2ª Classe- Missa própria com comemoração de Santa Petronila, Virgem (somente nas missas rezadas)
Ao se encerrar o ano mariano de 1954, o Santo Padre Pio XII instituiu esta festa para consagrar o mundo à proteção de nossa celestre e poderosa Rainha.
A festa de hoje é uma justa homenagem à SSma. Trindade, uma ação de graças ao Pai e à Sabedoria de Deus e ao Divino Amor, o qual durante o Ano eclesiástico se manifestou de um modo tão admirável na obra da Redenção. Por este motivo se celebra esta solenidade no final da primeira parte do Ano eclesiástico. Não somente neste dia como também em todas as Missas. Devemo-nos lembrar de render graças à SSma. Trindade. Sejam nossos cânticos de louvor o prelúdio do cântico perene: Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus dos exércitos, que os Eleitos em união com os Serafins cantam cheios de profunda reverência à Majestade de Deus.
A glória da SSma. Trindade é oferecido o Santo Sacrifício. Unamo-nos à imolação da Vítima imaculada. Notemos na Santa Missa o Glória Patri, o Glória in excelsis Deo, o final das Orações, o Credo, o Súscipe, Sancta Trinitas, o Prefácio e o Pláceat tibi, Sancta Trinitas.
Páginas 576 a 579 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Comentário sobre este Tempo litúrgico: clique aqui
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Em poucas palavras resume a Santa Igreja, neste dia em que termina o Tempo pascal, todo o Mistério do amor de Deus. “Deus caritas est“, Deus é a Caridade e esta Caridade foi derramada em nossos corações (Introito, Epístola). Na casa de Pedro (Statio), isto é, na santa Igreja, encontramos Nosso Senhor, que nos dá a saúde, comunicando-nos o seu Espírito. Pelos Mistérios Sagrados recebemos o “fervor divino” e neste fervor caminharemos para as alegrias eternas (Postcommunio).
Páginas 564 a 572 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação na basílica dos Santos Apóstolos
HOJE NÃO SE FAZ ABSTINÊNCIA (FESTA DE 1ª CLASSE)
A Leitura lembra o tempo das colheitas e a bondade de Deus, que nos deu o Espírito Santo (aquele que ensina a justiça). Como chuva benfazeja, Ele descerá sobre a terra — a Igreja —e nela fará germinar e amadurecer frutos espirituais. O Evangelho fala do perdão do pecado e da cura de um doente.
Páginas 561 a 564 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Lourenço extra muros
Não havia outrora neste dia, Ofício Divino. Hoje repete-se a Missa da festa, com exceção das Leituras. O diácono Filipe (o padroeiro das igreja estacionai também foi diácono) na Epístola, e os Apóstolo: no Evangelho, pregaram e fizeram milagres pela “força do Espírito Santo”.
Páginas 559 a 560 e 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Maria Maior
Nos países do Sul da Europa, faz-se, neste tempo, a colheita do trigo. A Igreja agradece por isso as bênçãos de Deus. Os fiéis ofereciam outrora neste tempo, as dízimas, e entre outras coisas, o trigo (matéria da Eucaristia). Agradeçamos também nós, nestes dias (quarta-feira, sexta-feira e sábado) os benefícios recebidos neste Tempo pascal. Nos textos destas Missas falam do Milagre de Pentecostes (Batismo, Eucaristia e Confirmação) e alguns tratam também das curas de doentes e expulsão dos espíritos malignos. Aproveitemos estes dias para nossa renovação, purificando-nos do contacto com o espírito do mundo.
Páginas 555 a 559 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Anastásia
Santa Anastásia, a ressuscitada, nos reúne hoje em sua igreja. Gratos e jubilosos pela graça batismal que nos ressuscitou, aparecemos diante do Senhor (Introito). O Espírito Santo nos santificou (Epístola) e nos fez achar a porta que dá para o aprisco do Bom Pastor (Evangelho e Ofertório). Este mesmo Espírito, dando-nos o alimento celeste, nos dará também a glória eterna.
Páginas 552 a 555 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Oitava de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro ad Vincula
Como o Sábado Santo, assim também o Sábado antes de Pentecostes é dia do Batismo. Corresponde igualmente, a oitava de Pentecostes à oitava da Páscoa. A santa Igreja ocupa-se amorosamente dos filhos recém-nascidos pela graça batismal. A eles se dirigem por isso os textos da santa Missa, falando-lhes do Batismo, da Eucaristia e mais particularmente da Confirmação.
Reunidos aos neófitos, ouvimos a palavra do príncipe dos Apóstolos (Epístola). Gratos, lembramo-nos dos benefícios recebidos no Sacramento da Confirmação, quando o Espírito Santo desceu sobre nós. Em sua luz e por sua graça, temos a verdadeira fé e somos chamados à vida eterna (Evangelho). Na santa Missa, alimentando-nos Jesus e saciando-nos (Introito), somos também “instruídos de tudo quanto Ele nos havia dito” (Communio).
