A Religiosa a admoestou docemente, que de ninguém deveria julgar-se mal e menos dos sacerdotes.

Jacinta nada respondeu. Não passou muito tempo, e aquele triste sacerdote apostatou com grave escândalo dos fiéis.

No Asilo recebia a atenção médica de dois distinguidos residentes, quem lhe dispensavam muita delicadeza e cristã caridade. Um destes lhe rogou que intercedesse muito por ele no céu ante o trono da Santíssima Virgem. Jacinta prometeu cumprir seu desejo, e olhando-lhe com ternura, lhe disse:

—O senhor, doutor, irá ao céu.

O outro doutor se encomendou a si mesmo e a sua filha às orações da enferma: esta respondeu: —Também o senhor, doutor, irá ao céu: primeiramente sua filha, e depois, lhe seguirá o senhor.

Todas estas profecias tiveram mais tarde exato cumprimento.

Jacinta foi trasladada do Asilo ao Hospital de D. Estefania. Ali ficou só, isolada, desconhecida de todos. A Reverenda Madre superiora costumava visitá-la, e era então o único momento de consolo, e alívio. Estendida em sua caminha, sofrendo contínuas dores, recordava aos seus e de especial forma a sua prima e companheira Lúcia, e diariamente a encomendava em sus orações. Por causa da distância não podia comunicar-lhe suas confidências; por isso lhe dirigiu a seguinte mensagem: “Nossa Senhora de novo me visitou e me disse que dia morrerei. Tu fica sempre boa’’.

Muito afligia a nossa enferma o ateísmo e incredulidade dos médicos. Ah!. … se os pobres soubessem o que lhes aguarda!, repetia com frequência.

Ofuscado por uma época de tantos progressos modernos e sob o influxo de uma ilimitada liberdade, o governo português, ateu em sua crença, reduzia por todos os meios a moral cristã. Os incrédulos, para lograr mais facilmente suas diabólicas intenções, propagaram e difundiram a indecente moda feminina na segurança de que perdendo a mulher o belo tesouro do pudor ficariam soltas as cordas a todos os vícios e franca difusão a todas as corrupções. E diariamente estamos contemplando que sob o pretexto de modernas exigências sociais, a imoralidade nos vestidos vai triunfando em numerosas consciências cristãs, ofuscadas pelo ambiente ateu e pagão em que vivemos.

Jacinta, ao contemplar às enfermeiras do hospital com exígua modéstia em seus atavios, costumava dirigir-lhes esta advertência: “Para que serve vosso vestido imoral?… Se soubésseis o que é a eternidade, não vos vestiríeis tão indecentemente”. Jacinta não podia apagar de sua memória o tétrico e dantesco quadro do inferno que vira na Cova da Iria, como tampouco as palavras que lhes dirigira a Santíssima Virgem ao abrir-lhes as ígneas portas do averno: “A maioria das almas que se condenam no inferno, se condenam pelo pecado carnal. Por isso é necessário que o mundo se afaste da vida deliciosa e sensual. Não deve insensibilizar-se no pecado mas fazer penitência deles”.

A doença é um duro crisol que purifica às almas, deixando-as expeditas de todos os afetos terrenos. O último período da vida de nossa enferma não era senão uma contínua e amorosa união com Deus. A ideia de estar afastada de seus pais e irmãos já não trazia nostalgia ao seu espírito, pois Deus preenchia todos seus anelos. “A vida é breve — costumava exclamar—, e logo nos encontraremos todos na região da eternidade”

Em 10 de fevereiro de 1920 foi submetida a uma intervenção cirúrgica; por sua extrema debilidade não pode ser cloroformizada. Sofrendo as terríveis dores da operação, não brotou de seus lábios queixa alguma, exceto os naturais e angustiosos suspiros. “Meu Jesus — repetia com frequência em meio de suas dores— seja tudo por teu amor e pela conversão dos pecadores! Aceita este sacrifício pela salvação de muitos deles”.

Três dias antes de sua morte recebeu a visita da Reverenda Madre superiora do Asilo, e então Jacinta lhe manifestou: “De novo me visitou Nossa Senhora e me disse que dentro de pouco viria buscar-me e que não terei mais dores”. E desde aquele momento deixaram de martirizá-la os terríveis sofrimentos e se apagaram de seu rostro os vestígios de dor.

Em 20 de fevereiro, às 16 horas, sentiu apoderar-se de suas forças extrema debilidade e pediu a presença de um sacerdote para que lhe administrasse os últimos auxílios da religião. Depois de receber a absolvição sacramental, expressou ao ministro de Deus seu vivo desejo de receber por viático Jesus-Eucaristia.

O sacerdote prometeu que o traria à manhã seguinte, pois os sintomas, ainda que graves, não acusavam um próximo desenlace. Insistiu em seus desejos a pequena enferma, mas não foi atendida; assim o havia disposto Deus, exigindo dela um último e doloroso sacrifício, que ofereceu resignada pela conversão dos pecadores.

Havia soado por fim para Jacinta a hora de liberar-se desta miserável envoltura humana e voar apressadamente rumo às mansões celestiais. Quando o relojo do tempo assinalava as 23 e 30 horas, começavam para Jacinta as horas infinitas da eternidade. Como se o prometesse, a Rainha dos Céus, rodeada de inúmeros espíritos angélicos, desceu de seu magnífico trono de glória a receber em sua Imaculada Mão a inocente alma de Jacinta Marto. Expirava em suma paz, assistida unicamente pela gentil enfermeira Aurora Gómez, a quem chamara com especial carinho “minha Aurorazinha”.

