O Aborto e o Culto Satânico ou A “New World Worder”

Publicamos, em caráter extraordinário, o artigo semanal de Frei Zaquel.

Trata-se do 3º artigo de 3, de uma série sobre o Aborto. Este é o último artigo dessa série, e também dos artigos iniciais de Frei Zaqueu. Boa leitura!


Frei Zaqueu

(freizaqueu@gmail.com)

À guisa de introdução não sou exorcista. Nem demonólogo. Analista político, investidor da Bolsa ou sionista. Mas como fui o vencedor entre bilhões; entre milhões recebi o Selo fluído concedendo-me nada menos que a condição de um filho de Deus, confirmado, entre outros milhões mais, com outro Selo, invisível, mas mais indelével que as marcas visíveis dos pagãos em seus corpos; como ao longo de algumas décadas, entre centenas de milhares logrei escapar às cotidianas possibilidades de morte com as quais nos deparamos sem que nos demos conta; como, por fim, me foi concedida alguma medida de inteligência e certas condições de alimentá-la: mais que um direito, é um dever que se me impõe falar contra a morte (a má, porque a  exemplo do colesterol, também há uma boa). Isto posto, vamos ao que interessa.

7 dias. E falamos sobre o Aborto sob sua mórbida causa principal, a Gnose ou o pensamento gnóstico, recordando que “No primeiro (de três) abordei o Limbo como uma das possíveis causas-consequências sobrenaturais para o Aborto institucionalizado”[1]. Após, sob um aspecto digamos mais natural, “o que move este ato, sua legalização ilegal e a adesão por parte de pessoas cuja defesa da vida deveria vir umbilicalmente ligada à função que exercem. Também o contexto em que se insere, o da Cultura da morte[2]. Aqui, tentarei pôr fim à thanata[3] tríade falando em autorias, intensões e consequências. Quiçá se encerrassem com ela os casos de aborto, mas esta é nada além de uma leda esperança…

Permitam-me então iniciar este fim de tríade com um elemento comum a todas: o sangue. No momento em que escrevo estas linhas um milenar sangue em estado sólido que deveria tornar-se líquido neste 16 de dezembro de 2016 não o fez[4]: permaneceu endurecido. Como a dura face divina em ocasiões de contumaz teimosia, desobediência e indiferença humanas. Para aprendermos a não negligenciar nosso Pai do Céu que, como modelo de nossos pais terrenos (os que ainda fazem jus a esta palavra), castiga. Para aprendermos que o castigo divino se dá menos de forma ativa como passiva: soltando-nos as mãos. Para aprendermos a não derramar sangue inocente. Daí que pelo sangue endurecido do santo mártir é provável que em breve muito sangue liquidamente vá rolar, sendo muitos os liquidados a exemplo das outras vezes em que o santo sangue não se liquefez. Infeliz destino de tantos surdos, cegos e mudos aos apelos do Amor. É que o aborto, um dos desencadeadores da ira divina e novamente em voga, envolve também o amor, ainda que sob a forma de rejeição.

É fato que desde o primeiro fratricídio da história o homem imola o homem sobre o altar da soberba, da inveja e do ódio. Assim, o sangue de Abel se torna o primeiro de milhões a encher, gota a gota a ensandecida e insaciável taça colérica dos homens. Mas ela não será a única. Uma outra taça de cólera se enche em medida inimaginável com o sangue inocente, e esta é a taça da justiça divina. O Apocalipse revela a força deste sangue no clamor por justiça – e mesmo por vingança – porque o Gênesis já lhe autorizava. E a propósito do Apocalipse se diz que Chesterton[5] dizia que para ficarmos por dentro das últimas notícias bastava com abrir este livro sagrado. Concedamos-lhe ainda esta vez a razão. Com base nessa afirmativa e seguindo o conselho de Cristo é bom que comecemos a dar mais atenção, à luz da Tradição, a esta divina Revelação como “lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela da manhã em vossos corações” (1 Pe I, 19).