Páginas 549 a 552 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Domingo de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
Na igreja do Apóstolo que primeiro explicou o Mistério deste dia, na basílica de S. Pedro, hoje nos reunimos. No altar, que é obra do Espirito Santo, se vai repetir, por todos os tempos e em todo o orbe (Introito), o que aconteceu naquele memorável dia de Pentecostes, de que fala a Epístola. Imploramos para nós a mesma graça, no Gradual e na Sequencia. No Evangelho, Jesus nos promete a realização deste desejo, que se cumprira no Santo Sacrifício. Unindo-nos ao Filho de Deus virá também habitar em nós o Divino Espírito Santo (Communio). Cheios desse Espírito Divino falaremos também nós das grandezas de Deus. Lembremo-nos que, neste dia, nasceu a Igreja e com ela nasceu igualmente o Apostolado ou a Ação Católica. A força, o amor fervoroso do Divino Espírito Santo nos deve animar e fazer de nós, Sacerdotes, Soldados e Apóstolos do Reino de Deus.
Páginas 542 a 549 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Vigília de 1ª Classe- Missa Própria- Estação em S. Pedro
A Leitura fala do Batismo e da Confirmação, porque outrora estes dois Sacramentos eram administrados, um em seguida ao outro. O mundo não conhece o Espírito de Deus (Evangelho). Nós o conhecemos, e neste Espírito nos unimos a Nosso Senhor. Ele, que renova a face do mundo, renova também os que recebem o Batismo.
O decreto que renova a liturgia da Semana Santa, aboliu tudo que outrora precedia à Missa da Vigília de Pentecostes: leitura, benção da água batismal, ladainha.
Páginas 538 a 541 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta e Evangelho próprios
Da Ordem de S. Francisco, foi pregador popular e muito fez para a renovação da vida religiosa. Com grande zelo pregou a devoção do SSmo. Nome de Jesus (Oração).
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me”, com Coleta própria e comemoração de S. Pudenciana, Virgem
Eremita que era, fundou a Ordem dos Beneditinos Eremitas, no monte Marone. Com 79 anos de idade foi eleito Papa, contra sua vontade. Em breve, porém, resignou o Pontificado e voltou à sua querida solidão (Oração).
Páginas 1074 a 1075, 812 a 816 do Missal Quotidiano.
Festa de 3ª Classe- Missa “Os Justi” (1) com Coleta própria
Nasceu na Espanha e fez-se irmão leigo franciscano em Montforte, onde se distinguiu por uma grande pureza, amor à penitência e suma veneração à Ssma. Eucaristia, Foi por isso declarado Padroeiro dos Congressos Eucarísticos, por Leão XIII.
A Missa deste domingo é uma transição entre a Ascensão e a Solenidade de Pentecostes. Para melhor compreensão de seu formulário, procuremos compenetrar-nos dos sentimentos da pequena Comunidade dos primeiros tempos do Cristianismo. Cheia de saudade, ela dirige o seu olhar para o Cristo que desapareceu. Ansiosa e com ardentes preces, espera a vinda do Consolador prometido. Ouve atentamente as palavras de S. Pedro, seu chefe (Epístola) . Confiantes, todos se preparam para dar testemunho da verdade, quando tiverem recebido o Espírito da verdade, que procede do Pai, e que lhes foi prometido pelo próprio Cristo (Evangelho). Estes mesmos sentimentos serão também para nós uma ótima preparação para a próxima solenidade de Pentecostes.
Páginas 535 a 538 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Novena em Honra do Divino Espírito Santo, em preparação para a Festa de Pentecostes, foi instituída por decreto de Leão XIII, em 1897, na Encíclica Divinum Illud Múnus, carta dedicada ao Paráclito.
Embora não haja rito específico, apresenta-se abaixo algumas orações próprias desta devoção, a rezar durante os 9 dias que antecedem a Domingo de Pentecostes, neste ano celebrado em 23/05, entre 14 e 22/05:
4ª Classe- Missa da Ascensão, com comemoração de S. Bonifácio, Mártir
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534; 1070 a 1071 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Hoje se inicia a Novena do Espírito Santo, em preparação para Pentecostes (sabia mais)
Festa de 1ª Classe- Missa Própria – Estação em São Pedro
DIA DE PRECEITO
A festa da Ascensão, diz S. Bernardo, “é a consumação, a coroa das outras solenidades e o termo glorioso da jornada terrestre do Filho de Deus”.