Havia cumplido heroicamente a admirável e difícil missão que lhe encomendara a Mãe de Deus na Cova da Iria, 34 meses e 18 dias atrás. A ela como aos outros dois videntes, lhes havia pedido a Santíssima, Virgem voluntários sacrifícios praticados por amor a Deus, em reparação das ofensas cometidas diariamente; contra o Imaculado Coração de Maria, pela conversão dos pecadores, pelo Santo Padre, pelas benditas almas do Purgatório, especialmente pelas mais abandonadas. E assistida da graça de Deus, Jacinta, com imensa caridade, generosamente se havia imolado na ara dolorosa do sacrifício; agora podia exclamar com a mesma segurança do Apóstolo: “Combati o bom combate e cheguei ao fim. Agora aguardo a recompensa que me dará o Justo Juiz”.

Cumprindo o expresso desejo da defunta, seu corpo foi amortalhado em alva veste com uma faixa azul que cingia sua cintura. Engalada com esta veste tinha se aproximado um dia para receber pela primeira vez em seu peito ao Cordeiro Imaculado.

A capela de Nossa Senhora dos Anjos guardou transitoriamente seus despojos mortais; Jacinta descansava agora à sombra do Santuário da Santíssima Virgem, a quem ela tanto havia amado e venerado.

Veloz como a aurora correu a notícia do falecimento por todo Portugal, e como obedecendo a um só impulso, desfilaram ante o féretro em interminável caravana homens de toda condição social. Todos anelavam possuir uma relíquia, mas estando proibido cortar algo de sua veste, satisfaziam seus desejos fazendo tocar sobre o venerado corpo quantos objetos tinham a seu alcance, paninhos, medalhas, rosários, etc.

Três dias e meio ficou exposto o corpo defunto à veneração pública e ante um imenso gentio que ia cobrando proporções cada vez mais gigantescas. A expressão angelical da que fosse mártir do amor divino obrava nos corações qual poderoso e secreto imã.

O senhor Antonio Rebelo de Almeida, encarregado de custodiar o venerando corpo, nos descreve assim sua impressão: “Me parecia antes ver ante meus olhos um anjo que um despojo de ser humano. Seu corpo mortal parecia vivo. Seus lábios, assim como todo seu rosto, eram semelhantes às mais belas rosas. O agradável odor que exalavam seus membros não pode explicar-se naturalmente; superava à fragrância das mais perfumadas flores. Muitas pessoas acudiram a venerá-la e todos se retiravam levando em suas almas a impressão de haver contemplado uma santa”.

O notável especialista doutor Enrique Lisboa faz notar particularmente o aromático perfume que exalou constantemente o corpo defunto todo o tempo que permaneceu insepulto, tendo Jacinta falecido de uma pleurisia purulenta.

Em 24 de fevereiro, às 11 horas, era levada processionalmente à estação ferroviária Rosário, desde onde em triunfal apoteose devia seguir até Vila Nova de Ourem e ser depositada no suntuoso mausoléu da família do barão de Alvaiázere.

Esta piedosa conduta do barão em dar tão magnífica pousada aos restos venerandos de Jacinta, evitando assim a profanação dos anticlericais, foi para ele e para toda sua família jalón bendito de inumeráveis graças da parte do Altíssimo. Os membros desta ilustre família se encontravam atacados dos mortíferos micróbios da tuberculose; quatro irmãos do barão haviam caído vítimas desta doença, e desde aquele momento em que Jacinta, podíamos dizer, entrou a formar parte integrante da família, o terrível flagelo abandonou seu domínio, vencido pelo hálito protetor do “Anjo da Guarda”, como costumava chamá-la o piedoso barão de Alvaiázere a Jacinta.

Neste suntuoso mausoléu ficou o corpo de Jacinta até 12 de setembro de 1935, data em que por decreto do bispo diocesano foi trasladado a Fátima, acompanhado de um grandioso cortejo. “Com lágrimas nos olhos — escreve o piedoso barão — vimos retirar do mausoléu a bendita relíquia, por cuja intercessão havíamos conseguido tantas graças celestiais”.

Antes de empreender a triunfal marcha, abriram o féretro na parte da cabeceira e encontraram seu rosto incorrupto, mostrando a plácida expressão do que disfruta de um tranquilo sonho. Fecharam novamente o venerado féretro em presença das autoridades eclesiásticas e civis, e iniciaram a marcha até o novo destino.

Na Cova da Iria, lugar das benditas aparições, se deteve o cortejo, cantaram o ofício de defuntos e celebraram uma Missa.

Chegaram por fim a Fátima, em cujo cemitério, que se encontra junto à mesma Igreja Paroquial, o bispo diocesano, Mons. José Alves Correia da Silva, havia ordenado construir um mausoléu para os dois videntes: Francisco e Jacinta Marto. O mausoléu, em suas linhas arquitetônicas, é de sóbria simplicidade, distinguindo-se entre os demais por sua nítida brancura. Em sua entrada lemos o seguinte epitáfio: “Aqui jazem os restos mortais de Francisco e Jacinta, favorecidos com a augusta presença da Rainha dos Céus”.

Em 20 de fevereiro de 1944, aniversário da morte da inocente pastorinha Jacinta, foi abençoada uma placa comemorativa no Hospital Estefânia, o qual leva o seguinte epitáfio:

“Em 20 de fevereiro de 1920, Às 23:30 horas, faleceu neste Hospital, Jacinta Marto,

Ainda não cumpridos 10 anos de sua vida. É uma dos três videntes, Aos que se apareceu em “Fátima A Bem-aventurada Virgem Maria.”

“FINAL DA PUBLICAÇÃO DE JACINTA”


Fonte: http://adelantelafe.com/jacinta-marto-una-vida-breve-santa-llena-ensenanzas-iii/

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