Mas como disse ao abordar o aborto inserindo-o – obviamente – em uma lógica de morte, claro como a luz que nessa humana tragédia devesse figurar um personagem central, o Pai das trevas, o “homicida desde o princípio”, pois a morte não só lhe interessa como lhe é familiar. Para falar neste personagem é mister dizer que o símbolo taoísta do yin yang é um sofisma. Não somente pelo Taoísmo ser outro dos tentáculos gnósticos como pelo fato de a verdade valer para um dos lados do círculo, somente. O lado verdadeiro está em que de fato não há nada completamente mal que não possua um bem. Ou mau que não seja em algo bom. É o lado preto com o ponto branco. Mas como todo sofisma que se preza, em algum ponto enganará, ao fim e ao cabo arrastando-nos ao erro. O lado branco com o ponto preto indicando que não existe nada absolutamente bom é um erro grasso e grosseiro, pois há uma exceção e esta reside em Deus. Isto já é o suficiente para atribuir a este símbolo os adjetivos supracitados. Do sumo Bem, ou Suprema Bondade, como dizia Santo Tomás (outro que deveria ser tomado em conta nesses tempos obscuros) não pode advir algo mal, ou mesmo mau. Sendo a morte consequência do mal, dele não poderia advir. Em que pese e façam beiço os satanistas, satanás nunca foi ou será o antagonista à altura, pelo simples fato de não ser absolutamente mau, uma vez que possua coisas boas como, por exemplo, a existência (sinal de que nem ele foi abortado). E isso não é de poca monta como dizem nossos cari fratelli. E que viva Agostinho de Hipona (outro aconselhável) quem nos deu esta verdade!

Mas o fato é que aquele anjo bendito escolheu de livre e espontânea vontade a maldição-para-sempre. E se foi suficientemente convincente para arrastar milhões de semelhantes com ele, dificilmente não o lograria com seres pouco inferiores[6] como nós (hoje, um pouco mais…). Corrompendo a Mãe dos viventes logrou, primeira e indiretamente, com que a morte entrasse no mundo. E não demoraria para que o posterior fratricídio entre os seus primeiros filhos inspirasse similitudes como o sororicídio, o matricídio, o parricídio, o filicídio[7], o infanticídio, o uxoricídio, o suicídio – e mesmo o fordicídio – até galgar o cume dos homicídios com o deicídio. A Meretriz apocalíptica embriagava-se com o sangue dos mártires, à exemplo da mencionada no livro dos Reis citada no Primeiro de três, pois o espírito de morte reclama a seiva da vida. Assim, o espírito homicida reclamará da seiva da vida humana para encher a sua taça insaciável. Não somente a título de serviço prestado, mas de serviço ofertado. Mesmo tornado o Anjo de luz em Príncipe das trevas não perde a potestade, somente que inverte sua destinação, sendo ora em diante obcecado pela coroa real. E como o reconhecimento por excelência da realeza divina é o culto de latria, também ele quererá ser adorado em culto próprio e com vítimas próprias, invertendo as polaridades ao se fazer passar pelo mocinho; porque também é o Pai da mentira. E aqui chega-se ao ponto nuclear, em que sou obrigado à força de justiça a tratar, mas antecedido da observação abaixo, uma vez que entender a questão não é tarefa das mais simples, envolvendo quase tantas vertentes quanto os fios de cabelo em uma cabeça adulta.