Durante quarenta dias, permaneceu Jesus no mundo, para fortalecer os seus discípulos na fé e os preparar para a vinda do Espírito Santo. Mas soou, enfim, a hora de se despedir daqueles que tanto amava. Ainda que de despedida, essa hora · era contudo de grande alegria para o Mestre e os seus discípulos, assim como para a humanidade inteira. Alegria, porque Jesus triunfou. Terminaram as humilhações, os sofrimentos. A corôa de espinhos e os opróbrios se converteram em corôa de honra; a Cruz ignominiosa, em trono de glória. Alegramo-nos, porque o Salvador subiu ao céu pará ali preparar-nos um lugar. Porque Junto do trono de seu Pai, jesus continua a interceder por nós e cumprir a sua Missão de Mediador entre Deus e os homens. Alegremo-nos ainda, porque a sua subida é o penhor da descida, do Espirito Santo “Se eu não for, o Espirito Santo não virá a vós”. Alegramo-nos, finalmente, porque este mesmo Jesus, que hoje se esconde aos nossos olhares, descerá um dia, em toda a sua Majestade e todo o seu poder, para julgar os vivos e os mortos e então os nossos olhos contemplarão extasiados a sua santa Humanidade sem o receio, para sempre afastado, de uma nova separação.
Enquanto a Epístola e o Evangelho nos narram sucintamente o fato histórico, ouvimos nos Cânticos perpassar estas melodias de júbilo. Cremos firmemente que o Nosso Redentor subiu ao céu e nesta convicção Lhe dirigimos uma súplica, para que também nós tenhamos em espírito a nossa morada no céu (Oração).
Páginas 530 a 534 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Vigília de 2ª Classe- Missa Própria, com comemoração das Rogações
Depois da procissão das Rogações, reza-se a Missa das Rogações. As Missas privadas são da Vigília, a não ser que ocorra alguma festa. Os Cânticos desta Missa são os do V domingo depois da Páscoa.
As Leituras falam da Ascensão. Jesus Cristo tendo cumprido na terra a sua Missão, vai deixá-la, mas não a abandonará: enviará o seu Consolador que é o Espirito Santo.
Páginas 514 a 517 e 528 a 529 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Filipe de Betsaida foi um dos primeiros Apóstolos de Nosso Senhor. Pregou o Evangelho na Frigia, onde foi crucificado e apedrejado. S. Tiago menor, primo de Nosso Senhor, foi o primeiro Bispo de Jerusalém. Homem de oração e de austera penitência, foi precipitado do pináculo do Templo. Ele é o autor de uma Epístola canônica. A festa de hoje é o aniversário da Dedicação da igreja onde repousam os despojos destes dois Apóstolos do Senhor.
2ª Classe- Missa própria com comemoração de S. Antonino Bispo e Confessor; Ss. Gordiano e Epímaco, Mártires
Os três dias que precedem à festa da Ascensão, chamam-se dias das Rogações, denominação essa que vem do caráter suplicante das Ladainhas, Orações e Salmos que neles se dizem.
Remontam aos primeiros séculos do Cristianismo as procissões de penitência antes da santa Missa. Data do século V a instituição das Rogações, em França. Prescritas depois em Roma, daí se estenderam a toda a Igreja. Nestes dias especialmente consagrados, pedimos a Deus que afaste de nós o flagelo de sua justiça e se digne abençoar as coisas da terra. A Missa mostra-nos a eficácia da oração fervorosa e perseverante. Animados de uma firme confiança vamos para a casa de Deus (Introito). O Apóstolo S. Tiago, ele mesmo admirável amante da oração, mostra-nos o exemplo de Elias (Epístola). A oração do justo muito pode sobre o coração de Deus. As palavras proferidas por Jesus Cristo tornam-se realidade na santa Missa. O pão e o peixe simbolizam a Eucaristia, e o ovo é o símbolo da Ressurreição e da vida nova, fruto de uma boa participação nos santos Mistérios. — Nessa Missa não se diz o Glória nem o Credo.
“Eu saí do Pai, e vim ao mundo ; deixo outra vez o mundo, e vou ao Pai”.
Nestas linhas está sintetizado o pensamento principal da santa Missa de hoje. Os textos, ao mesmo tempo que nos lembram as alegrias pascais, nos prenunciam o próximo desaparecimento do Salvador. Enquanto a Epístola nos fala do Cristianismo prático, o Evangelho, aludindo à próxima Ascensão de Jesus Cristo, nos ensina como podemos e devemos confiar-Lhe os nossos cuidados e as nossas preocupações, antes de Jesus nos deixar e ir para junto de seu Pai. Estejamos certos de que seremos atendidos, porque, se amamos o Filho, também o Pai nos ama.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Protexisti”, com Coleta própria e 2ªs Secreta e Pós-comunhão daquela missa
Bispo de Cracóvia, foi assassinado pelo rei Boleslau, dentro da igreja de S. Miguel, por ter censurado com franqueza o mau procedimento do rei. Este Santo é o Padroeiro da Polônia.