[Mea culpa. Por falta de entendimento não só o povo perece[8], como faz perecer. Para abdicar da hipocrisia e restituir a quem defraudei, ainda que de maneira aquém das minhas defraudações, mesmo já o tendo feito ao sacerdote competente tenho de confessar aqui que também eu já abortei. Se não pelas condições feminina ou médica que não possuo, pela condição de auxiliar. Um mau auxiliar. Como o foi nossa primeira mãe ao nosso primeiro pai. Auxiliando com meios sedutores a que algumas Evas provassem do fruto proibido sacrificando assim vidas inocentes. Num tempo em que fui levado a pensar no sexo como coisa hedonista e nos filhos como coisa descartável ainda que fosse para o seu próprio bem, no velho sofisma de que melhor é não deixar vingar a vida se for para fazê-la sofrer. Assim cri, como irresponsável, covarde e estulto. E assim agi, como coassassino filicida e infanticida. Até a misericórdia se antepor à justiça e fazer com que em Sua luz eu visse a luz. Não encontrando então algo selado com relação a este ponto específico de nossa doutrina pelo fato de estar ainda em aberto[9], meu primeiro impulso se deu através de um sólido e profundo desejo do Batismo a todos os santos inocentes cujos seios maternos auxiliei a que se tornassem um campo de batalha mortal. Para isso fiz o que de melhor estava ao alcance: encomendei ao Senhor do Tempo Santas Missas ad orientem nesta intensão. Em seguida me comprometi em rezar e sacrificar-me por cada um, por toda a vida, ainda que não tivesse ou continue tendo ideia de quantos poderiam ter (s)ido. Por fim, confessei a minha culpa ao tempo em que comprometi-me também eu a combater contra toda espécie de morte má dali em diante. E que o bom Deus, pelo Seio virginal, permita-me reencontrá-las algum dia plenamente felizes, juntamente com suas hoje infelizes mães.]

Feito o registro, sigamos adiante.

A coisa, apesar de complexamente tremenda é simples no tocante a causas e efeitos. O aborto, o comprovam as Escrituras, a Tradição e o Magistério, além de muitos envolvidos direta ou indiretamente, é uma mistura de alguns elementos nada desprezíveis que vão do ódio à vida (leia-se também: à matéria[10]) ao culto satânico de latria: adoração ao demônio com direito à oferenda sacrifical humana. Já o faziam alguns primitivos povos pagãos; ainda o fazem alguns desenvolvidos povos pagãos e outros ditos cristãos. O fato é o mesmo, muda-se apenas a forma. Se é verdade que no passado crianças e adultos eram imolados nos templos sob o altar dos falsos deuses, que não são outra coisa que demônios[11], é ainda tristemente verdade que tais pessoas hoje são imoladas de maneira especial nas clínicas de abortos transformadas em templos, com as mesas cirúrgicas servindo de altar e os médicos, de sacerdotes. Mas não só. Em sentido mais grave e primário, os templos e altares onde são feitos tais sacrifícios são os próprios ventres maternos, sendo as sacerdotisas as próprias mães. Mui elucidativo a propósito são alguns recentes exorcismos realizados pelos profissionais competentes, os sacerdotes. Entres estes, o notório caso de um senhor mexicano possesso levado para receber a benção do então recém empossado Papa há pouco mais de três anos. Pela boca desse senhor declararam os demônios serem os abortos uma espécie de versão moderna de rituais sacrificais a eles dedicados. Mais. Também fora anunciado pelos seres infernais através de boca humana que o número mensal de ocorrências de assassinatos no México seria proporcional ao número mensal de ocorrências de abortos. Em dados obviamente oficiais. O que foi estatisticamente comprovado. E que tanto estas estatísticas quanto a possessão do homem não sessariam enquanto, oficialmente por parte dos Bispos mexicanos, não se consagrasse aquele outrora católico país aos Corações que mais sofrem com a desordem e o desprezo humanos: os de Jesus e Maria.

Ocorre que como já se logrou que uma determinada teologia filosófica influenciasse a cultura, como dito anteriormente, há algumas centúrias vivemos numa cultura da morte cujo passo natural seria a influência direta no tecido social. Como? Como de maneira especial o inventou Gramsci[12]: através da revolução sócio-política-econômica não pelas armas, mas pela cultura. Trabalhando-se as cabeças pensantes para pensar segundo uma determinada cosmovisão de mundo, estas cabeças, uma vez no poder, passariam a legislar, a julgar e a executar segundo o que acreditariam ser a verdade, o bem e o belo. E se isso for contrário e mesmo antagônico à moral legada pelo Criador através do Salvador, certo é que ela atenderá aos princípios legados pelo Desordenador escravocrata. Uma vez cientes do que seja a moral cristã, que em sua integralidade não é outra que a moral católica, torna-se menos difícil detectar as pegadas de uma “moral” gnóstica favorável à morte ainda que sob a toga de direitos humanos, liberdade de expressão, religiosa e de tudo o mais; o que se traduz em outra mortífera tríade maçônico-revolucionária e contraditória em termos: LibertéEgalitéFraternité.