Páginas 1059; 840 a 843 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
A Missa de hoje nos mostra o nexo intimo que há entre o desaparecimento de Jesus e a descida do Divino Espírito Santo, e nos esclarece de um modo particular sobre a missão do Divino Espírito Santo, que é tríplice: no mundo, na Igreja e nas almas. Ao mundo cumpre conhecer o seu pecado, a justeza da causa da Igreja e o juízo iminente. Na Igreja o Divino Espírito Santo continuará a Missão de Jesus Cristo, conservando- a infalível depositária de sua doutrina. Na alma, Ele continuará a iluminá-la e a conduzi-la sempre mais e mais, para a verdade e para a luz. Ele vos ensinará toda a verdade (Evangelho). Empenhemo-nos desde já em preparar a nossa alma para a tornar digna de receber a luz da verdade.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Si diligis me”, com Coleta própria
Da Ordem dos Dominicanos e eleito papa em 1566, foi um grande reformador do Calendário e da Liturgia (Missal e Breviário, Oração). Durante seu pontificado (1566-1572), combateu as heresias e os Turcos, sobre os quais, por suas orações, obteve a vitória de Lepanto (1571).
Páginas 1058 a 1059, 812 a 816 do Missal Quotidiano.
No ano litúrgico, há dois dias consagrados a São José. O primeiro comemora a 19 de março a entrada triunfante no céu do Justo, que fora escolhido por Deus para guarda de seus maiores tesouros: a Santíssima Virgem Maria e seu Filho Jesus Cristo. Lembram-se, então, sua pureza sem mancha, sua fidelidade indefectível e sua obediência prontíssima.
O segundo dia festeja o operário, que tirou da profissão de carpinteiro o sustento da Sagrada Família, e assim elevou o trabalho manual a uma dignidade inexprimível. O Santo Padre Pio XII, fixou sua data a 1º de maio para que o dia geralmente dedicado ao trabalho e aos trabalhadores seja iluminado pela lição e exemplo de São José.
Páginas 1049 a 1052 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 3ª Classe- Missa “Cognovi”, com Coleta e leituras próprias
Modelo de esposa e mãe, viveu esta Santa uma vida de intensa fé. Dócil e paciente, esperou a conversão de seu marido até consegui-la no leito de morte deste. Durante 28 anos rezou e suplicou entre lágrimas a Deus pela conversão de seu filho. Teve a sorte de vê-lo receber o Batismo e a grande felicidade de expirar nos braços deste grande Bispo de Cartago e Doutor da Igreja. As Leituras da Missa nos falam de sua orações e da conversão de seu filho.
Páginas 1057, 1058 e 891 a 895 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)
Festa de 2ª Classe– PRÓPRIO DO BRASIL– Missa própria
Duas vezes no ano venera a santa Igreja a Relíquia da santa Cruz, o instrumento de nossa Redenção, santificado pelo Sangue preciosíssimo de Jesus Cristo. No dia de hoje se comemora a Invenção deste venerável Madeiro pela imperatriz Santa Helena. A Oração alude ao milagre da cura de uma doente, ocorrido nessa ocasião. Em geral os textos desta Missa lembram os benefícios e bênçãos que nos vêm da Cruz “salvadora”. No Evangelho, Jesus fala da necessidade do renascimento pelo Batismo, da fé na revelação divina e da sua exaltação na Cruz, simbolizada pela serpente de bronze.
Rubricas sobre esta Festa: a Sagrada Congregação dos Ritos, atendendo a razões especiais, no dia 12 de dezembro de 1962 concedeu que se mantivesse a mesma festa e seja celebrada com rito de II classe, em todo o Brasil (site Apostolado FERR).
Esta Missa não consta no Missal Quotidiano de D. Gaspar Lefebvre (1963).
Missa às 19 horas na Capela Nossa Senhora de Lourdes.
A Missa de hoje nos mostra o nexo intimo que há entre o desaparecimento de Jesus e a descida do Divino Espírito Santo, e nos esclarece de um modo particular sobre a missão do Divino Espírito Santo, que é tríplice: no mundo, na Igreja e nas almas. Ao mundo cumpre conhecer o seu pecado, a justeza da causa da Igreja e o juízo iminente. Na Igreja o Divino Espírito Santo continuará a Missão de Jesus Cristo, conservando- a infalível depositária de sua doutrina. Na alma, Ele continuará a iluminá-la e a conduzi-la sempre mais e mais, para a verdade e para a luz. Ele vos ensinará toda a verdade (Evangelho). Empenhemo-nos desde já em preparar a nossa alma para a tornar digna de receber a luz da verdade.
Páginas 514 a 517 do Missal Quotidiano (D. Gaspar Lefebvre, 1963)