O Aborto e tudo o que esteja relacionado a este espírito de morte, rostos visíveis do antimetafísico pensamento gnóstico, ao tempo em que transformam homens em hóstias a serem imoladas sobre o altar de Moloc, oferecem ao “homicida desde o princípio” a força necessária à implantação de sua desordem mundial em detrimento à ordenação estabelecida pelo doador da vida. Não seria implausível, por isso, que o demônio – sabiamente considerado pelos antigos como o símio de Deus –, curiando desde o princípio o Plano de salvação, deixasse de elaborar e vender à humanidade o seu Plano de perdição que, principiado de maneira emblemática com a Torre de Babel, hoje vemo-lo remoçado em uma espécie de sua versão atual e definitiva com a New World Order[13]. Me parece instigante pensar ao modo de um grande símbolo deste começo do fim o tombo ígneo do Centro Mundial do Comércio também designado de as Torres gêmeas. As Escrituras trazem uma interessante simbologia com relação a destruição de torres. Alguns exemplos os temos pelo das duas colunas (torres) com que Sansão pôs fim ao templo filisteu[14], e com ele aos filisteus; das torres candentes com que os Macabeus desbarataram os filhos de Beã[15]; das torres como o fim de um tempo de arrogância[16]; e das torres, por fim, do Dies irae[17]. Estas figuras altamente semióticas servem tanto a uma boa quanto a uma má significação. De um lado temos as torres góticas das catedrais como braços erguidos ao céu em gratidão, adoração e súplica. De outro, as torres seculares como braços erguidos ao céu em afronta, soberba e rebeldia.

Assim que a Nova Ordem Mundial a podemos considerar tão somente como uma nova versão de uma velha ideia, a ideia de uma desordem mundial onde o homem possa ser definitivamente o seu próprio deus, com seu paraíso terreno uma vez que não há necessidade de transcender, porque por si jamais o lograria. Tudo é subjacente, underground, camuflado, esotérico. E ambíguo. Tudo carece ser oculto para não ser revelado, pois a aparente Bela não resistiria à Fera real. “Nada há novo sob o sol”, dizia o sábio rei[18]. Daí que ao se tornar cada vez mais velha a Fera, há que dar a ela a aparência de nova. Para rejuvenescer, acredita-se alguns bem intencionados homens de superstição que deva-se regar. O elixir da juventude então se fará do elixir escarlate da vida, com o tecido inocente servindo de cosméticos rejuvenescedores. Tudo carsicamente[19] arquitetado para não dar conotação de rito.

Deixemos de prolixidades: o Aborto, como tudo o que envolva direta ou indiretamente o ódio à vida, é uma forma de culto de latria ao demônio “homicida desde o princípio”, “pai da mentira” e “príncipe das trevas”. Os homens e mulheres que o apoiam, defendem e praticam, seja pela descriminalização, pelo financiamento, a facilitação ou o ato em si, não fazem outra coisa que prestar sua homenagem e adoração a quem lhes premiará com o sofrimento e a morte eterna e sem fim. Tal atitude possui uma principal base teórica e esta é a Gnose ou o pensamento gnóstico que atribui ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó a criação da matéria como coisa má, como prisão, tendo seu salvador e libertador na pessoa de uma criatura angélica por nome Satanás ou Lúcifer, em que pesem algumas distinções. Tal pensamento nasce desde as origens, permeia toda a história e possui seus maiores arautos nos que hoje dominam economicamente o mundo, porque assim dominam o resto do mundo. Estes, por seu turno, possuem os seus peões, cavalos, bispos, torres, reis e rainhas nas mais diversas esferas sociais: do poder religioso ao militar, do civil ao político, do intelectual ao cultural e midiático. Pensando que assim lograrão terminar a Torre e serem deuses, dando o tão sonhado xeque-mate no Criador.

Mas como tudo o que jaz sob o maligno, traz as suas inevitáveis consequências. Que o homem não esqueça, por isso, que insistindo em brincar com o fogo estará pedindo para ser queimado. E logo o será. Pois, em algum lugar dos céus, já se pode ouvir o brado: “Senhor santo e verdadeiro, até quando tardarás em fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da terra?[20]

Pensemos nestes tempos Neste que nasceu, que se fez carne (vendo que isso era bom) e por amor, mas um amor literalmente maior que o mundo. Pensemos nas mãos desta Criança que libertariam a tantos para depois se deixar prender. Pensemos em seus pés de cujas sandálias o Profeta não ousou desatar as correias, atados sob o laço dos cravos. Pensemos em sua cabeça, antes envolta em panos macios apoiada nos cândidos braços da Mãe, depois cravada em ásperos espinhos, sem apoio ou esteio; ela que optou ter pedras por travesseiros. Pensemos, por fim, em um lado cujo singelo palpitar de um pequeno coração a cada batida já abarcava o mundo, para literalmente explodir de amor no último brado. Esse Menino só pode receber a adoração de um Deus por um fato simples longe de ser simplório: o fato de um Fiat que não lhe permitiu um aborto.

Sacra Familia: ora pro nobis!

 ______________________

* Publicado em 21/12/2016


NOTAS: 

[1] http://www.padremarcelotenorio.com/2016/12/primeiro-de-tres-o-aborto-e-o-limbo-ou-diante-do-supremo-tribunal-celestial/

[2] http://www.padremarcelotenorio.com/2016/12/segundo-de-tres-o-aborto-e-a-cultura-da-morte-ou-a-gnose-dos-homens-de-preto/

[3] Relativo ao termo grego thanatós: morte.

[4] O sangue do bispo mártir São Genaro (Januário) é um dos muitos sinais dados por Deus para nos alertar de perigos iminentes graças à nossa contumaz desobediência e indiferença. Dado ao caráter sucinto destes artigos sugiro ao leitor conhecer mais sobre o tema, pois recentemente nova manifestação dos céus se deu através deste sangue.

[5] Jornalista e escritor inglês (1874-1936).

[6] Cf. Sl VIII, 6.

[7] Aproveito aqui para corrigir uma incorreção no artigo anterior. Onde lá se lê “matricídio/parricídio”, leia-se este presente termo.

[8] Os IV, 6.

[9] Me refiro aqui ao destino das crianças que morrem sem o Batismo, o que pode ser visto no Primeiro de três: O Aborto e o Limbo das Crianças ou O Supremo Tribunal Celestial.

[10] Ver artigo anterior.

[11] Sl XCV, 5.

[12] Antonio Gramsci (1891-1937). Pensador marxista italiano. A este propósito indico a leitura de: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2014/01/o-grandioso-plano-de-antonio-gramsci.html (acesso em 19/12/2016).

[13] A propósito deste candente e mal compreendido tema sugerimos os muito bons trabalhos do sacerdote e jornalista argentino Mons. Juan Claudio Sanahuja, fundador de Noticias Globales: http://www.noticiasglobales.org/.

[14] Jz XVI, 26-30.

[15] 1 Mac V, 4s.

[16] Isa XXXIII, 18.

[17] Sof I, 16 (recomendo a leitura de todo o capítulo).

[18] Ecle I, 9.

[19] De cársico, que se manifesta sempre e novamente após um período de latência, dando a aparência de diferente o que vem a ser o mesmo.

[20] Ap VI, 10.

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